2.21.2026

Capital SOCIAL

Mais vale o bom nome do que as muitas riquezas; e o ser estimado é melhor do que a prata e o ouro (Provérbios 22:1). Como o conceito expresso nesse verso se relaciona com nosso cotidiano e esforços na sociedade?

O que é “capital social”? Quando você faz investimentos numa conta bancária, o valor dela cresce. O capital social consiste em relacionamentos positivos e produtivos que são tão valiosos quanto dinheiro no banco. Quando você cultiva afinidade com os líderes comunitários, perguntando a eles quais são as necessidades da comunidade, buscando o conselho deles quanto à maneira de satisfazer essas necessidades, e partindo para a ação, você está construindo relacionamentos com eles. Isso é capital social. Cada experiência positiva com eles é como um investimento no relacionamento de vocês. Seu capital social continua a crescer e seu valor aos olhos deles aumenta.

Vale ressaltar que, “devemos ser reconhecidos como cidadãos notáveis […] em nossa obra pelo bem comum. […] Devemos, até onde seja possível e até onde seja coerente com nossas crenças, por meio de nosso serviço e nossos recursos, apoiar os esforços pela ordem e melhoramento sociais. […] Devemos sempre, tranquila e firmemente, manter uma posição inflexível ao lado da justiça e do direito nas questões cívicas” (“Normas de Vida Cristã”, p. 149, 150, edição de 2010).

Além do ministério terrestre de Jesus, a Bíblia nos dá outros exemplos do que pode acontecer quando os seguidores de Jesus Cristo adquire “capital social”. Leia as seguintes passagens e descreva os relacionamentos positivos que esses personagens bíblicos experimentaram com “os de fora” e o que aconteceu como resultado:

Atos 7:9, 10Gênesis 41:38-45Daniel 2:46-49; 6:1-3.

Talvez não tenhamos sido resgatados de modo tão dramático nem vivamos uma história tão extraordinária como nesses casos. Mas esse não é o ponto mais importante. Esses homens mostraram força de caráter que impressionou os que os cercavam. A escritora Ellen G. White escreveu em Patriarcas e Profetas (p. 217, 218, 221) e em Profetas e Reis (p. 628, 546) que as seguintes qualidades, presentes nesses homens piedosos, ganharam a confiança e o favor dos “pagãos” ao seu redor: gentileza, fidelidade, sabedoria, bom senso, habilidades, nobre dignidade e inabalável integridade.

Fonte\Base: https://esperancadoadvento.blogspot.com 

2.20.2026

A outra METADE

Certa manhã, quando Ellen saiu de casa, seu filho Sam não podia acreditar no que via. Sua mãe sempre havia sido muito exigente com a aparência pessoal. Maquiava-se, pintava e lixava meticulosamente as unhas e penteava cuidadosamente o cabelo. Naquela manhã, entretanto, algo estava mal. A parte esquerda do cabelo de Ellen era um emaranhado. A metade esquerda do rosto não havia sido maquiada, e ela arrastava a parte esquerda do seu xale pelo chão. Ellen, entretanto, só havia saído de seu quarto depois de haver passado meia hora arrumando a parte direita do corpo. Igualmente, no desjejum, Ellen ignorou completamente o que estava na metade esquerda do seu prato.

Ellen não estava cega do olho esquerdo. Sofria de um mal conhecido como “síndrome de negligência unilateral”. O problema não era que Ellen não enxergasse seu lado esquerdo, mas simplesmente não lhe dava atenção. O médico demonstrou esse fato com um experimento simples. Se levantasse um dedo à esquerda de Ellen, frente aos seus olhos, mas não o movesse, ela não o via. Se o médico movesse o dedo, ela então percebia sua presença. O sistema que governa nossa atenção é bastante complexo. Em grande medida, ele representa um mistério para a ciência. O que nos chama a atenção, e por quê? Quais são os fatores determinantes? Ainda não temos respostas satisfatórias para essas perguntas.

Infelizmente, muitos cristãos sofrem de um problema similar: a negligência espiritual. São muito cuidadosos com os aspectos externos da vida. São meticulosos, zelosos e ordenados no trabalho e nos estudos. Escolhem a roupa e a aparência pessoal detalhadamente e com bom gosto. Entretanto, sua vida espiritual é um emaranhado de desordem. Cada manhã, ao se olhar no espelho, certificam-se de que tudo está bem, mas Deus, que vê tanto o exterior quanto o interior, sabe que algo anda realmente mal. Você está arrumado para sair neste dia? Por dentro e por fora?

Fonte: https://mais.cpb.com.br/meditacao/a-outra-metade/

2.19.2026

PENDURICALHOS: Dino PROÍBE NOVAS LEIS com remuneração que EXCEDA O TETO

Julgamento de referendo da liminar está previsto para a próxima quarta-feira no plenário do STF.

O ministro Flávio Dino, do STF (Supremo Tribunal Federal), proibiu a aplicação ou a edição de novas leis que permitam o pagamento de salários ou de verbas indenizatórias acima do teto constitucional — os chamados penduricalhos, suspensos por ele em 5 de fevereiro.

Dino disse ter feito uma “reflexão complementar” à liminar inicial e que é preciso “evitar inovações fáticas ou jurídicas”, pois isso poderia “embaraçar” deliberações que cabem exclusivamente ao STF. Na nova decisão, ele afirmou ainda que “é proibido o reconhecimento de qualquer nova parcela relativa a suposto direito pretérito, que não as já pagas na data da publicação da liminar”.

O magistrado lembrou que segue correndo o prazo de 60 dias para que os órgãos da administração pública, de todos os níveis da federação, publiquem as verbas remuneratórias e indenizatórias que despendem, com a indicação específica das leis que as fundamentam.

Dino também mencionou a emenda constitucional de 2024, que prevê que apenas verbas indenizatórias previstas em lei de caráter nacional estejam fora do teto. Segundo o ministro, mais de um ano depois da promulgação da emenda, a regulamentação ainda não foi feita pelo Congresso.

Caberá exclusivamente ao STF examinar a fixação de regime transitório, caso o Congresso Nacional não cumpra o seu dever de legislar e mantenha a omissão institucional. Renova-se o já formulado apelo ao legislador”, disse ele na decisão desta quinta-feira (19).

A liminar de Dino está prevista para ser julgada no plenário do STF na próxima quarta-feira (25), quando os ministros vão decidir se referendam ou não a medida. A tendência é pela confirmação da decisão.

Por Luísa Martins

Fonte: iclnoticias.com.br

2.18.2026

Operação da PF contra VAZAMENTO DE DADOS da RF envolvendo AUTORIEDADES

PF cumpre mandados judiciais expedidos pelo STF. Investigação apura possíveis vazamentos de dados da Receita Federal envolvendo autoridades.

Por determinação do Supremo Tribunal Federal (STF), a partir de representação da Procuradoria-Geral da República (PGR), a Polícia Federal cumpriu, na terça-feira (17/02), quatro mandados de busca e apreensão nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia, no âmbito de investigação que apura possíveis vazamentos de dados da Receita Federal envolvendo autoridades.

Além das buscas, foram determinadas medidas cautelares, entre elas o monitoramento por tornozeleira eletrônica, o afastamento do exercício de função pública, o cancelamento de passaportes e a proibição de saída do país. (Fonte: https://www.gov.br/pf/pt-br)

RECEITA FEDERAL

A Receita Federal fez um rastreamento nos seus sistemas para verificar se houve quebra de sigilo de dados de cerca de 100 pessoas, incluindo ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) e seus familiares.

A lista conta com pais, filhos, irmãos e cônjuges dos dez ministros da corte. O pedido de análise das informações foi feito pelo ministro do STF Alexandre de Moraes.

Para finalizar o processo, os auditores da Receita farão cerca de 8.000 procedimentos de checagem de quebra de sigilo, o que leva tempo, segundo pessoas a par do tema ouvidas pela Folha na condição de anonimato.

Procurada, a Receita afirmou que não se manifesta sobre demandas judiciais para preservar o sigilo das informações. “Esse processo está sob sigilo de Justiça, só cabe ao STF qualquer autorização de divulgação. A Receita recebe diversas demandas judiciais de informação, não se manifestando sobre elas por conta de sigilo tributário e, muitas vezes, também judicial, como é o caso”.

O gabinete de Moraes também foi procurado, por meio da assessoria do Supremo, mas não se manifestou.

O trabalho do Fisco Federal envolve dados de 80 sistemas. Os relatórios que ficam prontos já estão sendo remetidos diretamente a Moraes. (Fonte: iclnoticias.com.br)

2.17.2026

ALECE aprova Política de Combate à PERDA E AO DESPEDÍCIO DE ALIMENTOS

O Plenário da Assembleia Legislativa do Estado do Ceará (Alece) aprovou, durante a sessão da quinta-feira (12/02), projeto de lei do Poder Executivo que institui a Política Estadual de Combate à Perda e ao Desperdício de Alimentos (PECPDA) no Estado do Ceará e cria o Selo Doador de Alimentos do Ceará.

De acordo com a proposição 07/26, a instituição da PECPDA se justifica pela necessidade de enfrentamento de um dos mais relevantes desafios contemporâneos relacionados à segurança alimentar e ao desenvolvimento sustentável: a perda e o desperdício de alimentos ao longo da cadeia produtiva e de consumo.

Ainda segundo o projeto, a iniciativa visa enfrentar um problema de grande impacto social, econômico e ambiental, estando alinhada às diretrizes nacionais e internacionais de segurança alimentar, sendo fundamental sua imediata implementação, para mitigar desperdícios e fortalecer ações de solidariedade alimentar.

Também foram aprovados outros dois projetos do Poder Executivo. O 06/26 altera a Lei n.º 16.200, de 23 de fevereiro de 2017, que institui o Fundo Penitenciário do Estado do Ceará (Funpen/CE), promovendo ajustes com vistas a assegurar maior eficiência na gestão e aplicação dos recursos destinados ao sistema penitenciário, e o 08/26 institui o Programa Estadual de Apoio Humanitário ao Traslado e ao Sepultamento Digno de Cearenses Vitimados no Exterior, estabelecendo diretrizes, requisitos e procedimentos para sua execução.

Fonte: https://www.al.ce.gov.br/noticias

2.16.2026

ESCOLA DE SAMBA que homenageou o PRESIDENTE DENUNCIA PERSEGUIÇÃO por causa do enredo

"A aclamação popular foi a nossa resposta. O carinho do público foi o nosso maior prêmio", diz a nota.

A escola de Samba Acadêmicos de Niterói, que desfilou na Sapucaí no domingo (15) com uma homenagem ao presidente Lula, emitiu nota nesta segunda-feira (16) em que relata ter superado perseguições e ataques para manter o enredo escolhido pela diretoria.

A escola diz ter sofrido perseguições “vindas de gestores do próprio Carnaval Carioca”.

No texto, a diretoria diz que considera injusta a narrativa segundo a qual “quem sobe, desce” — uma alusão à probabilidade maior de que a escola de samba que ascende do Grupo de Acesso ao Grupo Especial é a favorita a ser rebaixada.

Reafirmamos com firmeza que esperamos um julgamento justo, técnico e transparente, que respeite o que foi apresentado na Avenida e não reproduza perseguições, interesses ou pré-julgamentos”.

A nota diz que “a aclamação popular” foi a resposta. “O carinho do público foi o nosso maior prêmio”, relata a diretoria.

Houve grande expectativa pelo desfile, já que o enredo foi alvo de críticas por parte de políticos da oposição. Eles afirmam que se trata de um desvio de finalidade para autopromoção e suposta campanha eleitoral antecipada. Os parlamentares questionam o repasse de verbas públicas, que são destinadas para todas as escolas. Muitos anunciaram que vão à Justiça para acusar Lula e a agremiação de crime eleitoral.

NOTA DA ESCOLA NA ÍNTEGRA

A Acadêmicos de Niterói começa essa mensagem agradecendo, de coração aberto, à sua comunidade. O que vivemos na Avenida só foi possível graças à força do povo, à união dos nossos componentes e ao amor de quem nunca deixou essa escola caminhar sozinha.

Mas é preciso dizer a verdade.

Durante todo o processo carnavalesco, a nossa agremiação foi perseguida. Sofremos ataques políticos, enfrentamos setores conservadores e, de forma ainda mais grave, lidamos com perseguições vindas de gestores do próprio Carnaval Carioca. Houve tentativas de interferência direta na nossa autonomia artística, com pedidos de mudança de enredo, questionamentos sobre a letra do samba e outras ações que buscaram nos enquadrar e nos silenciar.

Não conseguiram.

Mesmo pressionada, a Acadêmicos de Niterói não se curvou. Nos posicionamos, resistimos e levamos para a Avenida um desfile verdadeiro, potente e coerente com a nossa identidade.

A força da nossa comunidade foi o nosso pilar. A aclamação popular foi a nossa resposta. O carinho do público foi o nosso maior prêmio.

Também não ignoramos o histórico conhecido no Carnaval: a narrativa injusta de que “quem sobe, desce”. Por isso, reafirmamos com firmeza que esperamos um julgamento justo, técnico e transparente, que respeite o que foi apresentado na Avenida e não reproduza perseguições, interesses ou pré-julgamentos.

A nossa mensagem ecoa clara, forte e sem medo:

EM NITERÓI, O AMOR VENCEU O MEDO

Seguimos firmes.
Seguimos com o povo.
Seguimos atentos”.

Fonte: iclnoticias.com.br

2.15.2026

Caso de ITUMBIARA acende ALERTA PARA VIOLÊNCIA VICÁRIA; entenda

No município goiano, filhos foram mortos pelo pai para atingir a mãe.

Em meio aos mais diversos tipos de violência contra a mulher registrados todos os dias no Brasil, um caso no interior de Goiás trouxe à tona uma modalidade pouco conhecida ou, pelo menos, pouco comentada: a chamada violência vicária, que ocorre quando um homem machuca ou mata pessoas íntimas de uma mulher com o objetivo de puni-la ou de atingi-la psicologicamente.

Na última quarta-feira (11), o secretário de Governo da prefeitura de Itumbiara (GO), Thales Machado, atirou contra os dois filhos na residência onde morava e, em seguida, tirou a própria vida. Um dos meninos, de 12 anos, morreu antes que pudesse ser socorrido. O irmão mais novo, de 8 anos, foi levado ao hospital em estado gravíssimo, mas morreu horas depois. 

Em entrevista à Agência Brasil, a secretária nacional de Enfrentamento à Violência contra Mulheres, Estela Bezerra, descreveu o conceito de violência vicária como uma situação em que o agressor ofende e cria situações de dor e até morte para atingir pessoas que têm relação de afeto com a vítima, principalmente filhos, mas também mães e mesmo animais de estimação.

Na maioria das vezes, são utilizados crianças e adolescentes, filhos daquela mãe, porque são o maior vínculo afetivo que ela tem. Para poder penalizar a mãe – que foi exatamente o caso em Itumbiara, em que o pai matou os dois filhos para atingir a mãe. É como se ela recebesse a maior penalidade que uma pessoa pode receber, que é ter um filho executado”, explicou

Estela lembrou que, no caso de Itumbiara e na grande maioria dos demais casos, o agressor constrói ainda uma narrativa em que se coloca como vítima e responsabiliza a companheira pelo ocorrido. Antes de atirar contra si mesmo, Thales Machado postou, nas redes socias, uma carta em que cita uma suposta traição por parte da esposa e uma crise conjugal.

Ele executa os filhos e constrói, antes de morrer, por meio de narrativas, a responsabilização da esposa. E ainda coloca sobre ela a responsabilidade da morte, da execução que ele cometeu, porque estava sendo rejeitado e o relacionamento amoroso já não correspondia ao que ela desejava para a vida dela”, detalhou a secretária.

O mais grave dessa situação é que há manipulação. O assassino e também suicida construiu uma narrativa para culpabilizar a vítima que, neste caso, é a mulher. Ela teve os filhos assassinados, teve a imagem dela e a história dela expostas e a responsabilidade, na tragédia, pela narrativa social e pelo machismo, sobrecai nela”, disse. “Esse tipo de violência tenta penalizar a mulher e responsabilizá-la pelo crime cometido. E o crime cometido é escolha de quem mata. Quem mata escolheu matar. Não é responsabilidade da mulher”, completou.

Segundo Estela, casos de violência vicária são muito comuns no Brasil, mas pouco falados.

Esse tipo de violência é sistemático, acontece no dia a dia. Vai de situações sutis até situações mais explícitas, como essa em que o homem executa os próprios filhos”.

Ela citou outro caso recente de violência vicária registrado no país, em que um servidor da Controladoria-Geral da União (CGU) agride o filho e a ex-companheira.

Na cena em que vemos um servidor da CGU atacar uma criança e a mulher, ele ataca primeiro a criança. A mulher tenta proteger a criança e ele ataca também a mulher. Ele bate na criança e na mulher. Quando a mulher se livra, ele ataca a criança novamente. Então, atacar o filho, a mãe e até os animais domésticos ou maltratá-los é uma coisa cotidiana, que acontece em situações de violência doméstica.”

Há uma cultura muito machista presente no Brasil e no mundo. Há uma assimetria de gênero muito forte, potencializada em várias áreas, na representação política, na economia, onde mulheres recebem menos do que homens, mesmo sendo mais qualificadas. E a maior expressão dessa assimetria se dá no instrumento de violência, um instrumento de manutenção da mulher num lugar de subalternidade, de medo, que não permite a liberdade”, completou.

SOCIEDADE CIVIL

Ao comentar o caso em Itumbiara, o Instituto Maria da Penha, organização não governamental (ONG) que atua no enfrentamento à violência doméstica e familiar contra mulheres, confirmou que casos de violência vicária não são exceção. “É uma forma de violência de gênero que atinge mulheres por meio de crianças e adolescentes. Quando filhos e filhas são usados como instrumentos de controle, punição ou chantagem”.

Não estamos falando de conflito familiar. Estamos falando de violência. E de violação grave de direitos humanos. Por muito tempo, essa prática foi naturalizada, invisibilizada ou tratada como disputa privada. O resultado é o sofrimento silencioso de mulheres e o impacto profundo no desenvolvimento emocional de crianças e adolescentes.”

Para a ONG, avançar no debate é fundamental. “O Brasil reconheceu oficialmente [por meio de resolução conjunta do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente e do Conselho Nacional dos Direitos da Mulher] a violência vicária como violência de gênero e estabeleceu diretrizes para a atuação do Sistema de Garantia de Direitos da Criança e do Adolescente, reforçando a necessidade de prevenção, proteção e resposta interinstitucional”.

Nomear a violência é o primeiro passo para enfrentá-la. Informação de qualidade também é uma forma de proteção. O Instituto Maria da Penha atua para fortalecer políticas públicas, qualificar o debate e contribuir para que nenhuma forma de violência seja tratada como invisível. A informação precisa circular para proteger vínculos, infâncias e direitos.”

A entidade alerta para as seguintes formas em que a violência vicária pode se manifestar:

- ameaças envolvendo os filhos;

- afastamento forçado da convivência;

- manipulação emocional;

- falsas acusações;

- sequestro ou retenção ilegal de crianças.

Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

Capital SOCIAL

Mais vale o bom nome do que as muitas riquezas; e o ser estimado é melhor do que a prata e o ouro ( Provérbios 22:1 ). Como o conceito expre...