11.07.2026

ALCOOLISMO É DOENÇA, e desafio maior é a intervenção médica precose

Para quem são os ais? Para quem os pesares? Para quem as pelejas? Para quem as queixas? Para quem as feridas sem causa? E para quem os olhos vermelhos? Provérbios 23:29.

Cerveja e vinho. Estas foram as bebidas mais consumidas nos primeiros meses da pandemia da covid-19 na região denominada Cone Sul, onde está inserido o Brasil. O país registrou o maior índice de uso de álcool em 2019, e só no período de março a junho de 2020, seus níveis quase alcançaram os percentuais de todo o ano anterior.

A pesquisa, realizada pela OPAS (Organização Pan-Americana de Saúde), revelou ainda que o chamado beber pesado episódico, ou seja, ingerir 60 g de álcool ou mais, também aumentou no mesmo período.

Esses dados são um sinal de alerta para o excesso de ingestão de uma substância química potente, cujos efeitos adversos acometem todo o organismo, incluindo o cérebro, os ossos e o coração, e se caracteriza pela sua ingestão constante, descontrolada e progressiva.

Essa prática lidera a lista de abuso de drogas nos Estados Unidos e, em todo o mundo, mais de 3 milhões de homens e mulheres morrem em decorrência do uso nocivo de bebidas alcoólicas. Estas ainda são a causa de 5% de todas as doenças mundiais. Os dados são da OMS (Organização Mundial da Saúde).

O beber sem medida pode levar a uma enfermidade crônica chamada Transtorno do Uso do Álcool (TUA) —conhecida, no passado, como alcoolismo ou dependência do álcool. O maior desafio desse quadro é que, na maioria das vezes, a intervenção médica nunca é precoce e, em geral, ela só acontece em decorrência de algum problema de saúde, do envolvimento em acidentes ou problemas legais.

Apesar disso, a doença impacta negativamente o status socioeconômico, a saúde mental, as relações interpessoais, a vida profissional e o bem-estar físico. Para boa parte dos que empreendem um tratamento, educação do paciente e da família, ajuda psicológica, frequência a grupos de apoio e medicamentos podem aprimorar a qualidade de vida.

Fonte: https://esperancadoadvento.blogspot.com/

11.06.2026

Novo COMEÇO

Para a liberdade foi que Cristo nos libertou. Por isso, permaneçam firmes e não se submetam, de novo, a jugo de escravidão. Gálatas 5:1

O evangelho declara que Cristo nos libertou da escravidão do pecado. Mas Sua libertação vai além: Ele também nos livrou de crenças distorcidas e doutrinas enganosas que perturbam a vida e podem levar à perdição, como ocorreu com os cristãos da Galácia (Gl 3:1-29).

Além disso, Jesus nos livrou das injustiças humanas. Nossa justiça, limitada e falha, reflete a imperfeição de seres humanos sujeitos ao erro. Isso ficou evidente na história de Ray Krone, que passou mais de dez anos na prisão por um crime que não cometeu. Em abril de 2002, ele se tornou o centésimo condenado a ser absolvido nos Estados Unidos desde a restauração da pena de morte em 1976. Isso ocorreu graças aos exames de DNA.

O que Krone fez em seu primeiro dia de liberdade? Foi a um restaurante, nadou na piscina de um hotel e gritou de alegria ao sentir a água envolver seu corpo livre. Logo após sua libertação, passou a denunciar as falhas do sistema judiciário que o haviam feito perder a fé na justiça humana. Ele foi condenado não apenas uma, mas duas vezes: primeiro à morte e, depois, à prisão perpétua.

Quando lhe perguntaram como planejava reconstruir sua vida, Krone respondeu: “Não penso em reconstruir, penso em começar de novo. Tenho uma vida totalmente nova, com novos sonhos. Não quero ser negativo, vingativo nem rancoroso. Não tenho tempo para isso.”

Deus liberta Seus filhos da escravidão do pecado e de suas consequências eternas para que se coloquem livremente a Seu serviço. Não se trata mais de escravidão, mas de uma entrega voluntária, motivada pelo amor. Esse novo modo de vida conduz ao desenvolvimento pleno do ser humano em todas as áreas.

Aquele que é liberto por Cristo não deve tentar reconstruir o passado, mas começar de novo. Nada estava realmente certo antes, nem mesmo o que parecia estar. O cristão recebe uma vida renovada em Cristo, e Nele encontra a chave para vivê-la plenamente.

Hoje, comece sua nova vida em Jesus! Ele prometeu estar com você em todos os momentos.

Fonte: https://mais.cpb.com.br/meditacao/novo-comeco/

Enem: 90 itens, redação e 5h30 DE DURAÇÃO; conheça estrutura da prova

Mais de 5 milhões de candidatos estão inscritos no exame.

Os mais de 5 milhões de candidatos que participarão no domingo (8) do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2026 enfrentarão uma verdadeira maratona, com cinco horas e meia de duração. Conhecer o tempo de prova e a estrutura do exame ajuda o candidato a se programar melhor para não deixar itens em branco.

Neste primeiro dia de provas, os participantes responderão a 90 questões objetivas de linguagens e ciências humanas, todas de múltipla escolha, além de desenvolver uma redação. Os conteúdos cobrados no primeiro dia de provas englobam as seguintes disciplinas:

  • Português

  • Literatura

  • Inglês/Espanhol

  • Artes

  • Tecnologia da informação e comunicação

  • Educação física

  • História

  • Geografia

  • Filosofia

  • Sociologia

Já o texto da redação deve seguir o modelo dissertativo-argumentativo e ter, no máximo, 30 linhas. O candidato deve elaborar a redação a partir da frase temática proposta, dos textos motivadores e dos próprios conhecimentos sobre o assunto.

Não há um limite pré-estabelecido de quanto tempo o candidato deve gastar em cada item. Por isso, é importante realizar simulados e treinar com antecedência. Dessa forma, é possível estabelecer uma média para cada questão, dentro de um "orçamento de tempo".

Se você travar em uma questão, a recomendação é marcá-la, avançar e voltar para respondê-la depois. Lembre-se de reservar o tempo para escrever a redação com caneta preta na Folha de Redação e para preencher o Cartão-Resposta.

Teoria da Resposta ao Item

No Enem, diferentemente de outras seleções, não são utilizados pesos de cada questão para o cálculo das notas. Ou, tampouco, a regra de que uma questão errada anula uma certa, adotada por algumas bancas. O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), responsável pela prova, utiliza a Teoria de Resposta ao Item (TRI).

O modelo matemático considera para o cálculo da nota a coerência das respostas corretas do participante. Ou seja: ele identifica a consistência da resposta, segundo o grau de dificuldade de cada questão.

A metodologia pontua os acertos dos candidatos considerando as características de cada questões, ou parâmetros.

Cada item leva em conta três variáveis, chamadas parâmetros, no cálculo total da nota:

  • parâmetro de discriminação: poder que cada questão possui de diferenciar participantes que dominam a habilidade avaliada daqueles que não dominam;

  • parâmetro de dificuldade: quanto mais difícil a questão, maior seu valor;

  • parâmetro de acerto casual: probabilidade de um participante acertar a questão no "chute", sem necessariamente ter domínio do tema.

Dessa forma, na atribuição de pontos, a nota não leva em consideração apenas a quantidade bruta de erros e de acertos. Isso significa que duas pessoas com a mesma quantidade de acertos e de erros podem ter notas diferentes, pois tudo depende de quais foram as questões acertadas ou erradas.

E a redação?

Cada redação será corrigida por dois avaliadores, que atribuirão uma nota de 0 a 200 pontos em cada uma das cinco competências avaliadas. São elas:

  • demonstrar domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa;

  • compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema;

  • selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista;

  • demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação;

  • elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

A soma desses pontos compõe a nota total atribuída por cada avaliador, que pode chegar a 1.000 pontos.

Entre as situações que podem levar à nota zero ou anulação estão:

  • fuga ao tema;

  • textos menores do que oito linhas;

  • inclusão de trecho deliberadamente desconectado do tema proposto;

  • desobediência à estrutura dissertativo-argumentativa;

  • desrespeito à seriedade do exame.

Fonte: Agência Brasil 

11.05.2026

Gordura no fígado: conheça a fruta que pode contribuir para SAÚDE do órgão

Rica em fibras, potássio e antioxidantes, fruta tropical reúne nutrientes importantes para a digestão e a saúde cardiovascular.

O tamarindo, fruta tropical de origem africana, tem despertado interesse por suas propriedades nutricionais e possíveis benefícios à saúde. Rico em fibras, minerais e compostos antioxidantes, o alimento pode contribuir para o funcionamento do intestino e para a manutenção da saúde metabólica.

Produzido pela árvore Tamarindus indica, o fruto apresenta sabor ácido quando ainda está verde e adquire uma consistência mais pastosa e agridoce ao amadurecer. Sua polpa é utilizada no preparo de sucos, molhos, sopas e sobremesas, especialmente em países da Ásia, África e América Latina.

Entre os nutrientes encontrados no tamarindo estão potássio, cálcio, fósforo e vitaminas do complexo B. A fruta também contém compostos vegetais, como polifenóis e flavonoides, conhecidos por sua ação antioxidante.

Possíveis benefícios para o fígado

Pesquisas científicas investigam os efeitos dos antioxidantes presentes no tamarindo sobre o metabolismo das gorduras e a saúde do fígado.

Essas substâncias ajudam a combater o estresse oxidativo, processo associado a diferentes doenças metabólicas. Estudos preliminares também apontam possíveis efeitos sobre os níveis de colesterol e o acúmulo de gordura no organismo.

Entretanto, ainda não existem evidências clínicas suficientes para afirmar que o consumo da fruta, isoladamente, previne ou trata a gordura no fígado, condição conhecida como esteatose hepática.

Tamarindo pode reduzir a retenção de líquidos?

Outro componente importante do tamarindo é o potássio, mineral que participa do equilíbrio de líquidos no organismo e ajuda a regular a pressão arterial.

A ingestão adequada desse nutriente contribui para o funcionamento dos músculos, nervos e rins. No entanto, não há comprovação de que o consumo de tamarindo seja capaz de eliminar edemas ou tratar diretamente o inchaço nas pernas, pés e tornozelos.

A retenção de líquidos pode ter diferentes causas, incluindo alterações circulatórias, problemas renais e doenças cardíacas, e deve ser investigada quando persistente.

Benefícios para a digestão

O teor de fibras é uma das principais características nutricionais do tamarindo. Essas substâncias auxiliam o trânsito intestinal e podem contribuir para a prevenção da prisão de ventre.

Uma revisão publicada no periódico científico Asian Pacific Journal of Tropical Biomedicine também descreveu propriedades anti-inflamatórias e antimicrobianas associadas a compostos presentes na fruta.

Apesar dos possíveis benefícios, o consumo excessivo pode provocar desconfortos gastrointestinais, incluindo náuseas e diarreia.

Assim como outros alimentos nutritivos, o tamarindo pode fazer parte de uma dieta equilibrada, mas não deve ser considerado um tratamento para doenças do fígado, problemas circulatórios ou retenção de líquidos. Em caso de sintomas persistentes, a orientação é procurar avaliação médica.

Fonte: https://iclnoticias.com.br/

11.04.2026

SOFREU ASSÉDIO ELEITORAL? SAIBA COMO E ONDE DENUNCIAR

Se você foi vítima ou presenciou demissões, ameaças ou qualquer tipo de discriminação ideológica no ambiente de trabalho, não se cale!

O TRT-CE e o Ministério Público do Trabalho (MPT) investigam todas as denúncias de forma estritamente sigilosa para proteger a sua identidade.

Passo principal: Guarde provas!

Antes de registrar sua denúncia, reúna o máximo de evidências possíveis. Isso ajuda a fortalecer as investigações e a responsabilizar os infratores:

  • Guarde tudo: Mensagens de texto (WhatsApp, Telegram), áudios, e-mails, vídeos, fotos ou documentos corporativos.

  • Anote os detalhes: Datas, horários, locais e nomes de possíveis testemunhas que presenciaram os abusos.

  •  Proteja-se: Não responda a provocações ou ameaças sob pressão.

Canais Oficiais para Denúncia:

TRT da 7ª Região (Ceará)

Ministério Público do Trabalho (MPT)

  • Portal Nacional: Clique Aqui para acessar 

  • Presencialmente: Procuradoria Regional do Trabalho da 7ª Região (Av. Almirante Barroso, 466, Praia de Iracema - Fortaleza/CE)

O sigilo é garantido por lei. 

Denuncie e ajude a preservar a dignidade humana e o Estado Democrático de Direito no ambiente de trabalho!

Fonte: https://www.trt7.jus.br/

11.03.2026

Denúncias de violência política quadruplicam em outubro no DISQUE 100

Comunicações foram encaminhadas ao Ministério da Justiça.

O Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC) recebeu 189 denúncias de violência política, no período eleitoral deste ano. Está é a soma de comunicações feitas ao Disque 100, e diretamente à pasta ou a outros ministérios.

Todos os casos foram formalmente encaminhados ao Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), à Polícia Federal (PF), à Defensoria Pública da União (DPU), ao Ministério Público (MP), ao Ministério Público do Trabalho (MPT) e à Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão (PFDC).

Somente o Disque 100 recebeu, entre os dias 1° e 25 de outubro, 90 denúncias do tipo. O número é mais de quatro vezes superior às 20 comunicações feitas ao longo de todo o mês de setembro. 

Destaca-se a quantidade significativa de registros feitos nos dois dias de eleição. Foram 19 no dia 4 de outubro, data do primeiro turno, e 8 no dia 25, quando ocorreu a votação do segundo turno. A soma dessas duas datas representa 30% das denúncias do período analisado.

O MDHC ainda recebeu 38 denúncias feitas por outros canais ou repassadas por ministérios parceiros. Além disso, 41 denúncias foram entregues por parlamentares e representantes de partidos diretamente para a ministra dos Direitos Humanos e da Cidadania, Janine Mello, em uma reunião na semana passada.

“Os dados evidenciam uma elevação significativa dos registros de violência política, abrangendo violações relacionadas à violência política de gênero, à violência política étnico-racial e ao direito de votar e ser votado”, avaliou a pasta em nota. 

O Ministério destacou ainda que a livre expressão política é “direito constitucional fundamental para o exercício da cidadania e da democracia”, é que os números reforçam a importância de instrumentos de denúncia como o Disque 100.

Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

11.02.2026

Economistas propõem TAXAR RICOS em vez de cortar gastos sociais

 MANIFESTO DENUNCIA PRESSÃO DA FARIA LIMA POR CORTES EM DESPESAS.

Economistas e outros especialistas divulgaram um manifesto, na sexta-feira (30), denunciando a pressão do mercado financeiro para que o governo eleito adote um programa de corte de gastos com a finalidade de estabilizar a dívida pública.

O texto pede novo regime fiscal no país, menos rígido do que o atual arcabouço, além da mudança na meta de inflação e da tributação dos ricos no lugar de corte em despesas sociais.

Assinado por 50 profissionais, o documento afirma que a Faria Lima – avenida no centro de São Paulo, sede dos principais bancos de investimentos, corretoras, escritórios, que representa o mercado financeiro do país – quer impor um “terceiro turno” presidencial com objetivo de fazer o presidente Luiz Inácio Lula da Silva adotar o programa de corte de despesas que seria defendido pelo candidato derrotado.

“Em 25 de outubro, a maioria do eleitorado reelegeu Lula e recusou o programa de Flávio Bolsonaro, que prometia cortar R$ 190 bilhões do gasto público. Um governo eleito por um levante popular contra a ameaça bolsonarista não pode escolher a via defendida pelos mais ricos”, diz o documento.

Os especialistas argumentam que o problema da dívida pública é o custo com os juros fixados pelo Banco Central (BC), e não com os gastos da União. A dívida bruta do Brasil alcançou 82,9% do Produto Interno Bruto (PIB) em agosto deste ano. Em 2022, a dívida estava em 71,7% do PIB.

O texto aponta como o principal responsável pelo aumento da dívida os juros reais praticados no Brasil, que são os maiores do mundo segundo ranking da Moneyou. Nos últimos doze meses, os juros consumiram mais de R$ 1,1 trilhão do orçamento público, o que representa 8,9% do PIB brasileiro, segundo o BC.

“O gasto com juros é mais de catorze vezes o déficit primário de R$ 82 bilhões. A inflação de doze meses, de 4,58% em setembro, passou do teto por causa da energia e dos alimentos, choques que a Selic [taxa de juros definida pelo BC] não corrige”, diz o manifesto.

O Banco Central justifica os juros elevados, entre outros motivos, devido as pressões inflacionárias e aos déficits fiscais primários nas contas públicas. Segundo a autoridade monetária, os gastos primários acima da arrecadação pressionam a inflação.

Tributação de Altas Rendas

No lugar de um corte de gastos públicos, o que poderia afetar áreas sociais, os economistas defendem antecipar para o próximo ano a tributação mínima de 10% para pessoas de altas rendas, que recebem acima de R$ 600 mil por ano, conforme aprovada pela Lei 15.270 de 2025.

Isso, porque a nova regra só vale para declaração de 2027 com lucros acumulados até 2025 podendo ser distribuídos sem imposto até 2028.

“Se aprovada por lei até 31 de dezembro, uma nova tributação do topo vale já em janeiro. Ela deve alcançar dividendos, juros sobre capital próprio e aplicações isentas. É preciso também rever isenções, regimes especiais e incentivos, que somam R$ 612,8 bilhões em gastos tributários”, diz o comunicado.

No Brasil, os recursos pagos aos acionistas por meio de dividendos são isentos de pagamento de Imposto de Renda (IR).

Selic e meta de inflação

O manifesto pede ainda que o Banco Central não promova nenhuma nova alta da taxa Selic, atualmente em 13,75% ao ano, e pede medidas para que a queda dos juros chegue às famílias e pequenas e médias empresas endividadas.

Outra proposta é a revisão da meta da inflação, usada pelo BC para fixar os juros. Atualmente, o centro da meta de inflação está em 3% ao ano e é definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), onde o governo federal tem maioria de votos.

“Um novo decreto deve suprimir a carência de 36 meses criada em 2024 para mudar a meta. Propomos retomar o centro de 4,5%, vigente de 2005 a 2018, alongar o horizonte de convergência e dar peso efetivo ao pleno emprego, que a lei já inclui entre os objetivos do Banco Central”, diz o manifesto.

Nova regra fiscal

Outra proposta é a aprovar no Congresso Nacional, ainda neste ano, nova regra fiscal para o Brasil que substitua o arcabouço fiscal, que limita o crescimento real das despesas a até 2,5% ao ano e até 70% do crescimento da receita.

“O limite atrelado a 70% da receita é incompatível com pisos de saúde e educação que crescem com a receita. As regras fiscais atuais também inibem os desafios do próximo mandato, como a reindustrialização com transição ecológica, que depende de investimento público, de aportes nas estatais e do crédito do BNDES”, diz o texto.

O manifesto sugere que uma nova lei complementar deve excluir dos limites fiscais tanto o investimento público, o Bolsa Família e os pisos da saúde e educação, quanto os aportes nas estatais e no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Críticas ao ajuste fiscal

Os especialistas ainda criticam membros do governo que tem defendido, nos últimos dias, medidas de ajuste fiscal, como o ministro da Fazenda, Dario Durigan.

“O programa derrotado volta pela porta da Fazenda. Já vimos esse filme. Em 2024 e 2025, a Fazenda apertou o orçamento enquanto o Banco Central elevava a Selic de 10,5% para 15%. A avaliação positiva do governo caiu de 36% para 24%”, diz a nota.

Os especialistas ainda argumentam que o ajuste fiscal de 2015 realizado pela presidente Dilma Rousseff contribuiu para recessão econômica daquele período, o que teria aberto caminho para o impeachment da petista.

“Diante de um Congresso mais hostil, com 121 deputados do PL e 49 senadores de direita a partir de fevereiro, repetir a receita pode enfraquecer o apoio obtido nas ruas para a reeleição de Lula e tornar seu governo vulnerável a um novo golpe parlamentar”, diz o manifesto.

Entre os economistas que assinam o texto, estão os professores da Unicamp, Pedro Paulo Zahluth Bastos e Simone Deos, da Universidade de Brasília (UnB), Maria de Lourdes Rollemberg Mollo, da Queen’s University Belfast, Alfredo Saad Filho, e da Universidade Federal Fluminense, Juliane Furno

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Fonte: iclnoticias.com.br

ALCOOLISMO É DOENÇA, e desafio maior é a intervenção médica precose

P ara quem são os ais? Para quem os pesares? Para quem as pelejas? Para quem as queixas? Para quem as feridas sem causa? E para quem os olho...