10.17.2026

CRISTO, Gandhi e os cristãos

Mohandas Karamchand Gandhi (1869-1948), posteriormente conhecido como Mahatma Gandhi, nasceu em 2 de outubro de 1869, na cidade de Porbandar, no oeste da Índia. Lançando mão de desobediência civil não violenta, ele liderou a Índia no processo de independência do Império Britânico e inspirou movimentos em prol de direitos civis e liberdade no mundo inteiro. Sem negar suas convicções hinduístas, Gandhi afirmava crer “na Verdade fundamental de todas as grandes religiões do mundo” e nutria admiração especial por Jesus Cristo e Seus ensinos.

Entretanto, Gandhi percebia um forte contraste de estilo de vida entre Cristo e os cristãos. O grande líder hindu declarou: “Em minha compreensão, a mensagem de Jesus se encontra no Sermão do Monte, livre de adulterações e considerada como um todo. Se eu precisasse levar em conta apenas o Sermão do Monte e minha interpretação dele, não hesitaria em dizer: ‘Ó, sim, sou cristão.’ Mas infelizmente posso lhe dizer que, na minha humilde opinião, aquilo que se passa no cristianismo é uma negação do Sermão do Monte.” E acrescentou: “Gosto do seu Cristo, mas não de seus cristãos. Como eles são diferentes de Cristo!”

É lamentável que muitos professos cristãos não tentem imitar a Cristo, nem ter um estilo de vida cristão. Alguns têm consciência da própria fraqueza e chegam a alertar: “Faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço!” Outros tentam acalmar a própria consciência e justificar seu estilo de vida, alegando: “O que importa não é o exterior, mas o interior!” Em vez de ajudar os outros a crescer e amadurecer, algumas pessoas gostam de incentivá-las em seus baixos padrões: “Você é assim mesmo e é dessa maneira que deve ser.”

Devemos evitar julgar as pessoas, mas isso nunca deve ser usado como desculpa para nivelá-las por baixo. Podemos ter as melhores intenções; mesmo assim, porém, as pessoas avaliam quem somos – e o poder transformador de nossa religião – por nosso modo de vestir, por aquilo que comemos e bebemos, por nossa família e comportamento social. Por isso, o apelo de Cristo para nós hoje é: “Assim brilhe também a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai que está nos céus” (Mateus 5:16).

Fonte: https://esperancadoadvento.blogspot.com/2018/10/

10.16.2026

TONS musicais em CORES

Michael Torke, que se tornaria um renomado compositor, ganhou um piano aos cinco anos e começou a ter aulas. Ele amava a música e demonstrava um talento extraordinário.

Certa vez, o garoto disse à professora:

– Adoro a peça “azul”.

– Azul? – questionou a professora, confusa.

– Sim. A peça em Ré maior. O Ré maior é azul – respondeu Michael.

– Não para mim – respondeu a professora.

Ambos ficaram confusos, especialmente o menino, pois imaginava que todas as pessoas viam cores associadas aos tons musicais. Michael tinha uma condição chamada “sinestesia”, na qual a estimulação de um sentido, como a audição, ativa simultaneamente outro, como a visão. Desde a infância, ele via os tons musicais em cores fixas que não mudavam. Sol menor era amarelo brilhante; Ré menor, grafite; Fá menor, cor de terra…

A experiência musical de quem tem sinestesia deve ser fascinante. Em seu livro Musicofilia, Oliver Sacks conta como Jacques Lusseyran descreveu a sinestesia que adquiriu após perder a visão: “Quando eu fazia um som na corda lá, mi, sol ou dó, já não o ouvia. Eu olhava para ele. Tons, acordes, melodias, ritmos, tudo era imediatamente transformado em imagens, curvas, linhas, formas, paisagens e, acima de tudo, cores […]. Nos concertos, a orquestra me parecia um pintor. Eu era inundado por todas as cores do arco-íris. Se o violino tocava um solo, eu me enchia de ouro e fogo, de um vermelho tão intenso que nunca havia visto antes. Quando era a vez do oboé, um verde-claro se apoderava de mim, tão fresco que eu parecia sentir o sopro da noite […]. Eu via a música e podia falar sua linguagem.”

Nunca imaginei que som e cor pudessem se misturar de forma tão maravilhosa. Também nunca imaginei que Deus pudesse Se tornar humano para me salvar, mas Ele o fez porque me ama! Hoje, oro para que Ele lhe conceda um vislumbre de Sua glória e faça as belas melodias do Céu transbordarem em seu coração.

Porque assim diz o Alto, o Sublime, que habita a eternidade e cujo nome é Santo: “Habito no alto e santo lugar, mas habito também com o contrito e abatido de espírito, para vivificar o espírito dos abatidos e vivificar o coração dos contritos.” Isaías 57:15

Fonte: https://mais.cpb.com.br/meditacao/tons-musicais-em-cores/

10.15.2026

Para PROFESSOR

Ser professor vai muito além de ensinar uma disciplina, preencher registros, cumprir horários ou avaliar resultados. Ser educador é assumir o compromisso de contribuir para a formação de pessoas, desenvolvendo conhecimentos, competências, habilidades, valores, atitudes e, sobretudo, humanidade.


Todo professor têm qualidades a celebrar, hábitos a aperfeiçoar, desafios a superar e responsabilidades que não podem ser negligenciadas. O afeto não impede de reconhecer o que precisa melhorar; pelo contrário, é ele que dá confiança para corrigir rotas, crescer e continuar caminhando. Afinal, amar também é cuidar, orientar, cobrar quando necessário e acreditar que podemos ser melhores a cada dia.
Meu desejo é que o compromisso de cada um fortaleça o trabalho de todos e que nunca falte disposição para aprender, humildade para reconhecer nossas limitações, coragem para mudar e sensibilidade para compreender as necessidades dos estudantes.
Que o trabalho do professor seja sempre guiado pelo respeito, pela ética, pela responsabilidade, pela empatia e pelo amor à educação.
Porque, no fim das contas, o professor não está apenas ensinando conteúdos a muitos “filhos”. Está ajudando a formar pessoas que levarão um pouco do professor para a vida inteira.
Com carinho, respeito e gratidão.

Rejane Lopes

10.14.2026

Correios disponibilizam COLETA PARA DESCARTE DE ELETROELETRÔNICOS

Medida é adotada nesta quarta, Dia Internacional do Lixo Eletrônico.

Todas as 6.868 agências dos Correios no Brasil que têm o serviço Balcão Cidadão disponibilizaram, a partir desta quarta-feira (14), Dia Internacional do Lixo Eletrônico, o serviço de coleta de eletroeletrônicos pós-consumo. O serviço é gratuito e recebe equipamentos de até 30 quilos.

Os pontos de coleta dos Correios agora integram o Sistema de Logística Reversa Circulare, por meio de parceria com a empresa Circular Brain, que já realizava a coleta gratuita de grandes eletrodomésticos.

“Milhões de brasileiros já utilizam as agências dos Correios em seu dia a dia. Agora, essa capilaridade também contribui para que a população tenha mais facilidade para dar a destinação correta a equipamentos eletrônicos sem uso”, destaca o presidente dos Correios, Emmanoel Rondon.

Serão recebidos itens como celulares, notebooks, tablets, fones de ouvido, cabos e outros eletroeletrônicos de pequeno porte, que devem ser acondicionados em uma caixa aberta de até 1 metro cúbico. Pilhas, baterias e lâmpadas não poderão ser descartadas no local.

Na agência dos Correios, o cliente faz a entrega do volume para checagem do conteúdo pelo atendente e informa nome, CPF, endereço, e-mail e telefone, para a emissão de um comprovante de envio. O fechamento da embalagem é feito no local.

Cada equipamento é destinado ao parceiro do sistema de logística reversa que seja homologado junto à rede e todo o processo é rastreado até a destinação final de cada equipamento.

Segundo Marcus Oliveira, diretor executivo da Circular Brain, muitas pessoas guardam esses pequenos eletrônicos em casa por não saberem como dar a destinação adequada e também por não haver ponto de entrega voluntária em suas cidades.

“Agora, é só juntar os aparelhos numa caixa e passar no Correio mais próximo quando for resolver outra questão”, acrescenta.

Brasil

De acordo com o último Monitor Global de Resíduos Eletrônicos, elaborado pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 2024, o Brasil é o terceiro maior gerador de resíduos eletrônicos na América do Sul e gera 2,4 milhões de toneladas ao ano.

Desse volume, apenas 3% são coletados, apesar da Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei 12.305/2010) e o decreto 10.240/2020 obrigarem fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes a estruturar a logística reversa de eletroeletrônicos de uso doméstico, com metas de coleta e pontos de entrega distribuídos pelos municípios.

Marcus Oliveira lembra que além de contaminar o solo, a água e trazer riscos à saúde, o descarte inadequado também é um desperdício de matéria-prima para a indústria, assim como o não descarte.

“Quando ficam parados em casa, sem utilidade, esses eletrônicos deixam de ser reciclados. Com isso, a indústria perde muitas matérias-primas que poderiam voltar à cadeia produtiva sem a necessidade de explorar novamente o meio ambiente”, conclui.

Fonte: Agência Brasil

10.13.2026

FIM DA ESCALA 6X1: Davi marca votação em 1º turno para quarta

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, marcou para a próxima quarta-feira (14) a votação em primeiro turno da proposta de emenda à Constituição que põe fim à jornada de trabalho 6x1. Antes de ir a voto, matéria precisa passar por duas sessões de discussão, agendadas para terça (13) e quarta.

Em nota divulgada na noite de sexta-feira (9), Davi reforçou o compromisso de colocar a proposta em votação “com responsabilidade, diálogo e respeito ao rito regimental” (leia a íntegra abaixo). “Caberá a cada senador e a cada senadora decidir com liberdade, consciência e convicção. O Senado segue trabalhando pelos brasileiros”, destacou.

A PEC 221/2019 está em discussão no Plenário após ser aprovada pela Câmara dos Deputados. O texto, que reduz a jornada de trabalho para 40 horas semanais sem corte de salários, foi debatida pelos senadores nesta semana por três sessões seguidas.

De acordo com o Regimento do Senado, depois do primeiro turno, a proposta precisa ser debatida em outras três sessões de discussão. Só então pode ser votada em segundo turno. Por esse rito, a votação da PEC do fim da 6x1 ainda poderia ser concluída em outubro.

A proposta já recebeu 36 emendas, todas rejeitadas pelo relator, o senador Omar Aziz (PSD-AM). Senadores ainda podem apresentar outras emendas em Plenário, entretanto.

Calendário especial

Na quarta-feira (7), o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, disse que a votação poderia ocorrer antes disso, caso senadores apresentem requerimento de calendário especial para a PEC.

De acordo com Davi, não há requerimento com essa finalidade apresentado à Mesa. Ele garantiu que, caso seja apresentado, o requerimento será incluído na pauta para deliberação, como ocorre com proposições semelhantes.

— Se o requerimento aparecer, eu vou colocar para deliberação, e o Plenário é soberano, a vontade da maioria vai prevalecer — disse Davi à imprensa.
Para ser aprovada, uma proposta de emenda à Constituição precisa passar por cinco sessões de discussão antes da votação em primeiro turno, e por mais três sessões de discussão para votação em segundo turno, tudo no Plenário. 

A primeira sessão de discussão da proposta foi na terça-feira (6) e a segunda, na quarta-feira (7). A terceira sessão de discussão da PEC aconteceu na quinta-feira (8).

Durante a semana, a líder do governo no Senado, senadora Teresa Leitão (PT-PE), disse que está coletando assinaturas para um requerimento de calendário especial, para acelerar a tramitação da proposta. Com isso, haveria a possibilidade de a PEC do fim da 6x1 ter sua votação concluída na penúltima semana de outubro.

Leia aqui a nota de Davi Alcolumbre:

COMUNICADO

Pautei para quarta-feira (14) a votação, em primeiro turno, da PEC 221, de 2019, que trata do fim da escala 6x1.

Cumpro, assim, o compromisso de colocar a proposta em votação, com responsabilidade, diálogo e respeito ao rito regimental. Caberá a cada senador e a cada senadora decidir com liberdade, consciência e convicção.

O Senado segue trabalhando pelos brasileiros.

Davi Alcolumbre
Presidente do Senado Federal e do Congresso Nacional

Fonte: Agência Senado

10.12.2026

CITAÇÃO - Orientação da CRIANÇA

"Suplico a vocês: não corrijam seus filhos com ira. Mais do que nunca, este é o tempo em que vocês devem agir com humildade, paciência e oração. [...] Quando vocês forem obrigados a corrigir um filho, não aumentem o tom de vocês. Não percam o domínio próprio. O pai que, ao corrigir o filho, dá vazão à raiva, está mais em falta do que a criança." (Livro Orientação da Criança, pp. 245-246). 

10.11.2026

Quem foi o BISAVÔ DE NELSON PIQUET que virou nome de CIDADE NO CEARÁ?

Engenheiro ajudou a definir como o Estado combateria a seca.

Um fluminense que auxiliou o Ceará a construir as primeiras estruturas de combate à seca, além de protagonizar o início da história ferroviária do Estado. É assim que pode ser resumida a relação do engenheiro civil Bernardo Piquet Carneiro com o território cearense, que o homenageia com um município homônimo na região do Sertão Central.

Nascido no estado do Rio de Janeiro, em 1860, ele iniciou a vida profissional na construção do que viria a ser uma das mais importantes ferrovias do Rio Grande do Sul daquela época: a Estrada de Ferro de Porto Alegre e Uruguaiana, conforme detalha o professor José Bonifácio de Sousa em artigo no Instituto do Ceará (Histórico, Geográfico e Antropológico). 

Devido à experiência, aos 37 anos, foi transferido ao Ceará, onde assumiu a presidência da estatal Rede de Viação Cearense (RVC), na qual passou a atuar na administração das obras e, posteriormente, no funcionamento da primeira via férrea do Estado: a Estrada de Ferro de Baturité.

Ligando Fortaleza à região do Cariri, a linha representava a modernização local na época do Brasil Império (1822-1889), como define a historiadora Ana Isabel Ribeiro, em sua tese de doutorado na Universidade Federal do Ceará (UFC).

Inclusive, a estrada está diretamente ligada ao surgimento do município de Piquet Carneiro. Conhecida à época como "povoado de Jirau", a localidade foi avaliada como estratégica pela RVC, que instalou uma das estações do itinerário na vila em 1907, sete anos após o engenheiro fluminense deixar de atuar na ferrovia. 

A parada estimulou o crescimento local, que, ainda com o topônimo original, foi elevado ao status de distrito de Senador Pompeu, em 1933. A mudança de nome para Piquet Carneiro aconteceu somente em 1938, dois anos após o profissional morrer, em uma homenagem póstuma feita pelo então presidente brasileiro, Getúlio Vargas. 

Engenheiro definiu como Ceará combateria a falta d’água

Porém, antes de virar nome de logradouro no Ceará, o engenheiro civil usou os conhecimentos técnicos e o talento administrativo para auxiliar na construção das primeiras estruturas de combate à seca no Estado, que também foram pioneiras no Brasil. 

A mando do governo imperial de Dom Pedro II, Piquet Carneiro deu início, em 1900 — ano em que os cearenses enfrentavam mais uma estiagem —, às obras do primeiro reservatório artificial do País: o açude Cedro, no município de Quixadá, no Sertão Central. 

Ainda conforme Sousa, além de atuar no projeto da barragem, o profissional foi responsável por organizar o plano de irrigação da estrutura e, respectivamente, projetar a rede de canais que beneficiaria, na época, mais de mil hectares de terras voltadas à agricultura próximas ao açude. 

Ao todo, a prática de Piquet Carneiro em obras de combate à seca se estendeu por nove anos, período em que usou a experiência adquirida no açude do Cedro para contribuir com outros reservatórios artificiais no Ceará e no Rio Grande do Norte. 

Então, em 1909, encerrou o ciclo hídrico, retornando ao setor ferroviário como Chefe do 1º Distrito de Fiscalização de Estradas de Ferro, com jurisdição na região Nordeste. No período, voltou a atuar com a Estrada de Ferro de Baturité, na época arrendada para a companhia britânica South American Railway Construction Company Limited. 

Ele permaneceu no cargo até 1914, quando definitivamente deixou as terras cearenses e retornou ao Rio de Janeiro. Antes de se aposentar, em 1921, o engenheiro ainda trabalhou na extinta Inspetoria Federal das Estradas, órgão federal que fiscalizava as estradas de ferro e de rodagem da União. 

Além de nomear cidade, Piquet Carneiro também batiza rua no CE

Mais do que topônimo do município do Sertão Central, o engenheiro também é homenageado em outro endereço na mesma região cearense. Desta vez, em vez de batizar uma localidade, nomeia um logradouro em Quixadá: a Rua Dr. Bernardo Piquet Carneiro, no bairro Curicaca. 

O tributo ganha mais uma camada quando se considera que Quixadá seria o local preferido do engenheiro nos anos em que residiu no Ceará. Para ele, a cidade “deveria ser refúgio dos homens de coração bem formado e dos que amassem a Deus pela contemplação da natureza”, segundo parafraseia Sousa no artigo ao Instituto do Ceará. 

A paixão seria justificada tanto pelas belezas naturais do município quanto pelas lembranças vividas nele, onde o profissional viu nascer os primeiros filhos e cultivou amizades, inclusive com os trabalhadores que atuaram na construção do açude de Cedro.  

Um sudestino com olhar voltado ao Nordeste

Ao dedicar quase duas décadas dos 37 anos de carreira ao Nordeste, em especial ao Ceará, Piquet Carneiro sempre tratava os desafios da região como um problema nacional, como destaca Sousa ao citar um trecho escrito pelo próprio engenheiro em 1911: 

"Os futuros governos tenham constantemente em vista que a prosperidade do País e seu equilíbrio financeiro não dependem somente da valorização do café, dos processos aperfeiçoados da cultura da cana, da penetração das estradas de ferro, etc., mas também e muito da solução do problema do Nordeste.”

Para ele, a saída para os obstáculos característicos da região, majoritariamente semiárida, residiam no aproveitamento do lençol freático por meio de barragens submersas e no uso de açudes para irrigação e para atividades particulares, além do investimento em culturas resistentes ao clima, como algodão e carnaúba, e da subordinação da lavoura e da pecuária às características do solo local. 

Piquet Carneiro faleceu em 31 de outubro de 1936, no Rio de Janeiro, aos 76 anos. Ao noticiar a morte do engenheiro, o extinto jornal cearense “A Razao” destacou as contribuições ao progresso do Estado protagonizadas pelo profissional, classificado como "exemplo de honradez, atividade e dedicação ao público serviço".

O talento da família Piquet não parou no engenheiro. O bisneto do profissional é o automobilista Nelson Piquet, tricampeão mundial de Fórmula 1, nos anos de 1981, 1983 e 1987. Ele é filho de Clotilde Piquet, neta de Bernardo.

Fonte: https://diariodonordeste.verdesmares.com.br/

CRISTO, Gandhi e os cristãos

M ohandas Karamchand Gandhi (1869-1948), posteriormente conhecido como Mahatma Gandhi, nasceu em  2 de outubro de 1869 , na cidade de Porban...