9.16.2026

Justiça condena REDE DE SUPERMERCADOS por aplicar ESCALA 9X1 .e SERVIR COMIDA ESTRAGADA

 Além do regime ilegal, trabalhador relatou falta de higiene, constrangimentos e comida estragada.

A Justiça do Trabalho condenou em julho a rede de supermercados Baratão da Carne, em Manaus, por submeter um operador de caixa a uma escala de nove dias trabalhados com apenas um de descanso.

A empresa, segundo a decisão, obrigou o funcionário a trabalhar por nove dias seguidos sem descanso, serviu comida estragada, criou situações constrangedoras e um ambiente de trabalho pouco higiênico.

A Folha procurou os advogados responsáveis pela defesa do supermercado, mas não recebeu retorno até a publicação desta reportagem. Nos autos, o Baratão da Carne negou a prática da escala de 9×1 e afirmou que horas excedentes eram pagas em contracheque. Também negou qualquer conduta ilícita capaz de justificar a indenização por dano moral. Cabe recurso da decisão.

O juiz Diego Enrique Linares Troncoso, da 9.ª Vara do Trabalho de Manaus, do TRT-11 (Tribunal Regional do Trabalho da 11.ª Região), assina a decisão.

Segundo o processo, o trabalhador foi contratado em julho de 2021 para atuar na escala 6×1 como operador de caixa e empacotador. Entre janeiro e outubro de 2025, trabalhou por até nove dias seguidos sem descanso. Os cartões de ponto juntados aos autos, segundo a decisão, mostram outras escalas próprias do supermercado, como a de oito dias de trabalho e sete dias de trabalho para um de descanso.

Marcel Cordeiro, especialista em direito trabalhista e sócio do escritório Miguel Neto Advogados, explica que a legislação veda escalas com mais de seis dias trabalhados em sequência, mesmo com a concordância do trabalhador.

Existe uma série de coisas que os trabalhadores não podem alterar, principalmente, em relação ao descanso. O funcionário não pode concordar em trabalhar mais de seis dias ou de abrir mão das férias, por exemplo”, explica o especialista.

A Justiça condenou a empresa ao pagamento de horas extras com adicional de 100% referentes ao sétimo, oitavo e nono dia de cada ciclo de trabalho. O cálculo chegou a 594 horas extras devidas, com impactos sobre os outros direitos que serão pagos ao funcionário (como o aviso-prévio, 13º salário, férias, FGTS e multa).

O trabalhador também fez um pedido de rescisão indireta. Essa medida permite ao funcionário romper o contrato por culpa do empregador e obrigá-lo a pagar os direitos devidos. O juiz concluiu que a reiteração da escala 9×1 configurou descumprimento contratual grave o suficiente para justificar o fim do vínculo.

Reconhecida a rescisão indireta, a empresa deverá pagar as verbas equivalentes a uma demissão sem justa causa: aviso prévio de 42 dias, 13º salário e férias proporcionais, recolhimento de 8% do FGTS, indenização de 40% sobre meses não depositados e verbas rescisórias definidas pelo processo.

O funcionário também relatou ter trabalhado em uma cafeteria dentro do estabelecimento e pleiteou ter as gorjetas integradas ao salário, além do reconhecimento de vínculo trabalhista em período anterior à contratação. O juiz, porém, negou esses pedidos por ausência de provas documentais.

Por outro lado, o magistrado concedeu indenização por danos morais. Entre os relatos do processo, está o reaproveitamento de panos sujos de sangue para a limpeza dos caixas.

O trabalhador relata, ainda, ter sido obrigado a ficar em pé mesmo com cadeiras no local. O motivo seria não desagradar aos patrões. Os supervisores afirmavam que sentar “não pega bem aos olhos dos donos e dos clientes”, segundo a ação.

Nos domingos, o operador de caixa não podia acessar o refeitório da empresa, sendo obrigado a fazer refeições sentado no chão de corredores. A comida fornecida nessas ocasiões era pão com ovo ou queijo que “vinha com aspecto estragado ou cheiro estranho”, segundo uma das testemunhas ouvidas.

O fornecimento de alimentos impróprios para o consumo, sem as mínimas condições de higiene, caracteriza dano moral na medida que a empresa, além de ofender a dignidade da pessoa humana, põe em risco a saúde do trabalhador, revelando menosprezo aos direitos da personalidade dos empregados”, afirma o juiz na sentença.

Na avaliação de Marcel Cordeiro, casos como esse, apesar de excepcionais, são consequência da pouca fiscalização.

Comparando a fiscalização do Ministério do Trabalho e Emprego [MTE] com a da Receita Federal, por exemplo, a diferença é perceptível. A Receita é muito mais atuante e estruturada. Não se vê, hoje em dia quase nenhuma empresa sendo fiscalizada neste aspecto”, afirma.

Para Marcel, porém, é improvável que a sentença seja reformada. “As irregularidades estão muito claras. É possível reverter uma decisão destas questionando um detalhe de prova, uma mensuração de dano, mas neste caso isso não parece que irá ocorrer. Se extrapolou o razoável”, afirma.

Fonte: iclnoticias.com.br

9.15.2026

SUS alcança mais de 1 milhão de CRIANÇAS VACINADAS contra doenças pneumocócicas

 Incorporada ao SUS em junho, a Pneumo 20 protege contra 20 sorotipos do pneumococo e amplia a prevenção de pneumonia, meningite e outras doenças.

Mais de 1 milhão de crianças menores de 5 anos foram vacinadas com a Pneumo 20 pelo Sistema Único de Saúde (SUS) desde o início da estratégia nacional de vacinação, em junho deste ano. O anúncio foi feito na sexta-feira (11) pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, durante visita a serviços de saúde em Montes Claros (MG). Incorporada ao Calendário Nacional de Vacinação em 2026, a vacina protege contra 20 sorotipos da bactéria Streptococcus pneumoniae, ampliando a proteção contra doenças pneumocócicas, como pneumonia e meningite.

A inclusão da Pneumo 20 no SUS amplia o acesso das crianças à proteção contra doenças causadas por 20 sorotipos da bactéria pneumococo. Na rede privada, o valor da vacina pode chegar a R$ 600. Desde a incorporação ao Calendário Nacional de Vacinação, mais de 1 milhão de crianças já receberam a vacina no país”, afirmou o ministro da Saúde.

A Pneumo 20 oferece cobertura mais abrangente porque inclui também os sorotipos 3, 6A e 19A, associados à doença pneumocócica invasiva no Brasil, e protege contra a otite média, que pode causar complicações, incluindo perda auditiva.

A vacinação é a principal forma de prevenir as formas graves das doenças pneumocócicas. Além de proteger cada criança vacinada, a ampliação da cobertura contribui para reduzir internações, complicações e mortes, especialmente na primeira infância, período em que as crianças estão entre os grupos mais vulneráveis.

Entre 2023 e 2025, o Brasil registrou 4,6 mil casos de meningite pneumocócica e 1,4 mil mortes pela doença, com taxa de letalidade de 30%. Entre crianças menores de 5 anos, foram registrados 589 casos e 187 óbitos no período.

Como fica o esquema vacinal

Com a incorporação da Pneumo 20 ao Calendário Nacional de Vacinação, a Pneumo 10 será substituída gradualmente no esquema infantil. Durante esse período, os estoques disponíveis da Pneumo 10 continuarão sendo utilizados. Por isso, temporariamente, o esquema combinará as duas vacinas.

A vacinação será realizada da seguinte forma:

  • Crianças que estão iniciando o esquema: recebem a Pneumo 20 aos 2 meses, a Pneumo 10 aos 4 meses e o reforço da Pneumo 20 aos 12 meses. O intervalo mínimo entre a segunda dose e o reforço é de 60 dias.

  • Crianças que já completaram o esquema com a Pneumo 10: não precisam receber uma dose adicional da Pneumo 20.

  • Crianças que começaram o esquema com a Pneumo 13 ou a Pneumo 15 na rede privada: podem completar a vacinação com a Pneumo 20 pelo SUS, respeitando os intervalos recomendados.

Após o término dos estoques da Pneumo 10, todas as doses do esquema infantil serão realizadas com a Pneumo 20.

Pais e responsáveis devem manter a caderneta de vacinação das crianças atualizada e procurar uma unidade de saúde para verificar se há doses pendentes. O histórico de vacinação também pode ser acompanhado pela Caderneta Digital de Saúde da Criança, disponível no aplicativo Meu SUS Digital.

Deborah Novais
Ministério da Saúde

Fonte: https://www.gov.br/saude/pt-br

9.14.2026

FUTEBOL - Renato retorna ao GRÊMIO com metas no contrato

Treinador acerta volta ao Imortal após demissão de Luís Castro.

Horas depois de anunciar a demissão de Luís Castro, o Grêmio acertou a contratação do técnico Renato Gaúcho que retorna ao Imortal após quase dois anos. O anuncio oficial deve acontecer nas próximas horas e o Band.com.br teve acesso aos detalhes do novo contrato do ídolo tricolor.

Para esta passagem, Renato Gaúcho e sua comissão técnica receberão cerca de R$ 1,5 milhão por 4 meses de contrato, já que o vínculo atual é apenas até o final desta temporada, e os valores podem aumentar caso as metas previstas em contrato sejam cumpridas.

Para esta passagem, Renato Gaúcho e sua comissão técnica receberão cerca de R$ 1,5 milhão por 4 meses de contrato, já que o vínculo atual é apenas até o final desta temporada, e os valores podem aumentar caso as metas previstas em contrato sejam cumpridas.

A reportagem apurou que ainda existem alguns ajustes a serem feitos em relação a comissão técnica que virá com o treinador. Em sua equipe são dois auxiliares, porém apenas um teve sua confirmação até o momento.

QUAIS SÃO AS METAS CONTRATUAIS:

Permanecer na Série A;

Chegar à final da Copa do Brasil;

Vencer a Copa do Brasil.

Renato Gaúcho deve fazer a sua estreia na competição nesta quarta-feira (16), contra o Botafogo, pelo Campeonato Brasileiro, às 19h30 (horário de Brasília), no Nilton Santos. É nesta competição, inclusive, que o Imortal vive a situação mais delicada já que está na 16ª colocação, com 28 pontos, e é o primeiro time fora da zona de rebaixamento.

Renato Gaúcho é considerado um dos maiores ídolos da história do clube tanto pelo que fez dentro de campo quanto à beira dele.

Como treinador, soma cerca de 552 partidas em quatro passagens pelo Grêmio. Entre suas principais conquistas estão a Copa do Brasil de 2016, a Libertadores de 2017 e a Recopa Sul-Americana de 2018, além de títulos estaduais.

Fonte: https://www.band.com.br/esportes/futebol/times/gremio

9.13.2026

JUSTIÇA - Escalada da CRISE OFUSCOU DEBATE sobre propostas de campanha

Crise institucional prejudica debate eleitoral, avaliam entidades.

A menos de um mês do primeiro turno das eleições de 2026, a escalada da crise político-institucional ofuscou o debate sobre as propostas de campanha e os problemas estruturais brasileiros. Para entidades da sociedade civil ouvidas pela Agência Brasil, ao extrapolarem o Supremo Tribunal Federal (STF) e envolverem outras instituições, as disputas entre ministros da Corte dominaram o noticiário, as redes sociais e as conversas cotidianas, desviando o foco dos desafios nacionais.

O debate eleitoral está prejudicado porque, no primeiro plano, as atenções estão todas voltadas para os reflexos da atual crise institucional do Poder Judiciário”, reconheceu a presidenta da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), Samira de Castro.

Para a presidenta da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), Francilene Garcia, a agenda pré-eleitoral foi tomada por temas que a sociedade não escolheu e que deveriam ser debatidos em conjunto com propostas de mudanças estruturais que estimulem o desenvolvimento nacional.

Há uma lacuna imensa em relação a outros temas fundamentais que deveriam estar no centro do debate político-eleitoral, como a ciência, que depende de regras estáveis, orçamento previsível e atenção. É como se [devido à proximidade das eleições] o país fosse obrigado a escolher entre discutir a integridade das instituições ou um projeto mais amplo de desenvolvimento nacional, quando estes dois temas fazem parte da mesma agenda”, comentou Francilene.

Os entrevistados concordam que os fatos vindos à tona a partir dos desdobramentos da Operação Compliance Zero, cuja primeira fase foi deflagrada em novembro de 2025 pela Polícia Federal (PF), são graves. Eles defendem a apuração das suspeitas de envolvimento de autoridades com o dono do antigo Banco Master, Daniel Vorcaro, mas sem tirar espaço do debate sobre as propostas de quem disputará um cargo executivo ou legislativo no dia 4 de outubro.

O coordenador honorário da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, Daniel Cara, considera as eleições deste ano as mais relevantes desde a Constituição Federal de 1988, "pois o mundo está vivenciando uma reorganização produtiva e uma série de conflitos".

"Apesar disso, os grandes temas que deveríamos estar discutindo – desenvolvimento econômico, soberania nacional, uma agenda que articule defesa, educação, ciência e tecnologia – estão escanteados. Não só do debate público e do noticiário, mas também dos programas de governo. Os candidatos parecem não compreender a situação que o Brasil está enfrentando”, completou o coordenador.

Segundo a presidenta do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap), Rita Serrano, para a classe trabalhadora, são prioritários o fim da escala 6x1; a geração de emprego e renda; a regulamentação da negociação coletiva no setor público (Projeto de Lei 1.893/2026); a segurança pública e temas estratégicos para o desenvolvimento econômico e a preservação da soberania nacional, como o aproveitamento dos minerais críticos e estratégicos.

As centrais sindicais já vinham atuando no Congresso para convencer os parlamentares a aprovarem o fim da escala 6x1 e a regulamentação das relações de trabalho e da representação sindical no setor público. Até o fim de agosto, isso estava avançando. Aí o Brasil virou uma confusão. No momento, todos os Poderes parecem estar surpresos, e a sociedade assustada com o desenrolar desta crise institucional – que é gravíssima e jogou para segundo plano todos os outros temas”, disse Rita, revelando que as próprias entidades sindicais estão “tentando compreender o momento e pautar a discussão pré-eleitoral, que é mais ampla”.

Além de demonstrarem incômodo com o que entendem como “o sequestro da pauta eleitoral”, os entrevistados, concordam com a centralidade das mudanças climáticas.

Vimos o que aconteceu no Rio Grande do Sul e em outras partes do mundo. A seca na Amazônia e as enchentes no Sul do país. Vimos o quanto isso afeta a vida das pessoas e os custos para o orçamento público, devido ao atendimento às vítimas, à reconstrução de cidades arrasadas e à quebra de safras, por exemplo", comentou o secretário executivo do Observatório do Clima, Márcio Astrini.

"Surpreendentemente, poucos candidatos citam a crise climática entre suas principais preocupações. Pior. Há candidatos que negam o problema. Estes, certamente, se eleitos, não tomarão nenhuma medida para enfrentar ou minimizar as consequências de um problema que não acreditam que existe”, criticou.

A exemplo da presidenta do Diap, outros entrevistados citaram a importância estratégica dos minerais críticos e das terras raras. Para eles, o futuro desenvolvimento econômico, tecnológico e científico e a própria soberania nacional estarão cada vez mais associados à exploração desses insumos, dos quais a produção industrial será a cada dia mais dependente.

O tema se torna ainda mais relevante devido à recente aprovação do projeto de lei que cria a Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos – já encaminhado para sanção presidencial.

Enquanto o setor produtivo foca no potencial avanço tecnológico da iniciativa, as organizações indígenas exigem salvaguardas socioambientais e o respeito à consulta prévia (como prevê a Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho, OIT) para evitar conflitos e a violação de territórios tradicionais. Uma discussão da qual a maioria dos candidatos passa ao largo, conforme apontou o coordenador executivo da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib), Alcebias Constantino.

Esse é um assunto que também nos interessa porque diz respeito a uma das nossas maiores lutas, pela demarcação e proteção dos nossos territórios, sem os quais não conseguimos garantir outros direitos, como à proteção, à educação e à saúde indígena”, disse Constantino.

Para garantir a real representação de seus interesses e tentar fortalecer a presença indígena nos espaços de decisão, o movimento decidiu lançar e apoiar 56 candidatos aos cargos de deputado estadual (33); deputado federal (19); senador (dois); governador (um) e suplência do Senado (uma).

Enxergamos o pleito eleitoral como uma importante ferramenta de garantia dos nossos direitos. Eleger uma bancada indígena é algo muito caro para o movimento e há tempos atuamos para conscientizar nossa base sobre a necessidade de ajudarmos a eleger quem tem compromisso com nossas prioridades. Se outros candidatos não nos oferecem isso, temos os nossos, que trazem propostas construídas coletivamente”, comentou Constantino.

Ele relativizou o impacto da crise institucional para as comunidades indígenas – habituadas a não verem suas prioridades acolhidas no debate eleitoral.

Lógico que tudo o que estamos vendo gera uma instabilidade que nos afeta e que pode nos prejudicar, mas, no sentido do trabalho de mobilização, até que não nos afeta tanto. Avaliamos nossas estratégias e, se necessário, as modificamos, mas seguimos com nossas ações. Até porque, como nossos territórios e nossos direitos estão sob ataque constante, aprendemos desde cedo que, passado tudo isso, o movimento vai enfrentar novos ataques e que a luta é constante”, finalizou o representante da Apib.

Fonte: Por Agência Brasil 

9.12.2026

Deus de MILAGRES?

Por Edileuza Romaneli Arnas Miguel

Minha filha Juliana foi atropelada quando tinha 20 anos de idade. O carro parou sobre as pernas dela. Se ele tivesse avançado um pouco mais, teria esmagado seu abdome, o que poderia ter sido fatal. Algumas pessoas se juntaram para levantar o veículo e retirar minha filha debaixo dele. Ao ser retirada, Juliana foi reconhecida por um amigo da faculdade que passava por ali, e então ele chamou o socorro.

Minha filha sofreu oito fraturas, sendo que uma delas foi exposta. Ela necessitava de uma cirurgia de emergência, mas tudo foi muito demorado. Graças a Deus, uma amiga médica chamada Mariana soube daquela tragédia e foi até o hospital. Ao ver a gravidade da situação, ela assumiu o caso. Assim, iniciou-se uma batalha pela vida de Juliana.

Até aquele momento já haviam se passado 14 horas desde o acidente. Perguntei a Mariana se minha filha tinha condições físicas para ser submetida a uma cirurgia, pois estava visivelmente debilitada. Com tristeza, minha amiga me disse que não. “Ela vai morrer?”, perguntei. “Possivelmente, mas se não operá-la, ela certamente virá a óbito”, foi a resposta dela. Tudo o que poderia fazer era confiar em Deus!

Após cinco horas de muita oração e súplicas, a cirurgia chegou ao fim. Reconheci minha filha por seus olhos azuis, uma vez que seu rosto estava totalmente inchado. O médico da UTI me disse para esperar 72 horas, antes disso não poderia me dar esperança alguma. Ávida por boas notícias, fui surpreendida ao término daquele prazo pelo diagnóstico de embolia pulmonar gordurosa. Em outras palavras, precisávamos de mais um milagre.

Os dias se passaram, e uma nova radiografia revelou que os pulmões dela estavam bem. Mais uma vez, louvei a Deus, embora Juliana permanecesse fraca e não reagisse. Ainda que fosse consolada algumas vezes por familiares e amigos, questionava a Deus sobre o propósito de tudo aquilo.

Apesar de tudo, a recuperação de minha filha foi surpreendente. Até mesmo o médico da UTI reconheceu que havia sido um milagre. Depois de quatro meses de fisioterapia, Juliana reaprendeu a andar e não ficou com nenhuma sequela. Hoje, ela testemunha aos outros sobre os milagres que Deus realizou em sua vida.

Com essa experiência, aprendi que Deus realmente opera milagres e que, ao fazê-lo, o poder Dele é revelado àqueles que não O conhecem. Portanto, se você também precisa de um milagre em sua vida, busque ao Senhor e confie no poder e na soberania Dele

Tu és o Deus que realiza milagres; mostras o Teu poder entre os povos. Salmo 77:14

Fonte: https://esperancadoadvento.blogspot.com/

9.11.2026

REMÉDIO ANTIGO para enfermidade atual

A vida nos submete a grandes aflições, mas Deus providenciou um remédio para aliviar a tensão que elas causam. A experiência de Leonard Mulcahy ilustra bem isso. Ele trabalhava no Centro de Reabilitação Psiquiátrica da Universidade de Boston, em Massachusetts, onde ministrava cursos de aptidão física, bem-estar e recuperação. Em um artigo, Leonard contou sobre os dias felizes de sua infância e sobre sua família carinhosa. Relatou que era mentalmente saudável, praticava esportes e mantinha ótimas relações com seus amigos e familiares.

Enquanto estudava na universidade, porém, começou a experimentar sintomas de depressão. Passou por momentos de solidão, com ideias suicidas e até paranoia. Nesse período, a oração foi o ponto de apoio de sua vida. Ao contar sua história, ele diz: “Dediquei muito tempo a orar. Orei pelas pessoas que tinham necessidades especiais e por aquelas que estavam na rua, sem um lar. A oração foi a salvação de minha vida e me ajudou a encontrar um lugar para mim neste mundo.”

Quando os sintomas da depressão começaram a aparecer, Leonard disse à sua terapeuta que estava muito doente para orar. Ela, porém, o incentivou a alimentar sua vida espiritual. Leonard trabalhou como voluntário em um restaurante beneficente e participou regularmente de grupos de oração. Ele conclui seu testemunho dizendo: “Ao longo de minha experiência, a oração me sustentou, guiando-me pelo caminho correto de integridade espiritual, em vez da autodestruição e da morte. A oração me permitiu estar plenamente vivo e espiritualmente desperto, e isso foi o principal.”

A antiga enfermidade da dor e tristeza humana se modernizou e agora é chamada “depressão”, com suas manifestações físicas e espirituais. Mas Deus tem o mesmo remédio que sempre prescreveu para essa doença: a ajuda divina por meio da oração. O que você está esperando? Reserve tempo para um encontro com Deus. Conhecê-Lo mais profundamente pode provocar uma grande mudança em sua vida.

Antes de tudo, peço que se façam súplicas, orações, intercessões e ações de graças em favor de todas as pessoas. Orem em favor dos reis e de todos os que exercem autoridade, para que vivamos vida mansa e tranquila, com toda piedade e respeito. 1 Timóteo 2:1, 2

Fonte: https://mais.cpb.com.br/meditacao/remedio-antigo-para-enfermidade-atual/

9.10.2026

VITÍMA relata transmissão intencional de HIV por dentista

Jean José Dunga foi condenado a cinco anos de prisão e R$ 50 mil de indenização; MP afirma que ao menos quatro mulheres foram infectadas.

Maria*, nome fictício usado para preservar sua identidade, mantinha uma rotina ativa de exercícios quando começou a sofrer com febres, dores, infecções persistentes e cansaço. Após realizar exames, descobriu que havia contraído HIV e, posteriormente, que teria sido infectada intencionalmente pelo então namorado, o dentista Jean José Dunga, de 41 anos.

Com certeza posso afirmar que foi o momento mais triste e mais difícil da minha vida”, relata. O caso foi revelado pelo site G1.

Jean foi condenado em agosto a cinco anos de prisão e ao pagamento de R$ 50 mil de indenização à vítima. Nesta quarta-feira (9), a Justiça determinou uma nova prisão preventiva após pedido do Ministério Público de Rondônia (MP-RO), que apontou risco de novas vítimas. Ele ainda responde a outros processos.

Segundo o MP-RO, o dentista é acusado de transmitir HIV intencionalmente a pelo menos quatro mulheres. A denúncia afirma que ele sabia do diagnóstico havia cerca de dez anos e teria optado por não aderir ao tratamento antirretroviral. O tratamento correto pode tornar a carga viral indetectável e impedir a transmissão sexual do HIV.

Maria conheceu Jean em um site de relacionamentos. Durante o namoro, com o agravamento dos sintomas, decidiu investigar possíveis infecções sexualmente transmissíveis e recebeu o diagnóstico positivo. Ao procurar atendimento médico, descobriu que Jean já era investigado e que outras mulheres relatavam situações semelhantes.

Eu era mais uma vítima do Jean”, afirma. “Quando fui infectada pelo Jean, ele não adoeceu somente a mim, ele adoeceu uma família inteira.”

A vítima procurou o Núcleo de Atendimento às Vítimas (Navit), do MP-RO, em 28 de maio. Jean foi preso em 10 de junho. Em 24 de agosto, acabou condenado a cinco anos em regime semiaberto pelo caso de Maria.

O MP-RO afirma que mais de quatro mulheres foram acolhidas pelo Navit. Jean foi denunciado por lesão corporal gravíssima e perigo de contágio de doença grave e, em relação a duas mulheres, também por estupro.

Após a condenação, o Ministério Público pediu uma nova prisão preventiva, alegando que havia risco de novas contaminações. A Justiça aceitou o pedido nesta quarta-feira e Jean voltou a ser preso.

Antes da sentença, a defesa afirmou que Jean fazia tratamento antirretroviral e acreditava não haver risco de transmissão sexual do HIV.

Fonte: iclnoticias.com.br

Justiça condena REDE DE SUPERMERCADOS por aplicar ESCALA 9X1 .e SERVIR COMIDA ESTRAGADA

  A lém do regime ilegal, trabalhador relatou falta de higiene, constrangimentos e comida estragada. A Justiça do Trabalho condenou em jul...