Essa condição representa um desafio para
a medicina. Como tratar a dor em uma extremidade que não existe mais? Os cientistas
concordam que isso não é um problema psicológico e reconhecem que a dor é real
e, por vezes, aguda. No entanto, ainda não há uma explicação satisfatória para
esse tipo de ocorrência. Trata-se de uma dor que não deveria existir, pois a
extremidade foi removida.
De maneira semelhante, muitas vezes
criamos “extremidades fantasmas” em nossa vida espiritual, que nos causam dor e
sofrimento. O mais triste é que essa dor não deveria existir, pois Deus já
removeu sua causa, mas nossas crenças errôneas perpetuam nossa angústia. Uma
das “extremidades fantasmas” mais terríveis é a culpa. Se você já cometeu
atos vergonhosos ou prejudiciais a outros, sabe o quão aguda pode ser essa dor,
tornando-se uma carga pesada demais para carregar. Essa carga deforma nossa consciência
e nos separa dos outros, incluindo Deus e aqueles que desejam nosso bem.
Curiosamente, o sentimento de culpa pode
nos levar a repetir os mesmos atos vergonhosos, como se a dor resultante
pudesse expiar nossos pecados. No entanto, aqueles que conhecem Jesus não
precisam continuar sofrendo. Cristo nos convida a confessar nossos pecados e a
aceitar Seu sacrifício por nós. Em troca, Ele promete perdoar nossas faltas e
curar nossa dor. Porém, muitos de nós têm dificuldade em acreditar nessa
verdade e continuam a viver com uma dor que não deveria nos afetar. Hoje,
peça a Deus que fortaleça sua fé e liberte você do fantasma maligno da culpa.
Assim, você encontrará a paz de Cristo.
Fonte: https://mais.cpb.com.br/meditacao/o-enigma-das-extremidades-fantasmas/
