Os algoritmos também estão no centro do debate sobre como o poder de manipulação está presente nas redes sociais e nos aplicativos que utilizamos. Eles têm uma influência crescente no que vemos, compramos, pensamos e consumimos. Além disso, contribuem para a formação de bolhas que nos aprisionam em um mundo carente de diálogo com o contraditório.
Uma sociedade multipolarizada é do interesse do consumismo, pois permite que o comércio venda de tudo, para todo tipo de pessoa. No entanto, para alcançar esse objetivo, é importante mantê-las dentro de suas bolhas, alimentando-as com informações que apenas reforçam seus próprios entendimentos e preconceitos.
Não se deixe enganar: os algoritmos que governam sua vida nas redes sociais também querem interferir no que você faz fora delas. Apesar dos debates sobre a autonomia da Inteligência Artificial, é importante reconhecer que ela é desenvolvida e alimentada por mentes que têm uma missão específica.
Sei que parece teoria da conspiração, mas é a direção para a qual o mundo está se encaminhando. Não é surpreendente que a visão da marca da besta termine com uma ordem para calcular seu número. Embora a marca da besta esteja associada à falsificação da lei de Deus, é intrigante notar a coincidência entre a ordem para calcular seu número e a ideia de um futuro governado por algoritmos.
O verbo grego “calcule” significa literalmente “contar com pedras”. Portanto, meu convite é para que contabilizemos a influência dos algoritmos em nossa vida. Calculemos os ganhos e prejuízos da exposição demasiada nas redes e escolhamos com sabedoria quem nos dirige e representa: Deus ou as diretrizes do anticristo que contrariam Sua lei?
Aqui está a sabedoria. Aquele que tem entendimento calcule o número da besta, pois é número de ser humano. Apocalipse 13:18.
Fonte: https://mais.cpb.com.br/meditacao/algoritmo-do-fim/
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