5.29.2026

TOY STORY 5 pode quebrar recorde histórico da franquia JÁ NA ESTREIA

Mesmo sendo o quinto filme principal da franquia em mais de três décadas, os dados de interesse do público continuam extremamente forte.

A Disney e a Pixar ainda nem lançaram Toy Story 5, mas os primeiros números já indicam que o filme pode alcançar um feito inédito para a franquia. As projeções iniciais apontam para uma abertura tão forte que o novo capítulo de Woody e Buzz Lightyear tem chances de registrar o maior fim de semana de estreia da história da saga.

Segundo as estimativas da Deadline, Toy Story 5 deve arrecadar cerca de US$ 150 milhões (R$ 756 milhões) apenas nos três primeiros dias em cartaz nos Estados Unidos. Caso a previsão se confirme, o filme ultrapassará com folga o recorde estabelecido da quarta animação, que estreou com US$ 120,9 milhões (R$ 609 milhões) em 2019.

O desempenho também colocaria a animação entre os maiores lançamentos recentes da Disney. A projeção supera, inclusive, a abertura de Super Mario Galaxy, que arrecadou US$ 131,7 milhões (R$ 664 milhões) em seu primeiro fim de semana, e se aproxima dos números registrados por grandes fenômenos do gênero nos últimos anos.

O que esperar de Toy Story 5

Dirigido por Andrew Stanton, um dos nomes mais importantes da história da Pixar, o novo filme acompanha Woody, Buzz, Jessie e seus amigos diante de uma nova ameaça: um tablet em formato de sapo chamado Lilypad. A trama explora o impacto da tecnologia moderna no universo dos brinquedos, um tema que promete atualizar a franquia para uma nova geração.

O elenco principal traz de volta vozes conhecidas dos fãs, incluindo Tom Hanks como Woody, Tim Allen como Buzz Lightyear e Joan Cusack como Jessie. O longa também adiciona novos nomes ao universo da série, como Greta Lee, Conan O’Brien, Craig Robinson, Bad Bunny, Ernie Hudson e Alan Cumming.

Mesmo sendo o quinto filme principal da franquia em mais de três décadas, os dados de interesse do público continuam extremamente fortes. O levantamento indica que o interesse dos espectadores está acima do registrado por Toy Story 4 em praticamente todos os grupos demográficos analisados, reforçando a força duradoura da marca criada pela Pixar.

Se alcançar os números projetados, Toy Story 5 ficará perto de um dos maiores recordes da animação. Atualmente, a melhor abertura da história do gênero nos Estados Unidos pertence a Os Incríveis 2 (2018), que arrecadou US$ 182,6 milhões (R$ 920 milhões) em seu primeiro fim de semana. Toy Story 5 estreia em 18 de junho nos cinemas.

Fonte: https://tangerina.uol.com.br/filmes-series/toy-story-5

5.28.2026

Mulher processa clínica após receber INJEÇÃO que seria aplicada em CACHORRA

Erro aconteceu em janeiro de 2024, mas a mulher processou a clínica em maio deste ano.

Uma mulher ingressou com um ação judicial contra uma clínica veterinária localizada em Vinhedo, no interior de São Paulo, após receber uma injeção que deveria ter sido aplicada em sua cachorra.

O erro aconteceu em janeiro de 2024, mas a mulher processou a clínica em maio deste ano. Na ocasião, a tutora havia levado a cachorra para atendimento devido a dores em uma das patas do bicho. As informações constam nos autos do processo.

Na clínica, a veterinária analisou o animal e recomendou a aplicação de medicamentos injetáveis. Para realizar a aplicação, a médica mandou a tutora segurar o animal. Porém, devido a uma falha, ela injetou o líquido em um dos braços da mulher em vez de injetar no cão.

A veterinária aplicou um antibiótico de uso restrito a animais. Medicamento injetado foi o enrofloxacino, o que teria provocado dores intensas e ardência, segundo relato da tutora que consta nos autos do processo.

A tutora precisou ser levada para atendimento na Santa Casa de Vinhedo. No local, ela recebeu medicação para conter reação alérgica. Entretanto, a mulher precisou de mais atendimentos, dessa vez no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, devido a um edema no braço.

A tutora afirma que a profissional responsável admitiu a falha. A mulher também anexou aos autos do processo imagens das câmeras de segurança da clínica para servir como prova, além de imagens de como seu braço ficou após receber a injeção.

Na época, a tutora registrou um boletim de ocorrência por lesão corporal culposa, quando não há intenção. Nessa ação, o inquérito foi concluído por meio de uma audiência conciliatória em que a veterinária concordou com o pagamento de um salário mínimo como forma de prestação pecuniária.

O valor, porém, não foi destinado à tutora.

Agora, a tutora ingressou diretamente na Justiça com uma ação cível indenizatória. No total, ela pede o pagamento de indenização no valor de R$ 52.357,18, sendo R$ 2.537,18 para cobrir despesas médicas e R$ 50 mil por danos morais. O caso ainda não foi julgado.

Defesa da tutora classificou o erro cometido pela clínica como “absurdo”. Em nota ao UOL, o advogado Flávio Grossi disse ser “lamentável” que sua cliente precise acionar a Justiça “para a devida reparação, ante a absoluta negativa negligente da empresa”.

O que diz a clínica

Por meio de nota, a Clínica Veterinária Pet Son disse que o ocorrido com a tutora foi “um fato isolado”.

O estabelecimento ainda afirmou que “desde o primeiro momento prestou acompanhamento e assistência” à tutora.

Clínica também disse que o caso ainda transcorre no Tribunal, por isso “não é adequado antecipar discussões técnicas ou jurídicas no momento”. “A Pet Son reafirma sua confiança na adequada apuração dos fatos pelas vias institucionais competentes e permanece à disposição para os esclarecimentos pertinentes”, completou.

(UOL/Folhapress)

Fonte:  https://iclnoticias.com.br

5.27.2026

Após apoiar EMENDA DAS 52h, PL tenta usar escala 4x3 PARA TRAVAR PEC DA ESCALA 6X1

Maioria da bancada do Partido Liberal assinou proposta que aumentava jornada antes de defender escala 4x3.

Inimigo declarado da proposta que prevê o fim da escala 6×1, o PL decidiu, na noite desta terça-feira (26), apoiar publicamente a escala 4×3. Trata-se de uma estratégia para inviabilizar a redução da jornada de trabalho.

E o que deixa isso mais claro é fato da própria bancada do partido apoiar em peso a chamada “emenda das 52 horas”, apresentada durante a tramitação da proposta.  emenda ficou conhecida dessa forma porque, na prática, cria uma regra de transição de dez anos para a redução gradual da jornada semanal. O texto também estabelece um modelo que permite aumentar as jornadas, que podem chegar a 52 horas semanais.

62 dos 97 deputados do PL assinaram formalmente a emenda, o equivalente a cerca de 64% da bancada da legenda. Entre os signatários está o líder do partido na Câmara, Sóstenes Cavalcante (RJ), que agora se tornou o principal porta-voz da defesa do 4×3.

A leitura feita por parlamentares é que o PL tenta deslocar o debate para uma proposta considerada mais difícil de aprovar politicamente e economicamente. Na prática, a estratégia acabaria elevando o custo da discussão sobre redução da jornada e criando obstáculos para a aprovação da PEC original.

Sóstenes, líder da bancada na Câmara aparece entre os signatários da emenda criticada e, até agora, não retirou a assinatura do documento.

Em abril o deputado chegou a defender que no lugar do fim da escala 6×1, deviam apoiar um projeto para que os trabalhadores recebessem por hora trabalhada: “Não existe nenhuma legislação mais moderna na relação empregado, trabalhador e empregador do que hora trabalhada, hora recebida. E nós, do PL, vamos oferecer esta nossa contribuição para melhorar esse texto horroroso do desgoverno que aí está e desta PEC que veio horrível”.

Em entrevista ao site Metrópoles, o deputado também disse que “só acabar com a 6×1, cria um problema maior ao trabalhador”.

Depois da repercussão negativa, deputados começaram a retirar os nomes do documento. Até o momento, oito parlamentares do PL protocolaram pedidos formais de retirada: Roberta Roma (BA), Marcos Pollon (MS), Capitão Alden (BA), Dr. Jaziel (CE), Lucio Mosquini (RO), João Carlos Bacelar (BA), Dr. Fernando Máximo (RO) e Coronel Chrisóstomo (RO).

Mesmo após os recuos, outros 54 deputados do partido seguem vinculados oficialmente à emenda.

Por Cleber Lourenço

Fonte: iclnoticias.com.br

5.26.2026

BRASIL alcança MAIOR índice de DESENVOLVIMENTO HUMANO de sua história

Políticas públicas como o Bolsa Família impulsionaram resultado.

O Brasil ingressou, pela primeira vez, na categoria de países com desenvolvimento humano “muito alto”.  Em 2024, o país alcançou 0,805 no Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM), em comparação a 0,744 em 2012. A escala para classificar o desenvolvimento humano varia de 0 a 1, sendo muito alto: acima de 0,800.

A informação é do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) Brasil que divulgou, nesta terça-feira (26), a pesquisa Radar IDHM.

O marcador avalia os parâmetros de saúde e longevidade, educação e geração de renda, de acordo com a cor (negro e branco) e o sexo (mulher e homem). A publicação considera os últimos 13 anos – de 2012 a 2024.

Quando o programa das Nações Unidas começou a calcular esse índice, há 30 anos, o Brasil era um país de IDHM baixo, ou seja, menor que 0,555.

Educação

O parâmetro que mais impulsionou o IDHM neste período foi a educação, ao passar de 0,679 em 2012 para 0,798 em 2024.

A coordenadora da Unidade de Desenvolvimento Humano do Pnud Brasil, Betina Barbosa, destacou, nesse contexto, a concessão do Bolsa Família.

É o programa Bolsa Família que retira quantidade enorme de crianças do trabalho e dá a elas a condição da escola e a obrigatoriedade, também, de estar na escola. Então, aqui vejo diretamente o efeito de uma política pública brasileira.”

Betina Barbosa lembrou que o programa, criado em 2003, começa a produzir efeitos cerca de dez anos depois, justamente quando o primeiro grupo de beneficiários completa um período satisfatório de ensino, do fundamental e médio. 

Famílias negras

Segundo ela, a melhoria dos indicadores de educação nesse período é mais significativa entre famílias de renda mais baixa, em especial, as negras.

É aqui que a população negra começa a apresentar melhores indicadores, melhor performance em educação. Então, a política pega um grupo que estava excluído e bota esse grupo para dentro do diálogo do desenvolvimento humano. Isso acontece a partir de 2016 de forma ascendente.”

A especialista ressalta que não existe alternativa para a melhoria do desenvolvimento brasileiro sem incluir a população negra na agenda de políticas públicas. O mesmo vale para as mulheres. “Esses são dois entraves sérios para o Brasil, a desigualdade de raça e a desigualdade de gênero.”

Saúde e renda

A coordenadora explicou que, dos subíndices, a política pública de saúde é a que mais produz resultados positivos para o país, com performance de “muito alto desenvolvimento” já em 2012 (0,829), em razão da consolidação do Sistema Único de Saúde (SUS) a partir da Constituição de 1988. Mesmo assim, é o que apresenta crescimento mais lento, chegando a 0,860 em 2024.

Já o parâmetro da renda cresce em baixa velocidade, de 0,732 em 2012, para 0,760 em 2024, no patamar de alto desenvolvimento.

Regiões metropolitanas

De acordo com os dados do Pnud, as regiões metropolitanas são os locais onde os brasileiros vivem melhor e puxam o IDHM do país para cima.

Alguns estados, sobretudo das regiões Sul e Sudeste, já têm IDH altíssimo, mas a média do Brasil é acompanhada por regiões metropolitanas que antes eram consideradas regiões da periferia brasileira. 

Como exemplo, Betina cita a Grande Teresina, no Piauí, com índices muito altos de desenvolvimento humano: 0,809.

Esses territórios que antes puxavam a média Brasil para baixo, porque não acompanhavam o ritmo de crescimento, agora são unidades que ajudam o país a alcançar a média ‘muito alta’.”

Entre os nove estados da Região Nordeste, sete regiões metropolitanas já apresentam o IDH muito alto. “Isso é algo inédito nos trabalhos que nós realizamos no Pnud.”

Veja lista dessas regiões:

Natal – 0822; Aracaju – 0,809; Grande Teresina – 0,809; Recife – 0,806; São Luís – 0,806; Salvador – 0,803 e João Pessoa - 0,803

Negação

Para o Pnud, nos anos de 2020 a 2022, o país enfrentou uma crise sistêmica devido à pandemia de covid-19. Em 2021, o IDHM do país chegou a 0,757. A especialista pondera que o mais preocupante para o Brasil foi a negativa de que esse colapso iria produzir efeitos negativos sobre o desenvolvimento.

Essa negação e esse não envolvimento rápido com a criação de políticas públicas que combatam crises sistêmicas, isso é muito grave”, explicou. “Ainda não nos recuperamos aqui, em termos de esperança de vida, do baque da covid-19”, acrescentou.

Nesse aspecto, a mortalidade infantil é o indicador que mais preocupa o Pnud e que está atrelado a políticas públicas que precisam de uma resposta rápida. “E não houve no país uma resposta suficientemente rápida no sentido dos impactos da covid-19.”

Os resultados do Radar IDHM foram calculados com base nos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Continua (Pnad Contínua), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em parceria com a equipe técnica e pesquisadores da Fundação João Pinheiro.

Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/ 

5.25.2026

ENEM 2026: INSCRIÇÕES começam nesta segunda-feira 25 DE MAIO

Estudantes do 3º ano da rede pública terão inscrição automática, mas deverão acessar a Página do Participante para escolher local de provas, língua estrangeira e recursos de acessibilidade, se for o caso. 

O Ministério da Educação (MEC) e o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) divulgaram, na sexta-feira, 22 de maio, o Edital nº 64/2026, referente ao Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2026. Entre as novidades do Enem 2026 está a inscrição automática para estudantes concluintes do ensino médio da rede pública. O procedimento será realizado com base nos dados enviados pelas redes de ensino ao MEC. As inscrições para o exame começam nesta segunda-feira, 25 de maio, e seguem até 5 de junho, exclusivamente pela Página do Participante

Mesmo com a inscrição pré-preenchida, o estudante deverá acessar o sistema do Enem, pela Página do Participante, para confirmar sua participação e complementar informações, como o município onde deseja realizar as provas, a língua estrangeira escolhida e a necessidade de recursos de acessibilidade, se for o caso. 

O prazo de 25 de maio a 5 de junho também vale para os pedidos de atendimento especializado e tratamento por nome social. Os participantes que tiveram a isenção da taxa de inscrição aprovada também deverão realizar a inscrição no exame. 

Para os estudantes não isentos, a taxa de inscrição continua no valor de R$ 85 e pode ser paga por boleto (gerado na Página do Participante), Pix, cartão de crédito e débito em conta corrente ou poupança (a depender do banco). O prazo para fazer o pagamento vai até o dia 10 de junho. 

No edital do Enem 2026, é possível conferir todas as regras da edição, como o cronograma, os procedimentos para atendimento especializado e demais orientações aos participantes. 

ENEM

Ao longo de mais de duas décadas de existência, o Exame Nacional do Ensino Médio tornou-se a principal porta de entrada para a educação superior no Brasil, por meio do Sistema de Seleção Unificada (Sisu), do Programa Universidade para Todos (Prouni) e do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).  

Instituições de ensino públicas e privadas também utilizam o Enem para selecionar estudantes, como critério único ou complementar aos processos seletivos. Os resultados individuais do Enem podem ainda ser aproveitados em processos seletivos de instituições portuguesas que possuem convênio com o Inep para aceitar as notas do exame. Os acordos garantem acesso facilitado às notas dos estudantes brasileiros interessados em cursar a educação superior em Portugal. 

Fonte: https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias

5.24.2026

Mudanças CLIMÁTICAS já AFETAM 85% dos brasileiros, diz PESQUISA

Maioria defende papel do governo na proteção aos trabalhadores.

Oito em cada dez pessoas (85%) já notam interferências das mudanças climáticas em seu cotidiano, sendo que quase metade (46%) julga esse impacto intenso. O dado foi obtido por equipes do Aurora Lab e da More in Common, em pesquisa sobre a transição de energias sujas para limpas, obtida com exclusividade pela Agência Brasil e que será lançada na próxima quarta-feira (27), em São Paulo. 

Como resultado das mudanças climáticas, as principais reclamações dos 2.630 participantes ouvidos foram: 

  • Ter que arcar com um custo maior de vida - 53%

  • Problemas de saúde física - 45%

  • Obstáculos ao acesso a seu local de trabalho - 40%

  • Adoecimento mental - 32%

  • Perda de renda - 17% 

  • Perda de emprego - 10%

A proporção de brasileiros que confia que o governo deve ser a principal figura a garantir a proteção de trabalhadoras e trabalhadores nesse contexto é de sete a cada dez (67%). Outros indicados a essa função são empregadores (7%) e grupos auto-organizados, como os de direitos socioambientais (menos de 6%).

A preferência pelo Estado como o agente mais adequado para apresentar soluções de mitigação e outras medidas pertinentes surpreendeu os pesquisadores.

"Também é um dado muito preocupante, porque ele tira ou não coloca a responsabilidade em cima dos empregadores. Cada vez mais a gente vai ter eventos climáticos extremos e eles têm um papel muito importante em garantir a proteção dos trabalhadores no processo de transição também", complementa a diretora-executiva do Aurora Lab, Gabriela Vuolo.

O levantamento ainda demonstra elevada consciência (93%) de que os modelos de produção e consumo da sociedade precisam ser transformados para se enfrentar a crise climática. No total, 74% concordam totalmente com tal afirmação. 

Uma parcela de 67% acredita que essas mudanças trarão bons frutos para a classe trabalhadora, em termos de abertura de vagas. Somente 10% discordam disso e pensam que terão o efeito contrário, de redução dos postos de trabalho.

As entrevistas também sondaram a avaliação das pessoas sobre a ligação entre a transição e a configuração social do país. A maioria (45%) acredita que a passagem para outros estágios energéticos promoverá redução das desigualdades sociais, contra 40% que acreditam que haverá uma manutenção ou, então, um aumento das desigualdades (23% acham que vão aumentar + 17% que não vão mudar).

Segundo Gabriela Vuolo, parte dos respondentes imagina que até mesmo os salários poderão aumentar.

De acordo com a pesquisa, mesmo em uma era de disseminação de fake news, os brasileiros ainda confiam no que a ciência diz. Universidades e cientistas são a fonte com mais credibilidade para 69% dos entrevistados, enquanto as redes sociais são o principal meio de informação de 65% deles, quando o assunto é clima. 

A pesquisa Clima, Trabalho e Transição Justa será compartilhada no encontro “Quem move o Brasil? Debates sobre Trabalho, Energia e Desenvolvimento”. 

As entrevistas realizadas para a análise contaram com a participação de pessoas com 16 anos de idade ou mais, de nove capitais: Belém, Brasília, Fortaleza, Natal, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo. O questionário foi aplicado entre maio e setembro de 2025.

Fonte: Agência Brasil 

5.23.2026

Continue VENCENDO

O goleiro Rodolfo Rodriguez havia acabado de defender um chute forte de um atacante do Cruzeiro e resolveu reclamar com a zaga de seu time, deixando a bola no chão. Distraído, não percebeu que, bem atrás, estava um jovenzinho dentuço de 17 anos, na época ainda conhecido como Ronaldinho, jogador do time adversário. Gol! A falsa sensação de segurança depois de uma boa defesa fez o goleiro se descuidar, logo na frente daquele que, no futuro, seria chamado de Fenômeno.

A sensação da vitória, de fazer algo bem-feito, acertar todas as questões de uma prova ou ganhar um campeonato é eletrizante. Porém, mais importante do que ganhar uma vez é continuar ganhando.

O grande problema é que, para alguns, os holofotes das conquistas ofuscam os olhos para os novos desafios. Embriagados com o sabor da vitória, muitos se iludem, baixam a guarda e, na sequência, sentem o gosto terrível da derrota.

Esse foi o caso de Pedro, logo depois de ter “conquistado” uma grande vitória, refletida na declaração de Jesus no versículo de Mateus 16:17 (Simão, filho de João, você é feliz porque esta verdade não foi revelada a você por nenhum ser humano, mas veio diretamente do meu Pai, que está no Céu. Mateus 16:17). O Senhor quis saber o que os discípulos pensavam a respeito dele, e Pedro acertou na mosca: “O senhor é o Messias, o Filho do Deus vivo” (Mateus 16:16). Perfeito! Jesus elogiou a percepção espiritual do apóstolo, mas ressaltou qual era a origem daquele entendimento: “Esta verdade não foi revelada a você por nenhum ser humano, mas veio diretamente do meu Pai, que está no Céu” (Mateus 16:17).

Ao que parece, Pedro não prestou atenção a essa parte da declaração de Jesus. O efeito de seu incrível acerto o impediu de perceber o óbvio: era Deus que havia revelado aquilo a ele.

Cheio de si, o discípulo, sem perceber, se desconectou do Pai, e imaginou que já era sábio o suficiente para repreender Jesus, que estava falando a respeito da necessidade de morrer para salvar a humanidade. Minutos depois de sua vitória, o inflado discípulo sofreu uma de suas maiores derrotas ao se conectar ao pensamento do inimigo de Deus. Jesus lhe disse: “Saia da minha frente, Satanás!” (Mateus 16:23).

Iludido com sua conquista, Pedro marcou um “gol contra” ao tentar desanimar Jesus de sua missão. Se você deseja continuar ganhando, nunca baixe a guarda na vida espiritual. Mantenha sua mente em Deus, e Ele sempre fará de você um vencedor.

Fonte: https://esperancadoadvento.blogspot.com/

TOY STORY 5 pode quebrar recorde histórico da franquia JÁ NA ESTREIA

M esmo sendo o quinto filme principal da franquia em mais de três décadas, os dados de interesse do público continuam extremamente forte. ...