No livro Patriarcas e Profetas, no capítulo segundo - A criação, a escritora cristã Ellen G. White escreveu: "Os ricos frequentemente olham com desdém para as classes trabalhadoras; mas isto está inteiramente em desacordo com o propósito de Deus ao criar o homem".
10.04.2026
10.03.2026
Quais são os cargos para votar nas ELEIÇÕES DE 2026
Só podem ir ao segundo turno as disputas aos cargos de governador e presidente. Isso ocorre caso nenhum dos candidatos obtenha no primeiro turno 50% dos votos válidos mais um — seja em cada estado, no pleito para governador, ou a nível nacional, na corrida pelo Planalto. O segundo turno, se houver, será em 25 de outubro.
O que faz um deputado?
As deputadas e os deputados estaduais são os representantes do povo no âmbito estadual. Compete a eles elaborar leis de abrangência estadual e fiscalizar os atos da pessoa que exerce a governança do estado.
As deputadas e os deputados federais são os representantes do povo no âmbito federal. Compete a eles elaborar leis de abrangência nacional e fiscalizar os atos da pessoa que exerce a Presidência da República.
Cabe aos parlamentares apresentar projetos de leis ordinárias e complementares, de decreto legislativo, de resolução e emendas à Constituição, bem como discutir e votar medidas provisórias editadas pelo Executivo e criar Comissões Parlamentares de Inquérito (CPIs).
O que faz um senador?
As senadoras e os senadores são os representantes dos estados e do DF no Congresso Nacional. Assim como os integrantes da Câmara dos Deputados, têm a prerrogativa constitucional de fazer leis e de fiscalizar os atos do Poder Executivo.
Além disso, a Constituição Federal prevê como competência privativa do Senado: processar e julgar, nos crimes de responsabilidade, os que ocupam os cargos de presidente e vice-presidente, os ministros de Estado e os comandantes da Marinha, do Exército e da Aeronáutica, os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), os membros do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e do Conselho Nacional do Ministério Público, o procurador-geral da República e o advogado-geral da União.
O que faz um governador?
A governadora ou o governador exerce o Poder Executivo no estado e no Distrito Federal. Cabe a quem ocupa o cargo representar, no âmbito interno, a respectiva Unidade da Federação nas relações jurídicas, políticas e administrativas. Na chefia da administração estadual, é auxiliado(a) pelas secretárias e secretários de estado.
Também participa do processo legislativo e responde pela segurança pública. Nesse caso, o governo estadual e do DF contam com as Polícias Civil e Militar e com o Corpo de Bombeiros. Em razão da autonomia dos estados e do Distrito Federal, cada constituição estadual e a Lei Orgânica do Distrito Federal estipulam as competências e responsabilidades do cargo.
O que faz o presidente?
A pessoa eleita para a Presidência da República governa e administra os interesses públicos da União. Tem o dever de manter a integridade, a independência do país, e a soberania nacional bem como apresentar um plano de governo com programas prioritários, projetos de lei de diretrizes orçamentárias e propostas de orçamento.
Exerce também atribuições administrativas e legislativas. Entre as diversas atribuições administrativas do cargo estão nomear os titulares dos ministérios, os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), dos tribunais superiores e o advogado-geral da União.
Com relação à política externa, compete ao(à) presidente da República decidir sobre as relações com outros países, sobre o credenciamento de representantes diplomáticos e sobre a celebração de convenções, tratados e atos internacionais, sujeitos a referendo do Congresso Nacional.
10.02.2026
ONZE MIL METROS de profundidade
Em
O Rei Nasceu, Leo Van Dolson conta a história de um ancião que,
embora não tivesse uma boa educação formal, era um cristão
fervoroso e amava profundamente o Senhor. Independentemente de onde
estivesse, ele sempre louvava a Deus, e na igreja, especialmente, era
comum ouvir seu forte “amém” sempre que se dizia algo que
glorificasse ao Senhor.
Um médico, membro daquela igreja, começou a se incomodar com a frequência e a intensidade com que o ancião dizia “amém”. Certa vez, o ancião procurou o médico devido a uma doença que, embora não fosse grave, exigia cuidados. No entanto, o médico, mais interessado em impedir que o ancião continuasse repetindo “amém” do que em curá-lo, disse:
– Demorarei alguns minutos para atendê-lo. Aqui está um livro sobre explorações científicas. Se encontrar algo que o faça dizer “amém”, fale em voz alta, como faz na igreja, para que eu possa ouvi-lo do meu consultório.
Mal o médico se afastou, ouviu um forte “amém”. Correu até a sala de espera e perguntou ao ancião:
– O que encontrou nesse livro para gritar “amém”?
– Bem, eu li neste livro que uma expedição no Pacífico Ocidental descobriu um lugar em que o oceano tem uma profundidade de 11 mil metros. Louvado seja o Senhor!
– E por que isso o alegra tanto?
– Porque a Bíblia diz que Deus lança todos os meus pecados nas profundezas do mar. Há 11 quilômetros de água sobre eles. Louvado seja o Senhor!
Que bela expressão de fé, não é mesmo? Mas há algo ainda mais profundo que esses 11 quilômetros de água: nossos pecados estão cobertos pelo sangue de Cristo. Quando Ele nos perdoa, Ele os esquece.
Não sei por quais caminhos você tem andado. Não conheço as memórias tristes que carrega nem os traumas que o acompanham ao longo de sua jornada. Mas sei de uma coisa: Deus o ama e quer transformar sua vida. Ele pode lhe dar um novo coração agora mesmo. Você deseja permitir que Deus lance seus pecados nas profundezas do mar?
Ele voltará a ter compaixão de nós; pisará aos pés as nossas iniquidades e lançará todos os nossos pecados nas profundezas do mar. Miqueias 7:19
Fonte: https://mais.cpb.com.br/meditacao/onze-mil-metros-de-profundidade/
10.01.2026
Augusto Cury, Ronaldo Caiado e Lula assinaram COMPROMISSO CONTRA TRABALHO ESCRAVO
Augusto
Cury (Avante), Ronaldo Caiado (PSD) e Lula (PT)
endossaram a Carta-Compromisso contra o Trabalho Escravo, afirmando
que estabelecem como prioridade de seus mandatos o combate a esse
crime e ao tráfico de pessoas, caso sejam eleitos à Presidência da
República. Flávio Bolsonaro (PL), Renan Santos (Missão), Romeu
Zema (Novo) e os demais candidatos foram convidados a aderir, mas
declinaram ou não responderam até a data-limite, nesta
segunda-feira (28).
O compromisso é organizado pela Comissão Nacional para a Erradicação do Trabalho Escravo (Conatrae), que reúne, desde 2003, organizações da sociedade civil e do Estado no combate a esse crime para organizar e monitorar a política de combate a esse crime.
Nesta eleição, a adesão ao documento tem um componente geopolítico, pois ocorre após o tarifaço erguido pelo governo Donald Trump a dezenas de países, inclusive o Brasil, por ocorrência de trabalho forçado em suas cadeias produtivas. Dessa forma, ele reforça à comunidade internacional o compromisso do Brasil em combater esse tipo de crime nas mercadorias que são produzidas e exportadas pelo país.
A iniciativa recolheu adesões de candidatos a cargos no Poder Executivo nas eleições de 2006, 2010, 2012, 2014, 2016, 2018, 2020, 2022 e 2024. Como resultado, políticas públicas tiveram origem no documento, como planos nacionais, estaduais e municipais, e foram implementadas leis e medidas para punir criminosos e atender às vítimas.
Neste ano, além das campanhas nacionais, candidatos ao governo de seis estados foram convidados a aderir. São unidades da federação que se destacaram como locais de origem e resgate de trabalhadores, entre 2003 e 2025, de acordo com dados da Inspeção do Trabalho.
Em Minas Gerais, aderiram Cleitinho (Republicanos), Patrus Ananias (PT), Alexandre Kalil (PDT), Mateus Simões (PSD), Túlio Lopes (PCB) e Gabriel Azevedo (MDB).
Na Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT); no Mato Grosso, Otaviano Pivetta (Republicanos) e Natasha Slhessarenko (PSD); no Pará, Daniel Santos (Podemos) e Araceli Lemos (PSOL); no Maranhão, Felipe Camarão (PT); e, em Goiás, Daniel Vilela (MDB). Todos os outros candidatos foram convidados a assinar, mas não aderiram.
Entre os compromissos está o de não promover empresas que tenham utilizado mão de obra escrava ou infantil e, por outro lado, apoiar aquelas que combatem a incidência desse crime em seus setores produtivos. Também está o de implantar atendimento jurídico e social aos trabalhadores migrantes brasileiros e estrangeiros e apoiar uma política de atendimento aos trabalhadores resgatados com ações específicas voltadas à assistência psicossocial, à educação básica e profissionalizante e à reintegração socioeconômica.
O compromisso também inclui a promessa de exonerar qualquer pessoa que ocupe cargo público de confiança e que vier a se beneficiar desse tipo de mão de obra.
Tarifaço global de Trump devido ao trabalho forçado
Usando a Seção 301 de sua Lei de Comércio de 1974, o governo Trump aplicou, em julho, uma tarifa de 12,5% sobre produtos de dezenas de países (Brasil, China, Índia, mas também aliados fiéis como Argentina, Israel e Japão) sob o pretexto de que eles seriam incapazes de barrar mercadorias feitas com trabalho forçado. Outros seis, como Canadá, México e União Europeia, levaram 10%.
Isso veio logo após o tarifaço de 25% contra o Brasil, motivado por outras razões (Pix, Big Techs, busca de privilégios a setores dos EUA e pressão contra o governo Lula na tentativa de influenciar as eleições brasileiras).
Ironicamente, o modelo brasileiro de enfrentamento a esse crime, que atua, inclusive, para punir de forma cirúrgica empregadores em cadeias produtivas, através da “lista suja” do trabalho escravo, é visto como mais eficiente até do que as políticas implementadas pelo governo dos EUA. A Casa Branca, aliás, reconhecia os esforços do Brasil nessa área e vinha apoiando o nosso sistema de combate à escravidão até o retorno de Trump ao poder.
Os Estados Unidos são o país com maior número de pessoas escravizadas no continente americano, com quase 1,1 milhão de pessoas nessas condições, de acordo com o Global Slavery Index (GSI), calculado pela Walk Free, em parceria com a OIT. Não só isso, como lideram o mundo em termos de importações de produtos em risco de terem sido feitos com trabalho escravo, batendo quase 170 bilhões de dólares.
Trabalho escravo contemporâneo no Brasil
A Lei Áurea aboliu a escravidão formal em maio de 1888, o que significou que o Estado brasileiro não mais reconhece que alguém seja dono de outra pessoa. Persistiram, contudo, situações que transformam pessoas em instrumentos descartáveis de trabalho, negando a elas sua liberdade e dignidade.
Desde a década de 1940, a legislação brasileira prevê a punição para esse crime. A essas formas dá-se o nome de trabalho escravo contemporâneo, escravidão contemporânea, condições análogas às de escravo.
De acordo com o artigo 149 do Código Penal, quatro elementos podem definir escravidão contemporânea por aqui: trabalho forçado (que envolve cerceamento do direito de ir e vir), servidão por dívida (um cativeiro atrelado a dívidas, muitas vezes fraudulentas), condições degradantes (trabalho que nega a dignidade humana, colocando em risco a saúde e a vida) ou jornada exaustiva (levar o trabalhador ao completo esgotamento, dada a intensidade da exploração, também colocando em risco sua saúde e vida).
Desde 1995, mais de 70 mil trabalhadores foram resgatados em fazendas de gado, soja, algodão, café, frutas, erva-mate, batatas, cebola, sisal, na derrubada de mata nativa, na produção de carvão para a siderurgia, na extração de caulim e de minérios, na construção civil, em oficinas de costura, em bordéis, entre outras atividades, como o trabalho doméstico.
Fonte: https://reporterbrasil.org.br/2026/09/
9.30.2026
E quem ganhou no DEBATE?
Os debates, entre candidatos a cargos majoritários eletivos no Brasil, antes da internet e das redes sociais se consolidou nos canais de televisão abertos, mas com a popularização das redes sociais vários canais de youtube também promovem seus debates. O que acontece após a apresentação de um debate em canal aberto de TV ou na internet? São as especulações sobre quem ganhou, ou saiu vitorioso no debate findado. E o que se vê, ouve e assiste são comentários de partidários, eleitores e cientistas políticos profissionais e profissionais colocando suas opiniões sobre os candidatos participantes e defendo quem ganhou ou perdeu na discussão. Os partidários da direita não têm dúvidas em dizer “foi nosso candidato o vitorioso, pois temos o melhor”; os da esquerda usam praticamente os mesmos argumentos para cantar também vitória dos seus representes; os eleitores fanáticos brigam uns com os outros pessoalmente ou nas redes sociais “gritando” o melhor foi meu candidato, pois é da ideologia que defendo e isto ignorando erros e falhas do seu candidato preferido. Já os cientistas políticos, com poucas exceções, proclamam ninguém ganhou, para eles sempre quem perdeu foi o povo que assistiu um debate sem propostas governamentais e projetos sólidos de políticas públicas, pois alguns são remunerados para não falar das manipulações orquestradas nos debates. De certa forma as análises científicas tem seu valor e em muitas ocasiões estão no rumo certo da resposta sobre quem ganhou ou perdeu.
Entretanto, entendendo e compreendendo as manipulações dos veículos de comunicação que promovem e realizam os debates (só para não esquecer como os debates são manipulados, é só ver o que aconteceu entre os presidenciáveis de 1989 no segundo turno da eleição que foi manipulado pela TV favorecendo o candidato “caçador de marajás” naquela discussão) e que a guerra por audiência é de grande competição entre as grandes mídias e até entre as pequenas. Por exemplo a Band não esconde seu orgulho de ser a primeira TV a sair na frente dos debates e a TV Globo orgulhosamente vincula em sua grade o último grande debate como o mais esperado por todos seus telespectadores. É com olhar nesse cenário apresentado anteriormente que tive que amadurecer e entender que o grande vencedor, o grande ganhador, o vitorioso de qualquer debate de candidatos realizados em períodos eleitorais são os promoventes, ou seja, os realizadores dos debates que ganham exageradamente em audiência de público e enriquecem os cofres da empresa de comunicação que promoveu e realizou mais um “grande debate” manipulado ocultamente entre os seus para favorecer o seus candidatos preferidos e sem nenhum pudor agregar público da direita, do centro e da esquerda para depois causar divisão entre familiares, parentes, amigos e colegas de trabalho.
Portanto, o objetivo desta reflexão é que nossos leitores e amigos são eleitores sejam racionais o suficiente para não serem manipulados por qualquer debate programado pela mídia egoísta por lucros e dividendos que leva depois a divisão entre os brasileiros numa polarização em que a mídia sabe de que lado sempre está a elite econômica brasileira e que o debate mais vazio possível de propostas e projetos de políticas públicas e que tenham acusações levianas e cadeiras registram muitos comentários positivos e negativos cheios de agressividades entre irmãos e amigos e que dá também muito compartilhamentos, curtidas e etc. Fazendo o promotor e realizador do espetáculo debate com mais grana para promover o próximo capítulo da série “Debate dos Candidatos”.
Kaká Lopes
9.29.2026
CRÔNICA: Os dois lados da ponte: A POLARIZAÇÃO QUE DIVIDE E NOS DASAFIA
O Brasil sempre foi um país de contrastes. Mas nos últimos anos, o contraste que mais salta aos olhos não está nas paisagens, nem nas classes sociais, mas nas opiniões. Hoje, parece que tudo se partiu em dois: de um lado, os que veem o bem; do outro, os que só enxergam o mal. E o meio? O espaço onde a conversa acontece, onde o outro não é inimigo mas apenas diferente — esse meio está cada vez mais vazio. É a polarização política que, antes de dividir só as ruas, passou a dividir as mesas, as famílias e os corações.
Não é uma sensação apenas. É o que vemos todos os dias. Um simples post nas redes sociais sobre um aumento de preços ou uma medida de governo pode virar uma guerra de comentários. Alguém elogia uma política pública e logo aparece alguém acusando de ser "cúmplice de um regime". Outro critica um projeto e é chamado de "inimigo da pátria". O detalhe não importa mais: só importa de que lado você está.
Vimos isso claramente em momentos marcantes. Nas eleições de 2022, por exemplo, a divisão foi visível em todos os cantos. Famílias que sempre se reuniam no Natal deixaram de se encontrar. Amigos de infância pararam de se falar. Nas ruas, manifestações carregavam faixas e bandeiras, mas também carregavam ódio — e infelizmente, houve casos em que esse ódio virou violência, como ataques a cidadãos apenas por usarem uma camiseta de cor diferente. Em 8 de janeiro de 2023, assistimos, atônitos, à invasão e destruição dos Três Poderes em Brasília: um momento em que a divergência política se transformou em ataque à própria democracia.
A polarização também aparece em coisas que pareciam não ter nada a ver com política. Quando um artista faz uma apresentação, o público se divide entre aplausos calorosos e vaias altas, não pela qualidade do espetáculo, mas por quem o artista apoia. Até nas escolas, crianças e adolescentes repetem frases de ataque uns aos outros, aprendendo cedo que o outro é um adversário a ser derrotado, não um companheiro com quem se pode discordar.
O pior é que ninguém ganha com isso. Quando nos fechamos num lado só, deixamos de enxergar verdades que existem no outro. O governo passa a governar só para quem o elegeu, esquecendo que todos os cidadãos merecem atenção. A oposição passa a opor-se por sistema, sem reconhecer o que está certo. O debate desaparece; só sobra a disputa. E o país, que deveria avançar junto, fica parado, dividido como uma ponte partida ao meio.
Mas não é preciso ser assim. Polarização não é o mesmo que ter opiniões diferentes. É natural — e saudável — que pensemos de formas distintas sobre o rumo do nosso Brasil. O perigo está em achar que quem pensa diferente é menos brasileiro, menos honesto ou menos humano. A democracia não é feita por gente que concorda em tudo; é feita de gente que aprende a conviver apesar das diferenças.
Talvez o primeiro passo seja simples: voltar a olhar para o outro como pessoa, antes de qualquer rótulo. O vizinho que vota diferente também quer o bem dos seus filhos. O parente que discorda também sonha com um país melhor. O caminho não é apagar nossas crenças, mas entender que a verdade raramente está toda de um lado só. O Brasil é grande demais, diverso demais, para caber em apenas dois lados. Ele é feito por muitos, e é só falando com todos — e não contra todos — que conseguiremos reconstruir a ponte.
Fonte:https://www.facebook.com/emiliano.veras
9.28.2026
Chico Buarque vai à polícia após comentário com ameaça de morte em site
Segundo o colunista Ancelmo Gois, do jornal O Globo, a mensagem foi publicada na área destinada aos comentários dos leitores no site de um jornal de São Paulo. Em referência ao artista, o usuário escreveu: "Adoraria abreviar a vida deste desgraçado!".
A publicação fazia referência ao posicionamento político do artista. Chico Buarque participou de uma ação a favor de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pela presidência do Brasil.
Diante do teor da publicação, Chico resolveu levar o caso às autoridades. A notícia-crime foi apresentada por Maíra Fernandes, advogada responsável por representar o cantor no episódio.
A defesa pede que seja instaurado um inquérito para investigar a autoria da mensagem e apurar eventual responsabilidade criminal. A intenção é identificar quem estava por trás do perfil utilizado para fazer a publicação.
O jornal em que a mensagem apareceu retirou o comentário do ar. A publicação considerou que o conteúdo violava as regras estabelecidas para a participação dos leitores no espaço destinado às manifestações.
Até o momento, não foram divulgadas informações sobre a identidade do autor do comentário nem se ele teria feito outras publicações direcionadas a Chico. Também não há indicação de que a ameaça tenha avançado para além da mensagem publicada na internet.
Fonte: https://www.msn.com/pt-br/noticias/
CITAÇÃO literária
N o livro Patriarcas e Profetas, no capítulo segundo - A criação, a escritora cristã Ellen G. White escreveu: "Os ricos frequentemente ...
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