2.06.2026

SUS passa a oferecer imunobiológico para PROTEGER BEBÊS e CRIANÇAS com comorbidades contra a BRONQUIOLITE

O nirsevimabe oferece proteção imediata contra o vírus sincicial respiratório, sem a necessidade de estimular o organismo a produzir anticorpos.

Ministério da Saúde iniciou a oferta no SUS do nirsevimabe, anticorpo que garante proteção imediata contra o vírus sincicial respiratório, principal causa de bronquiolite e de internações em bebês. A estratégia é voltada a recém-nascidos prematuros, com idade gestacional de até 36 semanas e 6 dias, e a crianças de até 23 meses com comorbidades. Com 300 mil doses distribuídas, todos os estados estão abastecidos para o início imediato da aplicação. 

Diferentemente da vacina tradicional, o nirsevimabe é um anticorpo pronto que atua logo após a administração, sem a necessidade de estimular o organismo a desenvolver resposta imunológica ao longo do tempo. A incorporação do imunizante complementa as estratégias já adotadas pelo SUS para prevenir casos graves de bronquiolite em bebês. 

Em dezembro, o Ministério da Saúde disponibilizou no SUS, de forma inédita, a vacina contra o vírus sincicial respiratório para gestantes a partir da 28ª semana de gestação, estratégia que protege o bebê ainda durante a gravidez. Desde o início da vacinação, mais de 1 milhão de doses foram disponibilizadas, com cerca de 425 mil aplicações realizadas até o momento. 

Com a ampliação das estratégias de prevenção, o Ministério da Saúde se antecipa ao pico sazonal da bronquiolite, que ocorre a partir de março, e garante proteção, prevenção e cuidado integral às crianças, contribuindo para a redução de casos graves e de hospitalizações. 

QUEM PODE RECEBER O IMUNIZANTE?

O nirsevimabe é destinado a recém-nascidos prematuros, com idade gestacional de até 36 semanas e 6 dias, e a crianças de até 23 meses com comorbidades específicas: cardiopatia congênita, broncodisplasia, imunocomprometimento grave, síndrome de Down, fibrose cística, doença neuromuscular e anomalias congênitas das vias aéreas. 

POR QUE A OFERTA PELO SUS É FUNDAMENTAL

O vírus sincicial respiratório é responsável por cerca de 75% dos casos de bronquiolite e por 40% dos casos de pneumonia em crianças menores de dois anos. 

Em 2025, o Brasil registrou 120.176 casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) por vírus respiratórios de importância em saúde pública. Desse total, 43.946 casos (36,6%) foram diagnosticados como vírus sincicial respiratório (VSR). Entre os casos de VSR, mais de 36.218 hospitalizações ocorreram em crianças menores de dois anos, o que corresponde a 82,5% dos registros no período. 

Ministério da Saúde - Karyna Angel 

Fonte: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2026

2.05.2026

Emissão da Carteira de Identidade Nacional para COMUNIDADES DE CAMOCIM

Codes/SSPDS, em parceria com a Pefoce, realiza ação para emissão da Carteira de Identidade Nacional para comunidades de Camocim. A iniciativa iniciou na quarta-feira (04) e seguirá até a próxima sexta-feira (06).

Planejar e executar medidas para o fortalecimento da integração entre a comunidade e o Sistema de Segurança Pública do Ceará, essa é uma das competências da Coordenadoria de Defesa Social (Codes) da Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social do Ceará (SSPDS-CE). Diante disso, a coordenadoria, em parceria com a Perícia Forense do Estado do Ceará (Pefoce), iniciou na quarta-feira (04) uma ação cidadã no município de Camocim, que fica na Área Integrada de Segurança Pública 28 (AIS 28) do Ceará, com o objetivo de levar a emissão da nova Carteira de Identidade Nacional (CIN) para moradores de comunidades mais distantes da sede do município.

A iniciativa, que segue até a próxima sexta-feira (6), tem como um dos principais objetivos garantir o acesso à população mais afastada à emissão do novo documento, que é essencial para o exercício da cidadania. A missão é fruto de uma parceria entre a Codes/SSPDS, a Pefoce e os Conselhos Comunitários de Defesa Social (CCDSs) de Camocim. 

O orientador da Célula de Integração Comunitária da Codes, 1º Ten QOPM Hilário Rocha, ressaltou a importância da ação no município. “Essa ação representa muito mais do que a emissão de um documento. Ela simboliza a presença do estado junto à população, especialmente nas comunidades mais distantes. A partir do trabalho integrado entre a Codes, a Pefoce e os CCDS de Camocim, conseguimos identificar demandas reais e levar soluções concretas. A reestruturação dos Conselhos Comunitários de Defesa Social é fundamental para fortalecer o diálogo com a comunidade, renovar lideranças e garantir que os CCDS sigam atuando de forma ativa, organizada e próxima das necessidades da população”, destacou.

A ação contempla moradores dos distritos de Torta, Amarelas, Boa Esperança e Jardim das Oliveiras, além da própria população do centro de Camocim que ainda não realizou a emissão da Carteira de Identidade Nacional. A iniciativa surgiu a partir da articulação e do olhar atento dos membros dos CCDS locais, que identificaram as dificuldades enfrentadas por moradores dessas localidades para se deslocarem até os pontos de atendimento e realizarem a emissão da CIN.

A orientadora da Célula de Grupos Vulneráveis da Codes, Fabrine Bastos, destacou a relevância da emissão do documento para a população. “A emissão da nova Carteira de Identidade Nacional é um passo essencial para a inclusão social, porque sem documentação não há acesso pleno a direitos. Essa ação reforça o compromisso com a diversidade, o respeito às diferenças e o cuidado com os grupos mais vulneráveis. Vale ressaltar que a ação também promoverá a emissão da CIN para crianças atípicas com neurodivergências que estavam sem a documentação devido ao difícil acesso. O apoio e a atuação dos CCDS de Camocim foram fundamentais para que essa iniciativa acontecesse, pois são eles que conhecem a realidade dos territórios e ajudam a garantir que ninguém fique para trás”, declarou.

Ao levar o serviço para mais perto da população, a Coordenadoria de Defesa Social (Codes) reafirma o seu compromisso com a inclusão social, a defesa de direitos e o fortalecimento da cidadania, por meio de ações integradas com instituições parceiras e a comunidade.

O presidente do Conselho Comunitário de Defesa Social (CCDS) do centro de Camocim e articulador da ação, Aderaldo Rodrigues de Lima, agradeceu a ação dos órgãos de Segurança Pública no município. “Eu gostaria de agradecer a todos os envolvidos, principalmente a Codes e a todos que fazem parte da Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS). Para nós é uma benção de Deus. Nós vemos uma dificuldade muito grande para as pessoas que vêm de comunidades muito distantes, como Torta, Amarelas, Maceió, Cangalhas e outras localidades. E a gente conseguir atender a mais de 250 pessoas necessitadas que chegaram aqui às 5, 6 horas da manhã. É uma benção de Deus”, pontuou.

POSSE DOS CCDS EM CAMOCIM

Além da emissão da nova Carteira de Identidade Nacional (CIN), a programação da Codes/SSPDS, em Camocim, inclui também a posse dos novos Conselhos Comunitários de Defesa Social (CCDS) que estavam com os mandatos vencidos. Com a posse, será dado início a uma nova gestão, fortalecendo a participação comunitária, o diálogo e a construção coletiva de políticas de defesa social no município. A posse dos CCDS ocorrerá na próxima sexta-feira (06).

Fonte: https://www.sspds.ce.gov.br/2026/02/04/

2.04.2026

Deputada propõe REDUZIR JORNADA de PROFESSORES do ensino básico para 30h semanais

Atualmente, a Lei do Piso Salarial prevê jornada máxima de 40 horas por semana.

O Projeto de Lei 3674/25, da deputada Professora Luciene Cavalcante (PSOL-SP), propõe reduzir para até 30 horas semanais a jornada de referência do piso salarial nacional do magistério público da educação básica. Atualmente, a Lei do Piso Salarial prevê jornada máxima de 40 horas por semana.

O texto está em análise na Câmara dos Deputados. O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Educação; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pelos deputados e pelos senadores.

O projeto determina que a redução da jornada ocorra sem prejuízo da remuneração ou de direitos já assegurados por lei. A nova jornada máxima valerá para profissionais em atividades de docência ou de suporte pedagógico, como: direção ou administração; planejamento e inspeção; e supervisão, orientação e coordenação educacional.

A medida aplica-se a todas as etapas e modalidades da educação básica, incluindo profissionais contratados em regime temporário e terceirizados.

PROJETO

No texto do projeto, a deputada Professora Luciene argumenta que o país registra taxas de abandono em cursos de licenciatura de até 58%. Estudos citados pela deputada indicam que, se essa tendência continuar, o Brasil poderá enfrentar um déficit de 235 mil professores até 2040.

A proposta também menciona o Global Report on Teachers 2024 , da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), segundo o qual os professores brasileiros recebem, em média, 40% menos do que outros profissionais com diploma de ensino superior.

O texto ainda ressalta a importância de respeitar o tempo destinado a atividades fora da sala de aula, como planejamento e correção de exercícios, garantindo a sustentabilidade do sistema educacional.

Fonte: iclnoticias.com.br

2.03.2026

Banco Master: CPI QUER OUVIR O governador IBANEIS ROCHA , do DF

Ele não compareceu à reunião de hoje da comissão.

O presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado, senador Fabiano Contarato (PT-ES), informou nesta terça-feira (3), em Brasília, que vai pedir a convocação do governador do Distrito Federal (DF), Ibaneis Rocha (foto). Se aprovado pelo colegiado, Ibaneis será obrigado a comparecer.

Convidado a ir à sessão da CPI de hoje, Ibaneis enviou um ofício informando que mandaria o secretário de Segurança, Sandro Avelar, para representar o governo do DF. Porém, quem compareceu foi o número 2 da secretaria, o secretário-executivo Alexandre Patury.

Por esse motivo, a sessão desta terça-feira (3) da CPI está cancelada. O presidente da CPI irá apresentar requerimento para convocação do governador Ibaneis Rocha à comissão”, informou a assessoria do senador Fabiano Contarato.

O relator da CPI, senador Alessandro Vieira (MDB-SE), defendeu o convite feito a Ibaneis argumentando que, embora o DF apresente uma taxa de homicídio “controlada”, a capital é sede do poder político e econômico.

Seus gestores poderão detalhar as estratégias de combate à lavagem de dinheiro, descapitalização das facções e infiltração do crime organizado em setores da economia e do Estado”, disse Vieira no requerimento que pediu a oitiva de Ibaneis.

Agência Brasil procurou a assessoria do Governo do Distrito Federal (GDF) para comentar o tema, mas não obteve retorno até a publicação desta reportagem.

BANCO MASTER

O governador do DF está relacionado ao escândalo do Banco Master e enfrenta na Câmara Legislativa pedidos para abertura de CPI e de impeachment. O Banco de Brasília (BRB), o banco público do DF, é investigado por tentar comprar o Banco Master, que teria emitido créditos falsos para arrecadar recursos no mercado financeiro.

De acordo com as investigações, as fraudes podem chegar a R$ 17 bilhões. Diante dos indícios de fraude, o Banco Master foi liquidado pelo Banco Central.

Ibaneis nega qualquer irregularidade e diz estar tranquilo quanto à investigação envolvendo o BRB.

OUTROS GOVERNADORES

A CPI do Crime Organizado escolheu esta semana para ouvir governadores sobre a atuação do crime organizado e facções em seus estados. Na quarta-feira (4), está previsto o depoimento do governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro. Porém, a sessão também foi cancelada. O governador do Rio informou à CPI que está em agenda oficial na Europa e não poderá comparecer.  

Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

2.02.2026

Maioria é contra isenção de impostos para as igrejas e CRITICA OSTENTAÇÃO DE PASTORES

Parcela considerável dos entrevistados diz que igrejas deveriam ser mais fiscalizadas pelo governo.

Os brasileiros são majoritariamente contrários à isenção de impostos conferida a igrejas, templos e pastores. Mais do que isso: também entendem que a ostentação derivada do acúmulo de recursos por líderes religiosos é “absurda”. Mesmo com variações entre os recortes da pesquisa, a opinião contra a isenção se sustenta de forma ampla. Entre todos os grupos analisados, 60% defendem que todas as instituições religiosas devem pagar impostos (e, dentro deste grupo, 35% dizem que “não só devem pagar impostos, como deveriam ser mais fiscalizadas”).

Esse é um dos resultados da pesquisa nacional de opinião pública encomendada pelo ICL e realizada pela Ágora Consultores, que ouviu quase 10 mil pessoas das diferentes classes sociais. O levantamento foi realizado entre 17 e 23 de novembro de 2025 para conhecer o pensamento do brasileiro. As conclusões do trabalho estão sendo publicadas em primeira mão pela Revista Liberta.

O número daqueles que têm abertura a taxar instituições religiosas sobe para 71% dos pesquisados quando se incluem aqueles que são favoráveis a algum tipo de cobrança, desde que seja observada uma isenção em casos específicos – para pequenas igrejas e templos.

Quando o brasileiro se depara com a questão sobre a sensação despertada por um líder religioso “viajando de helicóptero, avião ou iate”, a proporção dos que consideram a situação “absurda” é quase idêntica à de quem deseja cobrança de impostos em qualquer cenário: 62%. Outros 28% têm opinião neutra, argumentando que, se o dinheiro vem de outras atividades, os líderes religiosos até “têm direito” a luxos desse tipo. Apenas 8% dos consultados acham a situação “normal”.Sem surpresas, os brasileiros que dizem não acreditar em Deus são aqueles com menor abertura à isenção de impostos para igrejas: 83% desejam cobrança para todos os tipos de templos, independentemente do tamanho, sendo que 72% deles apoiam uma maior fiscalização das finanças das instituições religiosas.

Por outro lado, o maior bastião de resistência aos impostos vem dos brasileiros que se identificam como evangélicos: apenas 33% defendem a cobrança de impostos para todos os templos, enquanto 46% dizem que a isenção “é essencial para a liberdade religiosa”. Os evangélicos são, de longe, o grupo com maior número de defensores da isenção como um instrumento para garantir a liberdade, quase o dobro do visto entre os praticantes da outra grande religião organizada no país, como os católicos, para quem esse número fica em 24%.

Entre os seguidores do catolicismo, a abertura à cobrança de impostos para qualquer tipo de igreja é ligeiramente menor do que a média geral da população (57%, três pontos percentuais abaixo), mas ainda assim muito acima da vista no caso dos evangélicos.

A disposição a taxar igrejas também é marcada por um contraste ideológico. Enquanto 87% dos consultados que se dizem de esquerda defendem a cobrança de impostos em qualquer cenário (e só 8% veem a isenção como válida), essa proporção despenca para 34% entre brasileiros que se definem como de direita, grupo que tem 42% de apoio à isenção.

Apesar das divergências sobre os impostos, há uma constante que perpassa as mais diversas correntes religiosas e identificações ideológicas: são minoritários os brasileiros que encaram como “normais” as cenas de ostentação por parte de líderes religiosos. Só 8% dos evangélicos, 9% dos ateus, 11% dos espíritas e dos católicos, e apenas 2% dos seguidores de outras religiões ouvidos pela pesquisa concordam com a normalização de situações do tipo.

Essa proporção segue muito baixa independentemente do recorte, ainda que com variações: para os brasileiros que se identificam com a esquerda, apenas 5% consideram a ostentação “normal”; entre os de direita, o número até sobe de forma perceptível, mas ainda é uma clara minoria, não superando a marca de 13%.

A principal discordância ocorre entre aqueles que opinam pelo caminho do meio, entre o “absurdo” e o “normal”: são aqueles que responderam à questão dizendo que “depende” da origem dos recursos, mostrando disposição a aceitar a vida opulenta de líderes religiosos, desde que ela seja bancada por atividades não relacionadas à igreja.

Outra vez, quem está mais disposto a fazer esse tipo de concessão é a parcela da população que pratica alguma religião identificada no grupo dos evangélicos: no recorte por religião, são os únicos em que o entendimento de que um líder religioso viajando de helicóptero, avião ou iate é “absurdo” fica abaixo dos 50%. São 46% com esse ponto de vida (45% dizem que depende). Entre os católicos, o número sobe para 58%, chegando a 72% entre espíritas, 75% para os praticantes de outras religiões e 78% dos que não acreditam em Deus.

O estudo consiste em uma pesquisa de opinião pública cujo universo abrange pessoas com 16 anos ou mais na República Federativa do Brasil, realizada por meio do Painel on-line da Ágora Consultores. Foi adotado um desenho amostral estratificado por Unidade da Federação (UF/Estado), com cotas populacionais conforme dados censitários e aplicação de cotas cruzadas por sexo, faixa etária e zona/área, assegurando consistência e equilíbrio na composição amostral. A amostra totalizou 9.497 entrevistas efetivas, com nível de confiança de 95% e margem de erro amostral de ±1,0 p.p. para distribuições simétricas.

Como etapa adicional de robustez, a base foi ponderada e calibrada por sexo, idade, escolaridade e áreas, e submetida a procedimentos de controle de qualidade e consistência, incluindo validações de respostas, identificação de duplicidades, checagens de coerência interna e análise de tempo de resposta.

Fonte: iclnoticias.com.br

2.01.2026

IR zero para quem ganha até 5 MIL VALE NOS SALÁRIOS PAGOS neste mês

Medida deve beneficiar 16 milhões de pessoas.

Os impactos da nova tabela do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) 2026 começam a ser percebidos nesta semana, no contracheque dos assalariados que ganham até R$ 5 mil brutos por mês. Eles estarão totalmente isentos do IR, e aqueles com renda de até R$ 7.350 terão redução gradual do imposto retido na fonte.

As alterações começaram a valem para os salários pagos a partir de janeiro, com reflexo a partir do pagamento de fevereiro.

De acordo com estimativas do Ministério da Fazenda, 16 milhões de pessoas deverão ser beneficiadas pela medida.

Com a nova regra, passam a ficar totalmente isentos do IRPF, desde que a renda mensal total não ultrapasse R$ 5 mil:

- trabalhadores com carteira assinada;

- servidores públicos;

- aposentados e pensionistas do INSS ou de regimes próprios.

A regra também se aplica ao décimo terceiro salário.

Os rendimentos acima de R$ 7.350 continuam seguindo a tabela progressiva de descontos do IR atual (até 27,5%).

DESCONHECIMENTO

Nas ruas, a reportagem da Agência Brasil também entrevistou vários trabalhadores formais que desconhecem a nova tabela do imposto de renda e as principais alterações de isenção e redução da cobrança do tributo.

O integrante do Conselho Federal de Contabilidade (CFC) Adriano Marrocos tranquiliza os trabalhadores com carteira assinada, pois a isenção para quem recebe até R$ 5 mil e os descontos graduais, para quem tem renda de R$ 5.001 a R$ 7.350, serão automáticos.

Quem tem emprego, não precisa se preocupar, pois os cálculos são automáticos nos programas que geram as folhas de pagamento. O que a pessoa deve observar é que há o cálculo combinado com o redutor adicional e o desconto simplificado.”

COMUNICAÇÃO MAIS EFICAZ

Para acabar com as dúvidas, o contador Adriano Marrocos sugere a melhoria da comunicação com os trabalhadores.

Em relação aos empregados, a sugestão é o envio de um texto explicando as mudanças e que não se trata de aumento de salário, mas de redução de imposto.”

DE ONDE VEM O DINHEIRO?

A conta da renúncia fiscal — estimada em R$ 25,4 bilhões — será paga por quem está no topo da pirâmide econômica. Para compensar a perda de arrecadação, foi criado o Imposto de Renda da Pessoa Física Mínimo (IRPFM).

Entram no cálculo os salários recebidos; lucros e dividendos; e rendimentos de aplicações financeiras tributáveis.

A estimativa do governo é de que cerca de 141 mil contribuintes serão afetados. Desde 1º de janeiro, a regra é válida para quem tem:

- renda mensal de acima de R$ 50 mil (R$ 600 mil/ano), alíquota progressiva de até 10%;

- renda acima de R$ 1,2 milhão/ano, os chamados super-ricos: alíquota mínima efetiva de 10%.

Com o do novo imposto voltado à alta renda, o contador Adriano Marrocos acredita que o impacto na arrecadação federal de tributos deve ser mínimo.

Já havia benefício de isenção para quem recebia até dois salários-mínimos (R$ 3.036). Então, a renúncia só tem a margem de R$ 3.036,01 a R$ 5 mil. De outro lado, o governo federal sancionou a cobrança de imposto de renda de parcelas que eram isentas, como a distribuição de lucros.”

NA HORA DE DECLARAR O IR

De acordo com o Ministério da Fazenda, a correção da tabela do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) vai se refletir apenas na declaração de 2027, que considera os rendimentos de 2026.

O conselheiro Adriano Marrocos explica que para a Declaração do Imposto Renda Pessoa Física anual, a ser entregue em maio deste ano, nada muda. “Esses trabalhadores ainda terão que entregá-la normalmente. O benefício teve início apenas em janeiro de 2026, ou seja, qualquer reflexo da redução do IR deverá ser percebido somente em maio de 2027.”

O Ministério da Fazenda explica que nada muda nas principais deduções do IR, no momento da declaração:

- dependentes: R$ 189,59 por mês;

- desconto simplificado mensal: até R$ 607,20;

- despesas com educação: até R$ 3.561,50 por pessoa ao ano;

- declaração anual: desconto simplificado de até R$ 17.640.

Adriano Marrocos esclarece ainda que a dispensa da entrega da declaração para quem ganha menos de R$ 5 mil em 2026 não toma por base apenas o rendimento tributável, mas os rendimentos isentos e não tributáveis, os tributáveis exclusivamente na fonte, além dos bens.

Quem tem mais de uma fonte de renda precisará complementar o imposto na declaração anual, mesmo que cada rendimento isolado seja inferior a R$ 5 mil.

Para os contribuintes que temem errar o preenchimento da declaração do imposto de renda em 2026 e 2027, a dica é observar o que está detalhado no informe disponibilizado pelas empresas obrigatoriamente no primeiro trimestre de cada ano.

Os dados gerados pelas empresas são enviados para a Receita Federal, por meio de declarações eletrônicas mensais e trimestrais. Assim, a ocorrência de erro é baixa.”

Além da necessidade de o contribuinte declarar da mesma forma que está descrito no Informe de Rendimentos, é “importante conferir os dados na declaração pré-preenchida pela Receita Federal antes de confirmar o envio”, lembra o contador.

Confira aqui a nova tabela do IRPF divulgada pela Receita Federal com as mudanças após isenção para quem ganha até R$ 5 mil e que entraram em vigor em 1º de janeiro deste ano.

Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

1.31.2026

Quem REALMENTE conquistou a EURO2016?

A final da Eurocopa, em sua edição do ano de 2016, aconteceu no país-sede, na ocasião, na França. A disputa pelo título ficou entre as seleções da França e a de Portugal.

Quando começou a partida decisiva, a seleção francesa era a favorita ao título, pois pesava em seu favor alguns fatores, tais como: estava decidindo o campeonato dentro de casa, pois era a anfitriã; de acordo com os entendidos do esporte, a seleção francesa era superior à de Portugal; já havia quarenta anos que Portugal não ganhava uma partida oficial conta os franceses. Enquanto isso, a seleção portuguesa tinha um time sem muita expressividade, contando apenas com um jogador de fama mundial, pois é considerado por prêmios recebidos durante sua carreira e pela mídia mundial um dos melhores jogadores do mundo. Todavia, um jogador sozinho não é um time, nem tão pouco uma seleção de uma nação.

Entretanto, quando se ouviu o silvo do apito final da partida que daria o título da Eurocopa daquele ano. O selecionado português foi consagrado campeão da Euro2016. Vejamos alguns detalhes que aconteceu na história da partida de futebol que levou Portugal a ganhar um título inédito para eles até então.

O assim, considerado o melhor jogador do mundo não jogou quase nada na partida decisiva, pois foi contundido por um jogador adversário ocasionando sua saída precocemente do jogo; Portugal e França terminaram o tempo normal de jogo empatados, levando a partida para uma prorrogação de tempo; na prorrogação, aconteceu o gol que deu a vitória a seleção portuguesa do pé de um jogador reserva não tão conhecido da mídia mundial futebolística.

Em resumo, o melhor jogador de Portugal não completou a partida, a França foi derrotada dentro de casa e de quebra o jogador reserva da seleção portuguesa que fez o gol da vitória era de origem africana, naturalizado português. Portanto, a Euro2016 foi decidida por um africano, com outro detalhe de que seu país era uma ex-colônia de Portugal. Fica a lição ou não de que, de quem menos se espera, os rumos da história são modificados para melhor ou pior. Pense nisso!

Por Kaká Lopes

SUS passa a oferecer imunobiológico para PROTEGER BEBÊS e CRIANÇAS com comorbidades contra a BRONQUIOLITE

O nirsevimabe oferece proteção imediata contra o vírus sincicial respiratório, sem a necessidade de estimular o organismo a produzir anticor...