6.26.2026

Polícia Civil localiza plantação de maconha EQUIVALENTE A QUATRO CAMPOS DO CASTELÃO em Acopiara-CE

Polícia Civil localiza cerca de 290 mil pés de maconha em Acopiara.

A ação resultou na maior apreensão de plantação da droga já realizada pela Polícia Civil do Ceará nos últimos anos.

Uma ação de combate ao tráfico de drogas realizada pela Polícia Civil do Estado do Ceará (PCCE) resultou na localização e destruição, nessa quinta-feira (25), de uma extensa plantação de maconha no município de Acopiara, na Área Integrada de Segurança Pública 10 (AIS 10) da região Sul do Estado. A ofensiva foi coordenada pelo Departamento de Polícia Civil do Interior Sul (DPJI Sul), pela 4ª Seccional do Interior Sul (Iguatu) e pela Delegacia de  Polícia Civil de Acopiara.

Durante as diligências, os policiais civis localizaram uma área de aproximadamente três hectares que estava sendo utilizada para o cultivo da droga. No local, foram encontrados cerca de 160 mil pés de maconha em fase de cultivo e outros 130 mil pés já colhidos, totalizando uma estimativa de 290 mil pés da droga. A apreensão representa a maior apreensão de plantação de maconha que foi localizada pela Polícia Civil do Ceará nos últimos anos, evidenciando a capacidade investigativa e operacional da instituição no enfrentamento ao tráfico de drogas e às organizações criminosas que atuam no Estado.

A descoberta é resultado de um trabalho de inteligência e investigação desenvolvido pelas equipes da Polícia Civil, que atuam de forma permanente na identificação e desarticulação de estruturas criminosas responsáveis pela produção, distribuição e comercialização de entorpecentes. A ação também representa um duro golpe contra o tráfico de drogas na região, impedindo que uma grande quantidade de entorpecentes fosse inserida no mercado ilegal e reforçando o compromisso da PCCE com a repressão qualificada às organizações criminosas. 

As investigações seguem em andamento com o objetivo de identificar e capturar os responsáveis pela plantação ilícita. A PCCE ressalta que operações desta natureza integram as estratégias permanentes de combate ao tráfico de drogas, contribuindo para a redução da criminalidade e o fortalecimento da segurança pública no Ceará.

Denúncias

A população pode contribuir com as investigações repassando informações que auxiliem os trabalhos policiais. As informações podem ser direcionadas para o número 181, o Disque-Denúncia da Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS), ou para o (85) 3101-0181, que é o número de WhatsApp, pelo qual podem ser feitas denúncias via mensagem, áudio, vídeo e fotografia ou ainda via “e-denúncia”, o site do serviço 181, por meio do endereço eletrônico https://disquedenuncia181.sspds.ce.gov.br/. O sigilo e o anonimato são garantidos. 

Fonte: https://www.ce.gov.br/sspds/2026/06/26/p

6.25.2026

Líderes de todo o mundo se SOLIDARIZAM COM VENEZUELA após terremoto

Os fortes terremotos, de 7.2 e 7.5 graus na escala Ritcher, que afetaram a Venezuela na quarta-feira (24), levou chefes de Estado de todo o mundo a se solidarizarem com o país sul-americano.

Expressaram solidariedade ao povo e ao governo venezuelano, além da intenção de enviar ajuda, os líderes da França, do Brasil, Irã, da Arábia Saudita, de Cuba, da Turquia, China, Índia, Rússia, do  Paquistão, da União Africana, Itália, União Europeia, Espanha, Bolívia, do Chile, da Colômbia, Argentina, do Peru, México, Panamá e dos Estados Unidos (EUA), entre outras nações.

Até o momento, dados oficiais registram 164 mortos e 970 feridos. Porém, projeções do Serviço Geológico dos EUA (USGS) apontam a probabilidade de dezenas de milhares de vítimas, com perda econômica de 1% a 7% do Produto Interno Bruto (PIB). 

O presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, manifestou “grande preocupação e consternação” com o desastre natural, prometendo enviar ajuda e assistência ao país. 

A presidente encarregada da Venezuela, Delcy Rodriguez, agradeceu o apoio do líder brasileiro.

Valorizamos sinceramente esse gesto de solidariedade e fraternidade entre os nossos povos, reafirmando os laços históricos de cooperação e amizade que nos unem”, respondeu Delcy a Lula.

A presidente do México, Claudia Sheinbaum, disse que entrou em contato com o governo “do país irmão” e instruiu seu governo a preparar o envio de ajuda necessária.

Nos foi solicitado que prestássemos apoio com pessoal especializado em resgate e assistência médica. O México sempre se solidariza — e continuará a se solidarizar — com os outros”, afirmou a presidente.

Por sua vez, o presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, informou que “profissionais de saúde cubanos estão cooperando ativamente na prestação de assistência aos afetados”.

O governo dos EUA se manifestou por meio das redes sociais tanto do presidente Donald Trump, quanto do secretário de Estado, Marco Rubio. Trump destacou que o país está disposto a ajudar e Rubio informou que seriam enviadas equipes de busca e resgate ao país, além de recursos médicos e de assistência humanitária.

Instruí todas as agências do nosso governo a se prepararem para agir rapidamente. Estaremos lá para nossos novos e queridos amigos. Os primeiros relatos não são bons”, disse o chefe da Casa Branca.

Guiana

Os terremotos que afetaram a Venezuela fizeram a rivalidade com a vizinha Guiana, envolvida na disputa pelo território de Essequiba, ser deixada de lado. O presidente da Guiana, Irfaan Ali, manifestou solidariedade.

Como vizinhos, estamos prontos para oferecer assistência dentro de nossa capacidade. Nosso amor, nossas orações e nossos pensamentos estão com as famílias dos afetados e o povo da Venezuela”, afirmou Ali em uma rede social.

A mensagem foi respondida pela presidente da Venezuela, Delcy Rodríguez, que agradeceu o gesto do chefe de Estado do país vizinho.

A sua mensagem transmite solidariedade, respeito e um sentido de vizinhança em relação aos venezuelanos”, disse a chefe de Estado, em Caracas.

O governo chinês também disse que está pronto para enviar a ajuda que puder à Venezuela.

Estamos confiantes de que, sob a liderança do governo, o povo da Venezuela se recuperará e reconstruirá em breve”, disse Lin Jian, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China.

Fonte: Agência Brasil

Seplag-CE realiza NOVO LEILÃO de bens e VEÍCULOS

O Governo do Ceará, por meio da Secretaria do Planejamento e Gestão (Seplag-CE), promoverá no dia 3 de julho de 2026, o Leilão Público nº 02/2026, disponibilizando 346 lotes de bens móveis considerados antieconômicos ou inservíveis para a administração pública estadual. A disputa ocorrerá de forma on-line, por meio da plataforma do leiloeiro oficial, e reunirá veículos, mobiliários, máquinas, equipamentos, materiais diversos e sucatas metálicas. 

Entre os bens ofertados estão automóveis, motocicletas, caminhonetes, caminhões e outros veículos oficiais, classificados como recuperáveis ou sucatas, além de móveis de escritório, equipamentos e materiais diversos pertencentes aos órgãos e entidades da Administração Pública Estadual. 

Os lances iniciais variam de R$100 a R$20 mil, ampliando as oportunidades para diferentes perfis de compradores. O pagamento deverá ser realizado à vista, por meio de boleto bancário, até o primeiro dia útil subsequente à realização do certame. 

Poderão participar pessoas físicas e jurídicas previamente cadastradas na plataforma do leiloeiro oficial. Os interessados poderão visitar os bens disponíveis mediante agendamento prévio, em dias úteis, das 8h às 12h e das 13h às 16h, até um dia útil antes da realização do leilão.

A realização do leilão integra a política de modernização da gestão patrimonial conduzida pela Seplag-CE, que busca garantir maior eficiência na administração dos bens públicos. Para o secretário do Planejamento e Gestão, Alexandre Cialdini, a iniciativa destaca o compromisso do Governo do Ceará com uma gestão mais moderna e transparente.

Temos realizado uma série de ações voltadas ao fortalecimento, à integração e à modernização das políticas de patrimônio e de compras do Estado do Ceará. O objetivo é incorporar novas tecnologias e processos mais eficientes, ampliando a governança, a transparência e a aplicação responsável dos recursos públicos”, ressalta Alexandre Cialdini. 

O novo certame ocorre após o sucesso do leilão realizado pela Seplag-CE em janeiro deste ano, quando o Governo do Ceará arrecadou mais de R$6,9 milhões com a venda de veículos e outros bens móveis inservíveis. O resultado superou a expectativa inicial de arrecadação, estimada em R$4,5 milhões, demonstrando o interesse do mercado e a efetividade das ações de gestão patrimonial adotadas pelo Estado.

Os  leilões contribuem para a renovação do patrimônio estadual, a redução dos custos de armazenamento e manutenção e a destinação adequada de bens que não atendem mais às necessidades operacionais da administração pública.

Serviço

Leilão Público nº 02/2026 – Seplag-CE
Lotes disponíveis: 346
Modalidade: on-line
Informações, cadastro e edital:
 www.celsocunhaleiloes.com.br

Visitação dos lotes
Mediante agendamento prévio, em dias úteis, das 8h às 12h e das 13h às 16h, até um dia útil antes da realização do leilão.

Contatos para esclarecimentos
Telefones: (85) 3279-6038 / (85) 98878-6038
E-mail: celsocunhaleiloes@gmail.com

Fonte: https://www.seplag.ce.gov.br/

6.24.2026

Polícia Federal INCINEROU 630 kg de DROGAS no Pará

Ação também destinou armas, carregadores e munições apreendidos ao Exército Brasileiro.

A Polícia Federal realizou, na terça-feira (23/6), a incineração de, aproximadamente, 630 kg de drogas, entre maconha e cocaína, no município paraense de Santa Isabel.

O material destruído é resultado de apreensões realizadas em operações de combate ao tráfico de drogas no estado. A incineração segue os protocolos legais e sanitários, com acompanhamento das autoridades competentes, garantindo a eliminação definitiva dos entorpecentes retirados de circulação.

Também na terça-feira, a Polícia Federal fez entrega de armas, munições e insumos bélicos ao Exército Brasileiro, em Belém. O material havia sido apreendido em ações policiais e foi oficialmente destinado às Forças Armadas, conforme legislação vigente.

Entre os itens entregues, estão 23 armas de fogo, 16 carregadores, cerca de 3 mil munições, bem como mais de 100 kg de chumbo para recarga, 6 mil espoletas, mais de 10 mil chumbinhos e cerca de 20 kg de pólvora.

As ações integram uma estratégia contínua de enfrentamento ao crime organizado, com foco tanto na repressão ao tráfico de drogas quanto na retirada de armamentos ilegais de circulação.

Fonte: https://www.gov.br/pf/pt-br/assuntos/noticias/2026

6.23.2026

Hospital em Minas Gerais é condenado após RECÉM-NASCIDA CAIR NO CHÃO DURANTE PARTO

Hospital Maternidade Sofia Feldman, de Belo Horizonte, foi multado em R$175 mil.

A Justiça condenou o Hospital Maternidade Sofia Feldman, em Belo Horizonte (MG), ao pagamento de R$ 175 mil por danos morais à família de uma recém-nascida que sofreu traumatismo craniano após cair no chão durante o nascimento.

Como determinou a juíza do caso, Moema Miranda Gonçalves, a partir da decisão, o hospital deverá reembolsar todos os tratamentos médicos, neurofisioterápicos e psicológicos que o bebê precise, além do tratamento psicológico dos pais, mediante apresentação de laudos e comprovantes de despesa.

A indenização de R$ 175 mil foi distribuída em R$ 75 mil para a criança e R$ 50 mil para cada um dos pais. A ação judicial foi movida pelo casal após o nascimento da filha, em maio de 2022. Na época, a mãe deu entrada na unidade já em trabalho de parto e, depois de passar pela triagem inicial, recebeu a orientação de permanecer aguardando na recepção.

Entretanto, segundo o relato do casal, as contrações se intensificaram e, mesmo diante da piora, a gestante não foi submetida a uma nova avaliação médica. Cerca de uma hora após dar entrada na unidade, ela acabou dando à luz ainda na recepção da maternidade. Durante o parto, a recém-nascida caiu no chão, sofrendo um traumatismo craniano associado a um hematoma epidural, quadro que exigiu a realização de uma neurocirurgia de emergência.

O Hospital Maternidade Sofia Feldman argumentou que o caso envolveu um “parto de natureza imprevisível”, em razão da rápida evolução do quadro. A instituição afirmou que o atendimento seguiu os protocolos estabelecidos e que a classificação de risco realizada na admissão foi adequada. Também alegou que, no momento do nascimento, a paciente era acompanhada por quatro profissionais. Em nota, o hospital informou que irá recorrer da decisão.

A juíza destacou, no entanto, que os elementos técnicos reunidos no processo — entre eles: laudos periciais, imagens das câmeras de segurança do hospital e o prontuário médico — evidenciaram uma falha na triagem inicial. Conforme a sentença, a equipe de enfermagem deixou de registrar um dado fundamental, referente à frequência e à intensidade das contrações, além de não ter realizado uma reavaliação da paciente no momento adequado, realocando-a para a seção “vermelha”, de alto risco.

A paciente permaneceu por cerca de quase uma hora na recepção, exibindo sinais claros de progressão do trabalho de parto (postura antálgica, inquietação, idas ao banheiro), sem que houvesse qualquer reavaliação pela equipe”, disse a juíza.

A magistrada também ressaltou que, uma vez admitida uma gestante em trabalho de parto, cabe ao hospital garantir uma assistência adequada, com classificação de risco compatível, acompanhamento contínuo da evolução obstétrica e adoção, em tempo hábil, das medidas necessárias para preservar a integridade e a segurança da mãe e da criança.

Fonte: https://iclnoticias.com.br/hospital-condenado-recem-nascido-traumatismo/

6.22.2026

Lei do SILÊNCIO é uma REGRA NACIONAL ou tudo depende de estados e municípios?

A expressão Lei do Silêncio é muito usada no Brasil, mas não corresponde a uma única lei nacional com esse nome. Na prática, o controle de ruídos no país resulta de um conjunto de normas federais, estaduais e, principalmente, municipais. Assim, essa combinação de regras busca equilibrar o direito ao lazer, ao trabalho e à atividade econômica com a proteção ao descanso, à saúde e à convivência coletiva nas cidades.

Em quase todas as capitais brasileiras, a disciplina sobre barulho excessivo espalha-se por códigos de posturas municipais, leis de uso e ocupação do solo, normas ambientais locais e decretos específicos. Além disso, a legislação federal oferece uma base geral, como a Lei de Contravenções Penais e a Lei de Crimes Ambientais. Afinal, elas servem de apoio à atuação da polícia, dos órgãos ambientais e das prefeituras em situações de perturbação do sossego ou poluição sonora.

Existe uma Lei do Silêncio federal no Brasil?

Do ponto de vista jurídico, não existe uma lei federal única, com esse título, que regule todos os casos de barulho no Brasil. Ou seja, o que existe é um arcabouço composto por normas federais que tratam da perturbação do sossego e da poluição sonora, em combinação com leis locais que detalham horários, limites de decibéis e procedimentos de fiscalização. Assim, a expressão Lei do Silêncio virou uma forma popular de se referir a esse conjunto de regras.

Entre as normas nacionais está a Lei de Contravenções Penais (Decreto-Lei nº 3.688/1941). O artigo 42 fala sobre perturbar o trabalho ou o sossego alheios com gritaria, algazarra, som alto, instrumentos sonoros ou barulho de animais. Ademais, também se destaca a Lei de Crimes Ambientais (Lei nº 9.605/1998), que considera crime causar poluição de qualquer natureza em níveis que resultem ou possam resultar em danos à saúde humana, que inclui excesso de ruído em determinados contextos.

Lei do Silêncio e controle de ruídos: como funciona na prática?

Embora a base federal exista, o controle efetivo do barulho cotidiano é feito, em grande parte, por leis municipais. Assim, cada prefeitura costuma fixar limites de ruído em decibéis e definir horários de maior restrição. Em especial, no período noturno e na madrugada. Em muitas cidades, esses padrões seguem referências técnicas, como as normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), que orientam níveis aceitáveis de som em áreas residenciais, comerciais e industriais.

De forma geral, as capitais e grandes municípios adotam faixas horárias em que a tolerância ao barulho é menor. Por exemplo, entre 22h e 7h em zonas residenciais. Nesses horários, ficam mais rígidos os limites para festas, bares com música ao vivo, obras e uso de caixas de som em veículos. Em eventos com autorização, como festas de rua, blocos carnavalescos ou shows em espaços públicos, as regras costumam prever licenças específicas, com indicação de horário de término, tipo de som permitido e medidas de isolamento acústico.

Quais são as principais regras, penalidades e formas de fiscalização?

O controle da Lei do Silêncio tem sua operação de responsabilidade de diversos órgãos. Nas cidades, entram em cena prefeituras, guardas municipais, órgãos ambientais e, quando necessário, as polícias militares. A depender da gravidade e da legislação local, o responsável pelo barulho pode ser enquadrado apenas em infração administrativa ou também em contravenção penal ou crime ambiental.

Entre as medidas mais comuns que os municípios adotam estão:

  • Advertência verbal ou por escrito ao responsável pelo ruído;

  • Multa em valores definidos pela lei local, que podem aumentar em caso de reincidência;

  • Interdição temporária de estabelecimentos (bares, casas de show, templos, oficinas);

  • Apreensão de equipamentos sonoros, como caixas de som e amplificadores;

  • Encaminhamento do caso à delegacia, com base na Lei de Contravenções Penais ou na Lei de Crimes Ambientais.

Os canais de denúncia variam conforme a cidade, mas, em geral, envolvem:

  1. Serviços de atendimento telefônico municipal (como centrais tipo 156);

  2. Chamadas para a Polícia Militar em situações de perturbação do sossego mais imediatas;

  3. Ouvidorias das prefeituras e órgãos ambientais, inclusive por aplicativos e sites;

  4. Condomínios, síndicos e administradoras, quando o problema ocorre em áreas internas.

Por que o controle de ruídos é tão importante nas cidades?

As regras conhecidas como Lei do Silêncio existem para proteger a qualidade de vida e a saúde pública em ambientes urbanos cada vez mais densos. Estudos na área de saúde apontam que a exposição constante a ruídos elevados pode resultar em distúrbios do sono, aumento do estresse, queda de produtividade, problemas cardiovasculares e prejuízos à audição, especialmente em crianças e idosos.

Do ponto de vista urbano, as normas de ruído também auxiliam na organização da cidade. Ao diferenciar, por exemplo, zonas estritamente residenciais de áreas mistas ou de entretenimento noturno, o poder público busca reduzir conflitos entre vizinhos, comerciantes, frequentadores de bares e quem precisa descansar. A ideia é evitar que o direito de um grupo como ouvir música em volume alto ou promover festas frequentes impeça o exercício do direito ao sossego de quem mora ao lado.

Festas, obras e som em veículos: situações comuns no dia a dia

As dúvidas sobre a Lei do Silêncio surgem, principalmente, em situações rotineiras. Em prédios residenciais, festas em apartamentos ou áreas comuns costumam ser reguladas ao mesmo tempo pela convenção de condomínio, pelo regimento interno e pela legislação municipal. Em muitos casos, antes mesmo de acionar a prefeitura ou a polícia, recomenda-se mediação com o síndico ou administradora, que podem aplicar advertências e multas internas.

No caso de obras, os municípios normalmente definem horários em que o uso de equipamentos barulhentos, como martelos pneumáticos e serras elétricas, é permitido. Em áreas residenciais, é comum que esses trabalhos sejam restritos ao horário comercial, com regras mais rígidas para fins de semana e feriados. Já em grandes canteiros de obras públicas ou empreendimentos de grande porte, podem ser exigidos estudos de impacto ambiental e medidas de mitigação de ruídos.

O tema do som alto em veículos também aparece com frequência. Muitas cidades possuem normas específicas sobre o uso de caixas de som automotivas em vias públicas, praças e estacionamentos, prevendo desde multas até a retirada do equipamento. Em situações consideradas mais graves, em que o ruído é intenso e contínuo, é comum a atuação conjunta da polícia e dos órgãos municipais, com base na legislação ambiental e de trânsito, especialmente quando há risco à segurança viária.

Ao compreender que a chamada Lei do Silêncio é, na realidade, um conjunto de normas sobre ruído e convivência urbana, torna-se mais fácil identificar direitos e deveres no cotidiano. A observância dos limites de horário, dos níveis de som e das determinações de prefeituras e órgãos de segurança contribui para relações de vizinhança mais equilibradas e para ambientes urbanos menos nocivos à saúde.

Fonte: ttps://www.msn.com/pt-br/noticias/brasil/

Sancionado PISO SALARIAL PARA PROFESSORES DA EDUCAÇÃO BÁSICA

Lei publicada na sexta-feira (19) fixa o piso nacional do magistério em R$ 5.130,63 para 2026, com reajuste de 5,4%, e nova metodologia de atualização vinculada ao Fundeb e à inflação.

O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, sancionou a Lei nº 15.437/2026, que fixa em R$ 5.130,63 o piso salarial profissional nacional dos profissionais do magistério público da educação básica para a formação em nível médio, na modalidade normal. O texto foi publicado na sexta-feira, 19 de junho, no Diário Oficial da União e é assinado também pelo ministro da Educação, Leonardo Barchini, e pela ministra da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck. 

O novo piso salarial representa um reajuste de 5,4% em relação ao valor vigente em 2025, de R$ 4.867,77, garantindo ganho real acima da inflação. O valor é válido para professores que atuam em jornada de 40 horas semanais, com efeitos financeiros retroativos a janeiro de 2026. As remunerações das demais jornadas devem ser proporcionais ao novo piso estabelecido. 

A legislação também amplia o alcance da política de valorização docente ao incluir entre os beneficiários do piso salarial nacional os profissionais do magistério da educação básica pública contratados temporariamente. 

A sanção da Lei consolida as mudanças introduzidas pela Medida Provisória nº 1.334/2026, editada pelo Governo do Brasil em janeiro deste ano e aprovada pelo Congresso Nacional em maio. A medida adequou a legislação do piso salarial aos fundamentos constitucionais estabelecidos pela Emenda Constitucional nº 108/2020 e às regras do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb).  

A MP determina que o percentual anual de atualização do piso salarial seja calculado pela soma da variação acumulada do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) do ano anterior e de 50% da média do crescimento real das receitas do Fundeb nos cinco anos anteriores. Como forma de ampliar a transparência do processo, a Lei também prevê a publicação anual, em plataforma de dados abertos, da memória de cálculo utilizada para a atualização do piso salarial nacional do magistério. 

A norma estabelece ainda que o reajuste anual não poderá ser inferior à variação acumulada do INPC, garantindo a preservação do poder de compra dos profissionais da educação. A atualização produzirá efeitos a partir do mês de janeiro de cada ano. 

Contexto – A atualização da legislação do piso salarial foi construída a partir de diálogo conduzido pelo Ministério da Educação (MEC) com entidades representativas da educação pública, entre elas o Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), a União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) e a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), além de entidades representativas dos municípios. 

A medida está alinhada à Meta 17 do novo Plano Nacional de Educação (PNE), que prevê a valorização dos profissionais do magistério das redes públicas de educação básica, a fim de assegurar melhores condições de remuneração e fortalecimento da educação pública em todo o país. Com a nova sistemática de atualização, o piso salarial nacional do magistério passa a contar com um mecanismo permanente que busca não apenas preservar, mas também ampliar o poder de compra dos profissionais da educação ao longo do tempo. 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Articulação Intersetorial e com os Sistemas de Ensino (Sase). 

Fonte: https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2026

Polícia Civil localiza plantação de maconha EQUIVALENTE A QUATRO CAMPOS DO CASTELÃO em Acopiara-CE

P olícia Civil localiza cerca de 290 mil pés de maconha em Acopiara. A ação resultou na maior apreensão de plantação da droga já realizada...