4.28.2026

VACINAÇÃO: O esquema de vacinação contra a COVID-19 no BRASIL continua

O Ministério da Saúde enviou mais 2,2 milhões de doses contra Covid-19 aos estados e mantém estoques garantidos no país. Com entregas regulares e nova remessa, mais de 6,3 milhões de doses foram enviadas aos estados somente neste ano

As vacinas ofertadas pelo SUS são as mais atualizadas contra as cepas em circulação e seguem recomendadas de forma prioritária para os grupos mais vulneráveis. “As vacinas continuam sendo a principal forma de prevenir casos graves, hospitalizações e mortes pela doença. O Brasil tem doses suficientes e segue garantindo o acesso da população à imunização”, afirma o diretor do Programa Nacional de Imunizações do Ministério da Saúde, Eder Gatti.

O Ministério da Saúde mantém estoque para atender todo o país. A distribuição das doses às unidades de saúde e a organização da logística local são de responsabilidade dos estados e municípios, que gerenciam seus estoques, controle de validade e aplicação das doses.

O envio é feito por meio de pauta automática, baseada em critérios como estimativa da população-alvo e o número de doses aplicadas. Estados podem formalizar solicitações adicionais caso identifiquem necessidades excepcionais. Quando acionado, o Ministério realiza o envio de mais doses.

QUEM DEVE SE VACINAR?

O esquema de vacinação contra a Covid-19 no Brasil segue diretrizes atualizadas, estruturadas conforme faixa etária e condições de saúde, com foco na proteção dos grupos mais vulneráveis:

  • Idosos (a partir de 60 anos ou mais): duas doses, com intervalo de 6 meses entre elas;

  • Gestantes: uma dose a cada gestação, em qualquer idade e fase gestacional, respeitando intervalo mínimo de 6 meses desde a última dose;

  • Crianças (6 meses a menores de 5 anos): esquema básico de duas ou três doses, conforme o imunizante;

  • Pessoas imunocomprometidas (a partir de 6 meses de idade): esquema básico com três doses e recomendação de doses periódicas (uma dose semestral, com intervalo mínimo de seis meses);

  • População geral (5 a 59 anos): uma dose para pessoas não vacinadas anteriormente.

A estratégia de vacinação também contempla outros grupos especiais, como trabalhadores da saúde, pessoas com comorbidades, pessoas com deficiência permanente, povos indígenas, comunidades quilombolas e ribeirinhas, população privada de liberdade, pessoas em situação de rua e trabalhadores dos Correios.

A orientação é que a população procure a unidade de saúde mais próxima para verificar a situação vacinal e manter a proteção em dia.

CENÁRIO EPIDEMIOLÓGICO

A Covid-19 é uma infecção respiratória causada pelo SARS-CoV-2, com potencial de agravamento, especialmente em grupos de maior risco, podendo evoluir para óbito. Em 2026, até 11 de abril, foram registrados 62.586 casos de síndrome gripal (SG) por Covid-19. Também foram notificados 30.871 casos de síndrome respiratória aguda grave (SRAG), sendo 4,7% por Covid-19 (1.456 casos), com 188 óbitos de SRAG por Covid-19.

Diante desse cenário, a vacinação continua sendo a principal forma de proteção. As vacinas oferecidas gratuitamente pelo SUS são seguras e eficazes para prevenir casos graves, hospitalizações e óbitos. Por isso, é fundamental manter o esquema vacinal atualizado, especialmente entre os grupos mais vulneráveis.

Fonte:https://www.gov.br/saude/pt-br

FIM DA ESCALA 6X1: estudos divergem sobre impactos no PIB e inflação

Impactos da redução de jornada viram disputa entre economistas.

As propostas de redução da jornada de trabalho no Brasil, em tramitação no Congresso Nacional, têm mobilizado pesquisadores sobre os possíveis impactos da medida na economia, a partir do fim da escala de seis dias de trabalho por um de descanso, a chamada 6x1.  

De um lado, estudos de entidades que representam o empresariado, as chamadas confederações patronais, projetam queda no Produto Interno Bruto (PIB) e alta da inflação.

Por outra perspectiva, análises da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) desenham um cenário diferente, com impactos reduzidos atingindo apenas alguns setores, além da criação de mais empregos e possível aumento do PIB.  

Para a economista da Unicamp Marilane Teixeira, a diferença entre as pesquisas sobre os custos econômicos da redução da jornada ocorre porque não se trata de um debate puramente técnico, mas político. 

Parte significativa da literatura econômica que discute o assunto parte de modelos que assumem, como regra, que qualquer redução na quantidade de horas trabalhadas levará, inevitavelmente, à redução da produção e da renda – ignorando, assim, os ajustes dinâmicos que historicamente ocorrem no mercado de trabalho”, aponta. 

Membro do Centro de Estudos Sindicais e de Economia do Trabalho (Cesite), Marilene defende que a resistência à redução da jornada, por parte dos empregadores, pode levar a projeções alarmistas.  

Do ponto de vista dos empregadores, é claro que, qualquer mudança é vista a partir do seu negócio. Eles não olham a economia como um todo, mas isso traz benefícios para o conjunto da sociedade”, acredita. 

PREVISÕES

pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI) calcula uma perda de R$ 76 bilhões no PIB brasileiro (-0,7%) com a redução da jornada das atuais 44 para 40 horas. No caso da indústria, o PIB cairia 1,2%. 

Nossa indústria vai perder participação no mercado doméstico e internacional, a partir da redução nas exportações e da alta nas importações”, destaca o presidente da CNI, Ricardo Alban. 

Já a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), que reúne empresários desses setores, afirma que a redução da jornada aumentaria os custos sobre a folha salarial em 21%. A estimativa da CNC cita que o repasse de preços ao consumidor poderia chegar a 13%.  Já a CNI aponta para altas nos preços de 6,2%, em média. 

Sem redução dos salários nominais, espera-se por impactos significativos sobre a rentabilidade da atividade comercial no Brasil”, diz a CNC. 

CUSTO X BENEFÍCIOS

estudo do Ipea afirma que a alta no custo das empresas com os trabalhadores, a partir da redução da jornada, não passaria dos 10%, no caso dos setores mais impactados. Na média, a previsão é de um custo extra do trabalho de 7,8%.   

Porém, considerando o custo total das empresas, conta que engloba o conjunto de gastos, o impacto da redução da jornada varia de 1%, em setores como comércio e indústria, a até 6,6%, no caso do ramo de vigilância e segurança. 

Os resultados indicam que a maioria dos setores produtivos apresenta capacidade de absorver aumentos nos custos do trabalho, ainda que alguns segmentos demandem atenção específica”, diz o estudo do Ipea. 

A exceção seriam as empresas com até nove trabalhadores, que empregam cerca de 25% dos assalariados formais do país. Segundo o Ipea, esses negócios podem precisar de apoio estatal para transição à nova jornada de trabalho.   

Um dos autores do estudo do Ipea, Felipe Pateo, afirma que o levantamento da CNC não demonstra, “de forma transparente”, como eles chegaram ao aumento de 21% no custo do trabalho. 

Mesmo olhando só para o custo do trabalho em si, a gente mostra que, matematicamente, não tem como esse aumento ser maior do que 10% porque é exatamente o tempo de horas que o empregador vai perder em relação ao trabalhador que faz 44 horas semanais”, afirmou. 

A Agência Brasil procurou a CNC para comentar as divergências, mas não obteve retorno até o fechamento desta reportagem. 

INFLAÇÃO DOS PREÇOS

Projeções de aumento de preços com o fim da escala 6x1 são destaque nos estudos de entidades patronais como CNC e CNI, que argumentam que o aumento do custo da mão de obra será repassado ao consumidor final.   

O economista da CNI Marcelo Azevedo pondera que a necessidade de contratar mais vai gerar aumento de custos na ponta. 

Tem aumento de custo porque o valor do salário-hora aumentou, então vai ter aumento de custo. Todos os produtos vão ter aumento. Isso é um efeito que vai se acumulando porque cada setor tem o mesmo problema”, explica. 

Por sua vez, o economista do Ipea Felipe Pateo avalia que o impacto inflacionário será limitado, lembrando que os empresários podem ainda absorver essa diferença com redução de lucros. 

O aumento no custo operacional é de 1%. Se o empresário repassar integralmente esse aumento, vai ser um aumento de 1% no preço do produto”, afirma Pateo. 

Já a economista da Unicamp, Marilane Teixeira, avalia que não há risco de aumento generalizado de preços. 

Se fosse assim, então, toda vez que eleva o salário mínimo, você teria um aumento da inflação exponencial porque o salário mínimo tem impacto para o conjunto da economia”, compara. 

Ela acrescenta que praticamente todos os setores da economia atuam com capacidade ociosa, que permite aumentar a oferta em caso de pressão no lado da demanda. 

Essa ideia de que uma elevação marginal no custo do trabalho pela contratação gera inflação, não se sustenta. O impacto disso no custo total é tão marginal que é óbvio que não vai impactar no preço do produto. E se a empresa compete, ele não vai reajustar preço porque corre o risco de perder cliente para o concorrente”, justifica. 

A nota técnica do Ipea sustenta que a redução da jornada terá efeito semelhante a de aumentos do salário mínimo e afirma que as projeções que preveem redução do PIB e do emprego não são respaldadas por estudos que analisam a experiência histórica brasileira. 

Aumentos reais [do salário mínimo], que chegaram a 12% em 2001, 7,6% em 2012 e 5,6% em 2024, não causaram efeitos negativos sobre o nível de emprego”, diz a nota técnica do Ipea. 

DIVERGÊNCIAS

A divergência entre as pesquisas ocorre porque os levantamentos partem de pressupostos e premissas diferentes para calcular os impactos sobre o PIB e inflação, por exemplo.  

O estudo da Unicamp parte da premissa de que a redução da jornada vai incentivar os empregadores a contratar mais. Em contrapartida, o estudo da CNI parte do pressuposto de que a redução do total de horas trabalhadas diminuiria o total do produto final. 

O gerente de análise econômica da CNI, Marcelo Azevedo, explicou à Agência Brasil que os estudos de projeções econômicas simplificam a realidade e precisam definir hipóteses para fazer projeções de impactos da mudança. 

Você pode assumir que vai ter ganho de produtividade, você pode assumir que não vai ter ganho de produtividade. E tudo bem. Isso faz parte dos estudos, desde que bem explicitados que tipo de hipótese você está assumindo. Não à toa você tem visões diferentes e não necessariamente erradas, mesmo que conflitantes”, pondera. 

Marilene ressalta que a diferença entre as pesquisas não é resultado de uma manipulação das evidências. A partir dos mesmos dados, pode-se chegar a resultados distintos em razão da perspectiva política, econômica e social que o pesquisador tem do contexto que se analisa. 

É um conflito que chamamos de conflito distributivo. É uma disputa para definir para onde canalizar os lucros, a renda do trabalho, o salário e o consumo. O que está em disputa são os ganhos da produtividade”, completa. 

PRODUTIVIDADE

O estudo da CNI aponta que a redução da jornada de trabalho vai impactar a competitividade das empresas. Ele avalia como improvável o aumento da produtividade para compensar a redução das horas trabalhadas. 

Ao aumentar a produtividade, uma empresa pode produzir o mesmo com menos tempo de trabalho. 

A gente, infelizmente, e por diversas razões que não são simples de contornar, está com uma produtividade estagnada há muito tempo. Ela é baixa frente aos outros países. Acho difícil apostar numa melhora significativa de produtividade”, explicou à Agência Brasil o gerente de análise econômica da CNI, Marcelo Azevedo. 

A economista Marilane Teixeira aponta que, mesmo com uma jornada relativamente extensa como a brasileira, a produtividade se mantém estagnada. 

Portanto, não é a jornada de trabalho que vai resolver o problema da produtividade. Talvez, até reduzindo a jornada de trabalho, você possa melhorar a produtividade porque as pessoas vão estar mais descansadas”, completa. 

O técnico do Ipea Felipe Pateo afirma que há muitas possibilidades para adequação das empresas frente a redução da jornada, não sendo possível antecipar uma queda no PIB. 

A hora liberada do trabalhador pode gerar também maior produção, maior consumo. Pode fazer com que as outras atividades, no tempo livre, tenham uma dinâmica positiva na economia”, explica.   

EVOLUÇÃO HISTÓRICA

Em 1988, a Constituição brasileira reduziu a jornada de trabalho de 48 para 44 horas semanais. Em 2002, economistas da PUC Rio e da Universidade de São Paulo (USP) publicaram estudo que não identificou efeitos negativos no nível de emprego. 

As mudanças relacionadas à jornada de trabalho em 1988 não aumentaram a probabilidade de o trabalhador afetado perder o emprego e diminuíram a sua probabilidade de sair da força de trabalho no ano seguinte à mudança regulatória”. 

O economista da CNI Marcelo Azevedo questiona a comparação da redução atual da jornada com a que foi realizada durante a Constituição de 1988, alegando que a economia mudou muito nesses 40 anos…

Fonte: Agência Brasil 

4.27.2026

PF e SENAD iniciam 55ª fase da OPERAÇÃO NOVA ALIANÇA no Paraguai

Ação conjunta intensifica combate ao narcotráfico na região de Amambay. 

A Polícia Federal e a Secretaria Nacional Antidrogas do Paraguai (SENAD/PY) iniciam, nesta segunda-feira (27/4), a 55ª fase da Operação Nova Aliança, uma das principais iniciativas de cooperação internacional no enfrentamento ao narcotráfico na América do Sul. A operação seguirá até o dia 8 de maio e contará com apoio da Força-Tarefa Conjunta e do Ministério Público do Paraguai.

Nesta etapa, as ações estarão concentradas na região de fronteira, historicamente impactada pelo cultivo ilícito de cannabis e pela atuação de organizações criminosas transnacionais. As equipes realizarão operações aéreas e terrestres voltadas à localização, à erradicação e à destruição de plantações ilegais, bem como à desarticulação de estruturas utilizadas para a produção e para o armazenamento de drogas.

A nova fase dá continuidade aos resultados expressivos alcançados na etapa anterior, quando foram erradicados 95 hectares de cultivos ilícitos, desativados 7 acampamentos criminosos e retiradas de circulação, aproximadamente, 291 toneladas de maconha, evidenciando o impacto direto das ações na cadeia produtiva do narcotráfico.

Criada em 2012, a Operação Nova Aliança consolidou-se como um marco da cooperação bilateral entre Brasil e Paraguai, acumulando resultados relevantes na redução da oferta de drogas ilícitas. A iniciativa contribui diretamente para o enfraquecimento do crime organizado, para a proteção da saúde pública e para a preservação ambiental nas regiões afetadas.

Fonte: https://www.gov.br/pf/pt-br/assuntos/noticias/2026/04

LITERATURA - NOVO LIVRO do ESCRITOR, PROFESSOR e ARTISTA PLÁSTICO Emiliano

Prepare-se para uma jornada épica, mas com um sotaque que você conhece bem. Em "A Divina Comédia Cearense", o escritor, professor e artista plástico Emiliano Pinheiro Véras promove um encontro inusitado entre o clássico de Dante Alighieri e o DNA do Ceará.

Nesta releitura vibrante, o sol escaldante do Nordeste e as nuances do cotidiano local substituem as paisagens sombrias da obra original. Através de uma narrativa que transita com maestria entre a ficção, o humor e a crítica social, o autor conduz o protagonista por uma trajetória peculiar, onde a política, a religião e os costumes regionais são passados pelo crivo da ironia e da sátira.

O que esperar deste livro:

Regionalismo e Humor: Uma brincadeira inteligente com estereótipos e situações típicas do Ceará, elevando o pitoresco ao status de épico.

Crítica Social Afiada: Com o olhar atento de quem domina a gramática e a literatura, Emiliano utiliza a sátira para refletir sobre as contradições da sociedade brasileira.

Intertextualidade Criativa: Uma homenagem à "Divina Comédia" original, adaptada com o tempero e a irreverência que só o humor cearense possui.

Seja você um amante dos clássicos ou um entusiasta da cultura nordestina, esta obra oferece uma experiência de leitura leve, porém profunda.

Fonte: https://www.facebook.com/emiliano.veras

4.26.2026

CIRO GOMES: pré-candidato a PRESIDENTE ou GOVERNADOR? Decisão será no mês de MAIO

DE VOLTA AO NINHO TUCANO

Ciro Gomes, atualmente pré-candidato a governador do Ceará, afirmou que avaliará a proposta do PSDB. Ele retornou ao partido em outubro do ano passado, depois de ser o primeiro governador eleito pelo PSDB, em 1990. Aécio Neves destacou a importância de Ciro para o cenário político nacional, incentivando-o a se colocar como uma alternativa para o país em um momento de polarização política.

Ciro tem um projeto bem-sucedido no Ceará, mas é um nome que transcende as fronteiras do estado. Ele pode liderar um novo caminho para o Brasil, um caminho de centro democrático, com uma economia liberal, inclusiva e responsável na gestão pública. É o que o PSDB sempre defendeu e o que o Brasil precisa”, afirmou Aécio.

Ciro Gomes, por sua vez, reconheceu a gravidade do cenário político brasileiro, mas pediu tempo para amadurecer a decisão com respeito a suas responsabilidades no Ceará. “Não descarto a possibilidade, mas é algo que precisa ser amadurecido com responsabilidade”, disse Ciro. (https://www.psdb.org.br/acompanhe/noticias)

DECISÃO SERÁ EM MAIO

Ciro diz que decisão sobre disputar Presidência ou Governo do Ceará será tomada em maio

O presidente do PSDB Ceará, Ciro Gomes, cotado para disputar a Presidência da República ou o Governo do Ceará em 2026, disse que deve tomar uma decisão até o final da primeira quinzena de maio. A declaração foi feita durante evento do PSDB em São Paulo, no sábado (25), e confirmada pela assessoria de imprensa do partido no Ceará. 

Na agenda, o ex-ministro voltou a falar sobre suas pretensões políticas. "Se nós estivéssemos conversando a 150 dias atrás, eu não poderia andar mentindo, dizendo que não queria ser presidente do Brasil. Eu quis muito, mas não consegui e, na última eleição, eu me senti profundamente humilhado por uma campanha fascista que negou a mim o direito de disputar. Eu, se tivesse juízo mesmo, não chegaria mais perto dessa quadra política fascista, nem para dar os parabéns, nem os pêsames", disse Ciro, em coletiva de imprensa.

"Eu me obrigo, por respeito, a pensar e a amadurecer o assunto. Devo, na primeira quinzena de maio, no fim da primeira quinzena, tomar essa decisão", disse Ciro, no sábado (25). (https://diariodonordeste.verdesmares.com.br/pontopoder)

4.25.2026

Usar o TEMPO com sabedoria

Você pode parar um relógio, mas não a passagem do tempo. O tempo não espera; continua avançando mesmo que fiquemos imóveis e não façamos nada.

O que os seguintes textos ensinam sobre o nosso tempo na Terra? (Tiago 4:14; Salmos 39:4, 5; 90:10, 12; Eclesiastes 3:6-8). Qual é o valor do nosso tempo?

Somos como a neblina passageira; nossos dias na Terra são muito curtos. Precisamos usar com sabedoria o tempo que temos aqui.

Visto que o tempo é tão limitado e não volta atrás, é importante que os cristãos o administrem bem. Portanto, devemos desenvolver o hábito de usar o tempo com sabedoria, concentrando-nos naquilo que é importante nesta vida e na vida futura. Devemos administrar o tempo com base no que a Palavra de Deus revela como sendo importante, pois uma vez que o tempo acaba, ele não pode ser renovado. Se perdemos dinheiro, podemos recuperá-lo, e talvez obter até mais do que o montante perdido. Não é assim com o tempo. Um minuto perdido está perdido para sempre. É mais fácil colocar um ovo quebrado de volta em sua casca do que voltar um momento no passado. O tempo é um dos bens mais preciosos que Deus nos deu. Então, é importante desenvolver o hábito de aproveitar ao máximo cada momento.

Nosso tempo pertence a Deus. Cada momento é Seu, e estamos sob a mais solene obrigação de aproveitá-lo para Sua glória. De nenhum talento que nos concedeu requererá Ele mais estrita conta do que de nosso tempo. O valor do tempo supera toda computação. Cristo considerava precioso todo momento, e assim devemos considerá-lo. A vida é muito curta para ser desperdiçada. Temos somente poucos dias de graça para nos prepararmos para a eternidade. Não temos tempo para dissipar, tempo para devotar aos prazeres egoístas, tempo para contemporizar com o pecado” (Ellen G. White, Parábolas de Jesus, p. 342).

Leia Efésios 5:15, 16. O que Paulo quis dizer nesse texto? Como podemos aplicar essas palavras à nossa vida?

Porque nós somos de ontem e nada sabemos; porquanto nossos dias sobre a terra são como a sombra” (Jó 8:9).

Fonte: https://esperancadoadvento.blogspot.com/ 

4.24.2026

NÃO COMETA o ERRO de Sir Walter

Sir Walter Raleigh foi um dos homens mais brilhantes da corte da rainha Elizabeth I da Inglaterra. Cientista experiente e poeta talentoso, deixou obras ainda hoje consideradas excelentes. Além disso, destacou-se como líder, empresário dinâmico e grande capitão naval. Era também um cortesão carismático, capaz de cativar a própria rainha. No entanto, aonde quer que fosse, encontrava oposição. Mais tarde, caiu em desgraça, foi preso e morreu decapitado.

Raleigh não compreendia a hostilidade dos outros cortesãos. Sem disfarçar suas habilidades e qualidades, exibia-as com confiança, certo de que impressionaria as pessoas e conquistaria amigos. Entretanto, essa atitude apenas lhe rendeu inimigos silenciosos, que, sentindo-se inferiores, esperavam qualquer deslize para arruiná-lo.

No fim, sua execução ocorreu sob a acusação de traição, pois a inveja sempre encontra formas de mascarar seu caráter destrutivo. E a inveja despertada por Raleigh foi das mais cruéis: nasceu de sua graça e de seus talentos naturais – qualidades que ele acreditava dever expressar livremente.

O dinheiro é algo que pode ser conquistado. O poder também. Mas inteligência, beleza e carisma são qualidades impossíveis de adquirir. Quando o arcebispo de Retz foi promovido ao posto de cardeal, em 1651, sabia que muitos ex-colegas o invejariam. Para evitar atritos, minimizou seus méritos e agiu com humildade, fazendo de tudo para que os outros se sentissem confortáveis. Mais tarde, escreveu: “Essa estratégia reduziu a inveja que sentiam por mim, o que é o maior dos segredos.”

Como você pode ver, Deus nos instrui a considerar os outros “superiores” a nós mesmos, não apenas como uma demonstração de humildade cristã, mas também como um meio prático de viver em paz, evitando despertar ciúmes ou inveja. Tenha cuidado ao exibir suas virtudes, sejam elas físicas, mentais ou espirituais. Afinal, isso é uma questão de honestidade, pois, na realidade, tudo pertence a Deus.

Fonte: https://mais.cpb.com.br/meditacao/nao-cometa-o-erro-de-sir-walter/

VACINAÇÃO: O esquema de vacinação contra a COVID-19 no BRASIL continua

O Ministério da Saúde enviou mais 2,2 milhões de doses contra Covid-19 aos estados e mantém estoques garantidos no país. Com entregas regul...