4.20.2026

SABIA o que é INTERDIÇÃO JUDICIAL, medida adotada pela família de FHC

Ação deve ser excepcional e baseada em laudos médicos.

A interdição judicial ou curatela de uma pessoa é uma medida excepcional, baseada em laudos médicos, que reconhece a incapacidade cognitiva para a gestão da própria vida, especialmente em casos de doenças como o Alzheimer. 

O assunto veio à tona nesta semana, com a notícia de que a Justiça de São Paulo determinou, na última quarta-feira (15), a interdição do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, de 94 anos, após pedido feito pelos filhos. FHC sofre de Alzheimer em estágio avançado e com a decisão não será mais responsável por seus atos civis, vida financeira e patrimonial.

Segundo a advogada Fabiana Longhi Vieira Franz, especialista em gerontologia pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG), o tema é presente na realidade de muitas famílias, principalmente por chamar a atenção para a capacidade civil de pessoas idosas e os limites entre autonomia e proteção. 

Trata-se do reconhecimento judicial da incapacidade cognitiva de uma pessoa, para a gestão de seu patrimônio e bem-estar, com a nomeação de um responsável para esses cuidados”, explicou.

Fabiana ressalta que a medida não implica, necessariamente, na perda total de autonomia, pois a curatela é definida de forma proporcional às necessidades do caso e, em geral, se restringe a atos patrimoniais, sem atingir os direitos existenciais, como ir e vir ou votar, por exemplo.

A intervenção legal passa a ser necessária quando há risco à própria pessoa ou a terceiros, ou ainda em situações de negligência de autocuidado. Nesse cenário, o envolvimento da família é fundamental. A interdição deve ser compreendida como uma forma de proteção. O processo também prevê prestação de contas ao Judiciário, o que ajuda a evitar abusos e garantir o bem-estar da pessoa curatelada”, destacou.

A especialista reforçou ainda que, para famílias que enfrentam essa realidade, a orientação é buscar avaliação médica diante de sinais de comprometimento cognitivo e conduzir o processo com diálogo e respeito. “O objetivo é preservar a dignidade, garantindo segurança sem violar direitos”.

CASOS EM QUE PODE SER APLICADA

A interdição judicial é um processo judicial no qual se declara que a pessoa não tem capacidade total ou parcial de tomar decisões sobre a própria vida civil, como administrar bens ou assinar contratos. O objetivo é garantir que ela não seja prejudicada por não conseguir expressar sua vontade ou entender as consequências de seus atos.

SEGUNDO O CÓDIGO CIVIL, A MEDIDA PODE SER APLICADA A PESSOAS QUE SE ENQUADREM NOS SEGUINTES PERFIS:

Pessoas impossibilitadas de exprimir sua vontade, por causa transitória ou permanente como coma, paralisia cerebral grave ou doenças degenerativas em estágio avançado; 

  • Pessoas com doenças mentais ou limitações cognitivas, como o Alzheimer, demência ou esquizofrenia, dificultando a administração do próprio patrimônio;

  • Ébrios habituais e viciados em tóxicos; 

  • Pessoas com dependência química ou alcoolismo grave que comprometa sua capacidade de tomar decisões civis e financeiras de forma lúcida; 

  • Indivíduos que gastam seus bens de forma compulsiva e descontrolada, a ponto de colocar em risco a própria subsistência e de sua família

Fonte: Agência Brasil

4.19.2026

MULHER perdeu casas por VÍCIO em APOSTAS ONLINE

Mulher que perdeu casas por vício em apostas online se separou do marido devido às dívidas. Assíria Macêdo relatou o caso nas redes sociais.

A extensionista de cílios Assíria Macêdo, de 29 anos, moradora da cidade de Fortaleza, que perdeu duas casas por conta do vício em jogos de aposta online, se separou do marido devido à dívida de R$ 50 mil com plataformas como o “Jogo do Tigrinho“. Assíria relatou o caso nas redes sociais. O vídeo já alcançou mais de 200 mil visualizações.

Hoje em dia, a gente está separado por conta das dívidas. Ele não aguenta mais (o relacionamento) e eu entendo, porque ele foi a pessoa que mais lutou por mim”, falou Assíria Macêdo em um vídeo publicado nas redes.

No vídeo, Assíria afirma que o ex-marido  que é pai de sua filha caçula, tentou ajudá-la a quitar os débitos, mas acabou se prejudicando por conta do vício dela. Os pais da extensionista eram donos dos imóveis que a família precisou vender para pagar as dívidas da filha.

Meu esposo fez de tudo para ajudar e pagar as dívidas, mas acabou se afundando também, pois eu não falava a verdade e acabava jogando de novo”, narrou a jovem.

Eu estou muito arrependida de todas as escolhas que eu fiz. O primeiro passo é o reconhecimento. Hoje eu reconheço que estou doente, mas antes eu não reconheci, nunca assumi, nunca aceitei ser viciada ou ser doente. […] Só eu sei o que eu faço para poder ficar bem e não consigo. Esse é meu último pedido de socorro e eu espero ser ajudada”, falou a mulher.

Assíria, as filhas e os pais idosos estão morando de favor. “A gente realmente está sobrevivendo com a ajuda de pessoas mais próximas que conhecem a situação”, disse.

Após a repercussão do vídeo, Assíria conseguiu um acompanhamento psicológico gratuito e segue em busca de juntar a quantia necessária para quitar o que deve. Ela foi afastada das redes sociais e do acesso ao celular por conta do abalo emocional ocasionado pelas dívidas.

Fonte: https://iclnoticias.com.br/mulher-que-perdeu-casas-por-vicio-aposta/

4.18.2026

PULE o ANÚNCIO

"Pular ou não pular esse anúncio?" Essa é a "dúvida cruel" de muita gente ao tentar assistir a um vídeo no YouTube. O que parecia ser uma batalha perdi­da para os anunciantes virou páreo duro, pois os publicitários resolveram caprichar.

"A propaganda é a alma do negócio." Essa frase antiga revela o valor que o ser humano dá às aparências. Para muitos, o que está em jogo não é o produto, mas a embalagem e a forma como a coisa é apresentada.

Em certo sentido, as propagandas criam necessidades que não existem. Quem disse que você precisa trocar de celular o tempo todo? Onde está escrito que um homem, para ser feliz, tem que tomar o refrigerante do comercial da TV?

Sedução. Essa é a palavra. "Você não pode deixar de ter esse produto revolucionário! Sua vida nunca mais será a mesma. E toda essa abundância de felicidade, em suaves prestações de..." Porém, o empolgado e estridente ator da propaganda não menciona os juros, que podem até triplicar o valor, se o produto for comprado a prazo; e, o que é pior, não revela a completa inutilidade real daquilo que ele tenta convencer você a comprar.

O diabo usou uma estratégia publicitária para tentar desviar Jesus da cruz. "Você já parou para pensar no tamanho do sofrimento pelo qual passará? Essa gente não merece, eles vão rejeitar você e, no fim, ainda vão matá-lo. Não vale a pena. Ofereço todos os reinos do mundo pelo 'precinho' de se ajoelhar diante de mim e me adorar!"

Além da ousadia de tentar o Senhor, ele omitiu a realidade, caso acontecesse o que propunha: a humanidade ficaria para sempre perdida e sem esperança. Essa apresentação tem todos os ingredientes de uma peça publicitária viral: rápida, persuasiva e sedutora. O inimigo oferece o que não pode dar. Aqueles reinos nunca foram dele. E a história se repete todo o dia. Ao tentar "vender" felicidade por meio do consumismo, por exemplo, ele mente. A gente só pode ser feliz ao adorar o ver­dadeiro Deus. A resposta de Jesus foi nessa linha: "Adore o Senhor, seu Deus, e sirva somente a Ele" (Lucas 4:8).

Por isso, a melhor coisa a fazer hoje e sempre é "pular" todas as "propagandas" do inimigo e seguir assistindo ao "vídeo" de salvação que Deus nos oferece de gra­ça no canal da vida. Não se esqueça de curtir e compartilhar.

O Diabo o levou a um lugar alto e mostrou-lhe num relance todos os reinos do mundo. Lucas 4:5, NVI

Fonte:https://esperancadoadvento.blogspot.com/ 

4.17.2026

ENCONTRO em um campo de CONCENTRAÇÃO

Simon Wiesenthal relata em seu livro The Sunflower [O Girassol] um episódio ocorrido durante a Segunda Guerra Mundial em um campo de concentração nazista. Um jovem oficial da SS, gravemente ferido, pediu para falar com um judeu. A SS (Schutzstaffel, ou Tropa de Proteção), um das organizações mais poderosas da Alemanha nazista, era responsável por atrocidades imensuráveis contra os judeus, como a administração dos campos de extermínio, onde milhões de pessoas morreram. Wiesenthal foi escolhido para comparecer diante do oficial moribundo, que confessou seus crimes contra os judeus e, em seguida, pediu perdão. O que você teria feito? Teria perdoado?

Simon se recusou a perdoar o oficial, talvez com razão. Somente a vítima pode perdoar uma ofensa, e como Simon não havia sido alvo dos crimes daquele oficial, não podia perdoá-lo. O perdão exige uma confissão honesta à vítima. O que acontece, porém, quando a pessoa ofendida não pode perdoar, como no caso de alguém que já faleceu? A Bíblia nos ensina que Deus é o único capaz de conceder o perdão, pois toda ofensa contra outra pessoa é, em última instância, uma ofensa contra Ele, o Criador e Redentor.

Embora seja Deus quem concede o perdão, isso não nos livra da responsabilidade de perdoar aqueles que nos prejudicaram. O Senhor nos ensinou que é dever do cristão perdoar aqueles que o ofendem. Do ponto de vista bíblico, o perdão aos outros não é opcional. A reconciliação depende de confissão e restituição, mas o perdão é incondicional. O próprio Cristo exemplificou isso quando perdoou Seus algozes enquanto morria na cruz. Essa talvez seja uma das responsabilidades mais difíceis que o cristão deve cumprir. Ao refletir sobre isso, chego à conclusão de que somente Deus, por meio de Seu Espírito, pode nos ajudar a cumpri-la. Quando perdoamos, nos tornamos mais semelhantes a Ele e somos transformados para participar da restauração de outras pessoas.

Hoje, convido você a perdoar aqueles que o machucaram, independentemente de quem sejam. Mesmo que estejam distantes, reproduza em sua vida a oração de Jesus: “Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem” (Lucas 23:34).

Porque isto é o Meu sangue, o sangue da aliança, derramado em favor de muitos, para remissão de pecados. Mateus 26:28

Fonte: https://mais.cpb.com.br/meditacao/encontro-em-um-campo-de-concentracao/

4.16.2026

CIRO GOMES para PRESIDENTE DO BRASIL, será?

Aécio Neves convida Ciro Gomes a disputar a Presidência pelo PSDB.

O deputado federal Aécio Neves, presidente nacional do PSDB, convidou na quarta-feira (14) Ciro Gomes (PSDB-CE) a ser candidato a presidente pelo partido em outubro.

O QUE ACONTECEU

Convite aconteceu em Brasília. Na abertura da reunião nacional do PSDB, realizada na Câmara dos Deputados, Aécio fez a proposta a Ciro, que está no PSDB desde outubro de 2025. Trinta e seis anos atrás, Ciro foi o primeiro governador eleito pelo então recém-criado partido, no Ceará. O PSDB é de 1988.

Para Aécio, eleição está "longe" de estar definida. Para ele, o país talvez precise "quase que de um novo Plano Real" para se atualizar em relação às mudanças nas áreas do trabalho, economia e desenvolvimento — entre outras. A situação o levou a convidar Ciro, após conversa com Marconi Perillo e outros tucanos.

Não encontro hoje no quadro político nacional alguém com tantas qualificações, tão atualizado em relação à realidade brasileira e com tanta contribuição a dar ao Brasil”. (Aécio Neves, deputado federal e presidente nacional do PSDB, sobre Ciro Gomes).

Após convite, Ciro prometeu amadurecer a ideia "com muito respeito". "Minha angústia com o Brasil não me permite descartar pura e simplesmente [a candidatura à Presidência], e o meu respeito e os meus deveres com o Ceará também não me permitem aceitar prontamente o desafio", explicou ele.

Questionado, Ciro não deu prazo para decidir em relação ao convite. Como não ocupa nenhum cargo público no momento, ele não precisa se desincompatibilizar para concorrer ao cargo. Para isso, basta que o PSDB registre seu nome junto à Justiça Eleitoral até 15 de agosto.

veja mais em https://noticias.uol.com.br/politica/ultimas-noticias/2026/04/14/aecio-neves-convida-ciro-gomes-a-disputar-a-presidencia-pelo-psdb-em-2026.htm?cmpid=copiaecola

4.15.2026

RENATURALIZAÇÃO de RIOS é estratégia contra ENCHENTES NAS CIDADES

Especialistas defendem soluções na natureza para adaptação climática.

Chuvas extremas e enchentes têm sido fenômenos cada vez mais frequentes nas cidades brasileiras. Nesse contexto, a renaturalização de rios urbanos é uma das estratégias defendidas por especialistas para adaptar cidades aos impactos das mudanças climáticas. Recuperar e reabrir cursos d’água pode tornar os territórios mais resilientes.

A paisagista urbana Cecília Herzog, integrante da Rede de Especialistas em Conservação da Natureza (RECN), afirma que a requalificação de rios é uma medida urgente diante do cenário climático atual.

Segundo ela, o modelo de desenvolvimento que canalizou rios e impermeabilizou o solo com asfalto e concreto tem agravado os efeitos das chuvas.

É importante lembrar que a água não desaparece. Com a chuva, ela sempre vai correr para os pontos mais baixos e, em algum momento, pode inundar essas áreas, principalmente nas regiões mais planas ou de baixada”, diz Cecília.

Com menos áreas permeáveis, a água escoa mais rapidamente, aumentando o risco de alagamentos. A recuperação de rios, nesse contexto, precisa vir acompanhada de uma requalificação mais ampla da paisagem urbana, com ampliação de áreas verdes e sistemas naturais de drenagem. O solo permeável ajuda a desacelerar o escoamento.

A água infiltra no solo, fica retida por algum tempo e depois segue seu curso de forma mais equilibrada. Em rios abertos, com seu curso natural e vegetação ciliar, o impacto da chuva é muito menor”, explica a paisagista.

NOVOS PADRÕES

A arquiteta e urbanista Juliana Baladelli Ribeiro, gerente de projetos da Fundação Grupo Boticário, destaca que a renaturalização faz parte de um novo paradigma de desenvolvimento urbano.

Também fazem parte desse conceito a implementação de telhados verdes, jardins de chuva, valetas vegetadas, pequenas bacias de retenção, ampla arborização e outras estruturas que permitam reter temporariamente a água, favorecer a sua infiltração no solo e a evapotranspiração pelas plantas”, explica.

Além de reduzir enchentes, essas soluções ajudam a amenizar ondas de calor, cada vez mais frequentes nas cidades.

As especialistas destacam que medidas isoladas não serão suficientes diante da intensificação dos eventos extremos. A adaptação climática exige ações integradas e planejadas de acordo com a realidade de cada território.

Será necessário compor um sistema de requalificação da paisagem urbana. A ideia é devolver à cidade áreas com solo vivo e vegetação nativa, capazes de desempenhar funções ecológicas importantes que hoje estão prejudicadas”, diz Juliana.

Isso pode incluir áreas rebaixadas que acomodem a água da chuva e diferentes tipos de infraestrutura verde, desde intervenções de pequena escala até obras maiores, dependendo das características de cada cidade. A adaptação às mudanças climáticas é sempre um desafio local, que precisa ser enfrentado em cada território”, complementa Cecília.

Fonte: Agência Brasil 

4.14.2026

Relator da CPI pede indiciamentos de Toffoli, Moraes, Gilmar e Gonet

Relatório de 221 páginas foi apresentado na terça-feira (14).

O relator da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado do Senado, senador Alessandro Vieira (MDB-SE), pediu os indiciamentos dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli, Gilmar Mendes e Alexandre de Moraes, além do procurador-geral da República, Paulo Gonet.

A base para os indiciamentos dessas autoridades é o caso do Banco Master. Vieira aponta que há indícios do cometimento de crimes de responsabilidades como o de “proferir julgamento, quando, por lei, seja suspeito na causa”; e o de “proceder de modo incompatível com a honra, dignidade e decoro de suas funções”.

Essas infrações, previstas na Lei 1.079 de 1950, são passíveis de julgamento pelo próprio Senado. O relatório de 221 páginas apresentada na terça-feira (14) ainda precisa ser aprovado pela Comissão. Um pedido de vista pode adiar a votação do texto.

É razoável que a decisão sobre indiciamentos se concentre naqueles fatos e indivíduos que estão fora do alcance dos meios usuais de persecução e que podem ser sujeitos ativos de crime de responsabilidade”, destacou o relator da CPI, ao considerar a limitação de recursos da comissão.

O senador sergipano alega que o Brasil já testemunhou investigações, julgamentos e condenações de figuras do Executivo e Legislativo, “mas jamais de integrantes das altas cortes da Justiça”.

A assessoria do procurador-geral Paulo Gonet informou que ele não comentaria o assunto. Já a assessoria do STF não respondeu o contato até a publicação desta reportagem.

Fonte:https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-04

SABIA o que é INTERDIÇÃO JUDICIAL, medida adotada pela família de FHC

A ção deve ser excepcional e baseada em laudos médicos. A interdição judicial ou curatela de uma pessoa é uma medida excepcional, baseada em...