3.21.2026

RAZÃO e FÉ

Em uma era tão excepcionalmente iluminada pela ciência e a razão, as ‘boas- novas’ do cristianismo tornaram-se uma estrutura metafísica cada vez menos convincente, um fundamento menos seguro sobre o qual construir a vida e menos psicologicamente necessário. A absoluta improbabilidade de toda a sucessão de eventos se tornava dolorosamente óbvia – que um Deus infinito e eterno repentinamente tivesse Se tornado um ser humano em um lugar e num momento histórico específicos apenas para ser vergonhosamente executado; que uma única pessoa tenha vivido durante poucos anos, há dois milênios, em uma nação obscura e primitiva, em um planeta hoje conhecido como uma porção de matéria relativamente insignificante, que gira em torno de uma estrela dentre bilhões de estrelas em um Universo impessoal e inconcebivelmente vasto; e que tal acontecimento indistinto tivesse um grande significado cósmico e eterno – tudo isso não mais poderia ser uma crença atrativa para homens racionais. Era completamente improvável que o Universo como um todo tivesse muito interesse nesta minúscula parte de sua imensidão. Sob os holofotes da exigência moderna pela confirmação pública, empírica e científica de todas as declarações de crença, a essência do cristianismo perdeu seu vigor” (Richard Tarnas, Passion of the Western Mind; Nova York: Ballantine Books, 1991, p. 305). Qual é o problema com esse pensamento? O que o autor está omitindo? Quais são os limites do que “ciência e razão” podem conhecer sobre a realidade de Deus e Seu amor por nós? O que isso nos revela a respeito da necessidade da verdade revelada, que a “ciência e razão” humanas não podem obter por si mesmas?

Perguntas para reflexão

Como você responderia à pergunta “que é o homem”? A sua resposta seria diferente daquela das pessoas que não creem no Deus da Bíblia?

Por que mesmo nas situações mais miseráveis, a maioria das pessoas se apega à vida, ainda que a vida pareça ser muito ruim?

O que a cruz ensina sobre o valor da humanidade?

Fonte: http://www.escolasabatinaonline.com.br/estudo-adicional-50/ 

3.20.2026

Não ABRA muito a BOCA

O escritor espanhol Juan Valera afirmou: “A palavra é a primogênita do espírito”, ou seja, é a manifestação mais autêntica do espírito humano. De fato, é por meio da linguagem que nos identificamos como seres humanos. A capacidade de falar é a evidência mais clara de nossa natureza. Aristóteles disse: “O homem é um ser de palavra.”

Por essa razão, a literatura sapiencial na Bíblia atribui grande importância ao uso das palavras. Por exemplo, Provérbios 25:11 declara: “Como maçãs de ouro em bandejas de prata, assim é a palavra dita a seu tempo.” O valor da linguagem é inestimável. Por isso, o sábio “controla as suas palavras” (Pv 17:27). Sendo tão valiosa, deve ser empregada com cuidado. Não devemos falar sem refletir, pois, como advertiu Jesus, “a boca fala do que está cheio o coração” (Mt 12:34). Isso significa que, se o coração está cheio de sabedoria, as palavras serão sábias, prudentes e edificantes, transmitindo “graça aos que ouvem” (Ef 4:29).

Por outro lado, o tolo deveria aprender a se calar, pois, sempre que abre a boca, “derrama tolices” (Pv 15:2). Talvez por isso um sábio tenha dito: “Quem abre demais a boca mostra sua ignorância.” Ironicamente, ainda que seja insensato, quando se mantém em silêncio, pode ser visto como “sábio” e “inteligente” (Pv 17:28).

Esses princípios nos ensinam a valorizar a prudência ao falar e a atenção ao ouvir. Lembre-se: quem fala se compromete, mas quem ouve aprende. Por isso, o sábio prefere ouvir a falar. Se quem fala com você é tolo, o melhor é calar-se para não responder ao insensato “segundo a sua tolice” (Pv 26:4). Por outro lado, se aquele que fala com você é sábio, escute com prazer. Você aprenderá e crescerá em discernimento.

Dentro dessa sabedoria divina, há um princípio incontestável: “Quem fala demais acaba caindo em transgressão, mas quem controla a língua é sábio” (Pv 10:19). Escolha a prudência do silêncio e cultive palavras que sejam “como maçãs de ouro”, valiosas tanto pelo seu conteúdo quanto pelo caráter de quem as pronuncia. Seja protagonista de suas palavras e escolhas, recorrendo sempre à sabedoria para falar e à paciência para ouvir.

Aquele que é prudente oculta o conhecimento, mas o coração dos insensatos proclama a tolice. Provérbios 12:23

Fonte: https://mais.cpb.com.br/meditacao/nao-abra-muito-a-boca/ 

3.19.2026

Flávio Dino questiona PRESIDENTE DA CPMI do INSS por repasses para a IGREJA DA LAGOINHA

Ministro do STF cobra explicações de Carlos Viana e cita possível desvio de finalidade e falhas na rastreabilidade de emendas.

O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta quinta-feira (19) o envio de ofício ao presidente da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS, senador Carlos Viana (Podemos-MG), para que ele preste esclarecimentos sobre o repasse de recursos públicos a uma fundação ligada à Igreja Batista da Lagoinha.

A decisão foi tomada no âmbito da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 854, que trata das regras de transparência e rastreabilidade das emendas parlamentares. No despacho, Dino afirma que, “em vista da necessidade de assegurar o cumprimento do Acórdão deste STF, de dezembro de 2022, que fixou balizas quanto à transparência e à rastreabilidade de recursos públicos oriundos de emendas parlamentares”, determinou a adoção de providências formais.

O ministro também registra que é necessário verificar “a correta observância dos princípios constitucionais da administração pública”, incluindo transparência, impessoalidade e interesse público, ao tratar da destinação dos recursos.

Na decisão, Dino determina “o envio de ofício ao senador Carlos Viana, bem como a intimação do Senado Federal, por intermédio de seu Advogado-Geral, para que se manifestem acerca dos fatos reportados no prazo de cinco dias úteis”. A medida amplia o alcance da cobrança, atingindo não apenas o parlamentar, mas a própria estrutura institucional do Senado.

O despacho foi motivado por pedido apresentado pelos deputados federais Rogério Correia (PT-MG) e Henrique Vieira (PSol-RJ), que apontaram possíveis irregularidades na destinação de recursos por meio das chamadas “emendas Pix”.

Segundo os parlamentares, o senador Carlos Viana destinou ao menos R$ 3,6 milhões à Fundação Oasis, entidade vinculada à Igreja Batista da Lagoinha. Os repasses teriam ocorrido em diferentes anos, com envio de recursos a municípios com destinação previamente definida à fundação.

Ao tratar dos fatos, Dino destaca que as informações apresentadas indicam a necessidade de apuração quanto à “rastreabilidade dos recursos públicos” e à “adequação da destinação às finalidades constitucionais das emendas parlamentares”.

O ministro também menciona, com base na petição, a existência de “possível desvio de finalidade” e a necessidade de verificar se houve “efetivo cumprimento das balizas fixadas por esta Corte” no julgamento que disciplinou o uso das emendas.

O caso ganha dimensão política adicional porque Carlos Viana preside a CPMI do INSS, colegiado responsável por investigar fraudes em benefícios previdenciários. Integrantes da comissão afirmam que pedidos de quebra de sigilo envolvendo estruturas ligadas à Igreja da Lagoinha não avançaram.

Entre esses pedidos estão requerimentos para investigação da fintech Clava Forte Bank e do pastor André Valadão, que não foram apreciados até o momento.

Na petição que embasou a decisão, os deputados sustentam que há indícios de conflito de interesse, ao apontar que o presidente da CPMI teria destinado recursos a entidades potencialmente relacionadas ao escopo das investigações conduzidas pelo próprio colegiado.

O documento também levanta questionamentos sobre eventual “violação aos princípios da impessoalidade e moralidade administrativa”, além de possíveis falhas na transparência da execução das emendas.

A Fundação Oasis, beneficiária dos repasses, é descrita como braço social da Igreja Batista da Lagoinha, com atuação em projetos assistenciais.

O despacho de Flávio Dino não conclui pela existência de irregularidades, mas reforça que o caso deve ser analisado à luz do modelo constitucional de controle das emendas parlamentares. Ao cobrar explicações formais, o ministro insere o episódio no contexto mais amplo de fiscalização do uso de recursos públicos após as decisões do STF que impuseram novas regras ao orçamento.

Com a decisão, o senador Carlos Viana e o Senado Federal terão prazo para apresentar esclarecimentos ao Supremo, que deverá avaliar, a partir das respostas, eventuais desdobramentos no caso.

A reportagem procurou a assessoria do senador para comentar essas questões e até o momento não teve retorno. O espaço permanece aberto.

Por Cleber Lourenço

Fonte: iclnoticias.com.br

3.18.2026

No Ceará sete municípios são alvos da OPERAÇÃO FORÇA INTEGRADA no COMBATE ao CRIME organizado

Operação Força Integrada mobiliza FICCOs em todo o país contra o crime organizado. Iniciativa reúne instituições de Segurança Pública no enfrentamento a organizações criminosas.

As FICCOs deflagraram, nesta quarta-feira (18/3), em 15 estados, a Operação Força Integrada, ação coordenada que mobiliza as Forças Integradas de Combate ao Crime Organizado (FICCOs) de Segurança Pública no combate ao tráfico de drogas e de armas, à atuação de facções criminosas, à lavagem de dinheiro, entre outros crimes.

Durante as ações, estão sendo cumpridos 181 mandados de busca e apreensão e 112 mandados de prisão nos estados de Alagoas, de Amazonas, do Amapá, da Bahia, do Ceará, de Minas Gerais, de São Paulo, do Espírito Santo, de Goiás, do Maranhão, do Pará, de Pernambuco, do Paraná, do Rio Grande do Sul e de Sergipe.

Em 2025, as FICCOs realizaram 246 operações, nas quais foram cumpridos mais de dois mil mandados de busca e apreensão e mais de 1500 mandados de prisão.

Criadas com base no conceito de força-tarefa, as FICCOs têm como objetivo fortalecer o enfrentamento às organizações criminosas por meio da integração entre instituições de Segurança Pública. Participam da iniciativa: polícias civis, militares e penais; guardas municipais, Polícia Rodoviária Federal, SENAPPEN e secretarias de segurança pública estaduais, as quais atuam de forma conjunta e coordenada pela Polícia Federal, sem hierarquia entre as instituições participantes.

As FICCOs estão presentes em todos os estados da Federação e no Distrito Federal. Atualmente, 39 unidades atuam em diferentes localidades do país.

A seguir, conheça as ações realizadas pelas FICCOs no contexto da Operação Força Integrada no Ceará.

A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado no Ceará (FICCO/CE), com o apoio da Polícia Militar do Estado do Ceará – PMCE (Asint, Bope, Força Tática e Raio), deflagrou, nesta quarta-feira (18/3), a Operação Contenção, no contexto da operação nacional Força Integrada I, iniciativa realizada simultaneamente em diversos estados da federação, com foco no enfrentamento qualificado ao crime organizado.

No Ceará, a operação tem como objetivo o cumprimento de 10 mandados de prisão contra alvos estratégicos, executados nos municípios de Fortaleza, Quixadá, Santana do Acaraú, Aquiraz, Eusébio, Horizonte e Juazeiro do Norte. As diligências decorrem de ações integradas de inteligência e investigação, voltadas à repressão de indivíduos identificados como autores de crimes violentos, cuja atuação reiterada representava risco concreto à ordem pública e à segurança coletiva.

No Ceará, a FICCO/CE é composta pela Polícia Federal (PF), Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social do Ceará (SSPDS-CE), Polícia Militar do Ceará (PMCE), Polícia Civil do Estado do Ceará (PCCE), Polícia Rodoviária Federal (PRF), Secretaria Nacional de Políticas Penais (SENAPPEN), Perícia Forense do Estado do Ceará (Pefoce) e Secretaria da Administração Penitenciária e Ressocialização do Estado do Ceará (SAP).

Fonte: https://www.gov.br/pf/pt-br/assuntos/noticias/2026/03/

3.17.2026

DEPUTADA CEARENSE é apontada como ARTICULADORA de FRAUDE BILIONÁRIA no INSS

PF aponta deputada como articuladora de fraude bilionária no INSS.

Parlamentar é investigada por atuar em esquema de descontos ilegais; prejuízo pode chegar a R$ 6,3 bilhões.

A Polícia Federal (PF) identificou a deputada federal Maria Gorete Pereira (MDB-CE) como peça central de um esquema de fraudes envolvendo benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Segundo as investigações, a parlamentar teria atuado como “articuladora política”, utilizando sua influência junto a órgãos públicos para viabilizar e manter o funcionamento das irregularidades.

A operação foi autorizada pelo ministro André Mendonça e cumprida nesta terça-feira (17). Como medida cautelar, a deputada passou a ser monitorada por tornozeleira eletrônica e está sujeita a outras restrições impostas pela Justiça. Já outros investigados tiveram prisão preventiva decretada.

As apurações, conduzidas em conjunto pela PF e pela Controladoria-Geral da União, apontam que o esquema operou entre 2019 e 2024, com descontos indevidos aplicados diretamente em aposentadorias e pensões. O prejuízo estimado pode alcançar R$ 6,3 bilhões.

PRESOS

Entre os presos estão o empresário Natjo de Lima Pinheiro e a advogada Cecília Rodrigues Mota, que teriam papel operacional na execução das fraudes. Segundo a PF, havia um fluxo contínuo de pagamentos de propina a servidores do INSS para viabilizar os descontos irregulares.

Relatórios indicam que recursos enviados por empresas ligadas a Natjo eram utilizados por Cecília para remunerar agentes públicos, em transferências mensais identificadas como “comissão Brasília”. Mensagens obtidas pelos investigadores reforçam a suspeita de pagamento sistemático de vantagens indevidas.

A PF também aponta repasses ao então presidente do INSS, Alessandro Stefanutto, que foi preso em novembro do ano passado. De acordo com análises bancárias, cerca de R$ 4 milhões teriam sido transferidos a ele entre abril de 2024 e janeiro de 2025.

No núcleo político, Maria Gorete Pereira teria atuado diretamente para facilitar acordos com o INSS, manter contato com autoridades administrativas e pressionar servidores para agilizar processos. O nome da parlamentar aparece, inclusive, em planilhas de pagamento de propina, com indicação de repasse superior a R$ 780 mil.

As investigações também revelam que a deputada teria utilizado empresas de fachada, registradas em nome de terceiros e familiares, para movimentar recursos oriundos do esquema. Há indícios de que valores desviados eram transferidos para contas vinculadas a essas empresas e, posteriormente, destinados à própria parlamentar.

Outro ponto destacado pela PF é a possível ligação com ex-dirigentes do INSS já investigados, como André Paulo Fidelis e Virgílio Antônio Ribeiro de Oliveira Filho. Ambos teriam participado de decisões que facilitaram o credenciamento de entidades associativas envolvidas no esquema e o desbloqueio em massa de benefícios para aplicação dos descontos.

DEFESA

Segundo os investigadores, há “indícios robustos” de que Maria Gorete mantinha contato frequente com servidores do INSS para viabilizar a atuação dessas entidades mediante pagamento de propina. Documentos também sugerem que um imóvel de alto valor, registrado em nome de uma empresa ligada à família, seria, na prática, de uso da parlamentar.

A defesa de Natjo Pinheiro afirmou que a prisão preventiva é “desnecessária e desproporcional” e informou que adotará medidas para revertê-la. As defesas dos demais investigados não se manifestaram até a última atualização desta reportagem.

QUEM É MARIA GORETE PEREIRA

Maria Gorete Pereira, de 74 anos, é natural de Juazeiro do Norte (CE) e atualmente ocupa mandato como deputada suplente em exercício na Câmara dos Deputados. Ao longo da carreira política, foi vereadora em Fortaleza e deputada estadual no Ceará, além de ter atuado na área da saúde antes de ingressar na vida pública.

Fonte: icl.noticias.com.br 

3.16.2026

CPMI do INSS inicia INVESTIGAÇÃO DE POLÍTICOS

A CPMI do INSS começou uma fase de investigação do chamado "primeiro escalão", formado por políticos que podem estar de alguma forma envolvidos com pessoas e associações que fraudaram beneficiários do INSS, disse o presidente da CPMI, senador Carlos Viana (Podemos-MG). Ele celebrou nova fase da Operação Sem Desconto, da Polícia Federal (PF), que resultou na prisão, na quinta-feira (12), de vários investigados, entre eles o ex-presidente do INSS, Alessandro Stefanutto, exonerado em abril após a primeira fase das investigações.

A operação colocou na cadeia o núcleo principal de todos os desvios do INSS, da quadrilha que tomou de assalto as aposentadorias brasileiras. Aqueles que estiveram na CPMI debaixo de habeas corpus, que garantiram a eles silêncio em vários momentos, agora terão de revelar a verdade, ainda mais presos. Isso mostra claramente que nós estamos no caminho certo em dar uma resposta ao povo brasileiro — disse o senador em entrevista coletiva.

De acordo com informações da PF, estão entre os alvos Ahmed Mohamad Oliveira, ex-ministro da Previdência no governo Bolsonaro, e o deputado federal Euclydes Pertersen (Republicanos-MG), em meio a 63 mandados de busca e apreensão e 10 mandados de prisão. Entre os presos na quinta estão pelo três pessoas ligadas à Confederação Nacional dos Agricultores Familiares e Empreendedores Familiares Rurais (Conafer) e uma ligada ao Instituto Terra e Trabalho (ITT). Novo mandado de prisão foi expedido contra Antônio Carlos Antunes Camilo, "Careca do INSS", que já se encontra preso.

Carlos Viana agradeceu pelo trabalho conjunto com o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça e disse que “não há na história uma CPI que tenha prendido mais pessoas, que esteja dando mais respostas".

ESCALÕES”

O presidente da CPMI disse que existem três escalões no esquema de desvio dos benefícios dos aposentados e pensionistas. O terceiro escalão, segundo ele, são os operadores e laranjas que receberam e sumiram com o dinheiro.

O segundo é formado por  servidores públicos concursados que se corromperam nesse sistema e que conseguiram passar de governo para governo mantendo os desvios. E um primeiro escalão, que a nosso ver, foi pago pelo segundo escalão, e que é formado por políticos, pessoas que, de governo a governo, ajudaram ou incentivaram essas pessoas e servidores para continuarem na Previdência.

Carlos Viana afirmou que o primeiro escalão, a partir de agora, também começa a ser alvo das operações e, possivelmente, dos depoimentos que serão prestados no STF. O presidente da CPMI disse que há nesse grupo parlamentares, que poderão ser ouvidos pelo colegiado.

Nós vamos sair daqui com uma Previdência muito mais fortalecida e com os culpados presos. [...] O grosso dessa Operação [Sem Desconto], os principais, que são os operadores, que desviaram, isso se a população tenha tranquilidade, [já] estão na cadeia. Agora, queremos saber quem ajudou, quem indicou, quem nomeou e o que receberam para que esse esquema pudesse continuar funcionando e de que maneira políticos foram beneficiados nessa história.

PROIBIÇÃO

Na quarta-feira (11), o Plenário aprovou o projeto de lei que proíbe descontos relativos a mensalidades associativas nos benefícios administrados pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), mesmo com autorização do beneficiário.

O texto também acaba com a possibilidade de antecipação do pagamento de dívidas no crédito consignado. O PL 1.546/2024 segue à sanção presidencial.    

Fonte: Agência Senado

3.15.2026

Envio de DECLARAÇÃO do IR COMEÇA em breve; VEJA REGRAS

A Receita Federal divulgará na próxima segunda-feira (16) as regras da Declaração do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) 2026. Embora o calendário oficial ainda não tenha sido anunciado, a expectativa é que o prazo de entrega da declaração comece no dia 16 e se estenda até 29 de maio, último dia útil do mês, seguindo o padrão dos anos anteriores.

Uma das principais dúvidas entre os contribuintes neste ano envolve a nova faixa de isenção do Imposto de Renda para quem recebe até R$ 5 mil por mês. Apesar de a medida ter entrado em vigor em 1º de janeiro e ter começado a aliviar o bolso de parte dos trabalhadores desde fevereiroa mudança não terá impacto na declaração entregue em 2026.

Isso ocorre porque a declaração deste ano se refere aos rendimentos obtidos em 2025. Assim, a nova faixa de isenção só terá efeito prático na declaração a ser apresentada em 2027.

A confusão entre isenção do imposto e obrigatoriedade de entregar a declaração é comum entre os contribuintes.

Especialistas alertam que estar isento do pagamento mensal não significa automaticamente estar dispensado de prestar contas ao Fisco, já que a obrigação de declarar depende também de outros critérios, como patrimônio, investimentos e operações financeiras.

QUEM DEVE DECLARAR O IMPOSTO DE RENDA EM 2026?

Com base nas regras aplicadas no último exercício fiscal, que não sofreram alteração neste ano, devem apresentar a declaração os contribuintes que, em 2025:

  • Receberam rendimentos tributáveis, como salários, aposentadorias ou aluguéis, acima de R$ 33.888;

  • Obtiveram rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte superiores a R$ 200 mil;

  • Tiveram receita bruta de atividade rural acima de R$ 169.440;

  • Obtiveram ganho de capital na venda de bens ou direitos;

  • Fizeram operações em bolsas de valores, mercadorias ou futuros com soma superior a R$ 40 mil;

  • Fizeram operações de day trade (compra e venda na bolsa no mesmo dia) com lucro;

  • Venderam ações com lucro em meses com volume superior a R$ 20 mil;

  • Possuíam bens ou direitos acima de R$ 800 mil em 31 de dezembro;

  • Tornaram-se residentes no Brasil ao longo de 2025;

  • Declararam bens ou participações em entidades no exterior;

  • Foram titulares de trusts (empresas de investimento) no exterior;

  • Atualizaram bens no exterior a valor de mercado ou receberam rendimentos financeiros de entidades estrangeiras;

  • Optaram por isenção de ganho de capital na venda de imóvel residencial, desde que tenham reinvestido o valor em outro imóvel em 180 dias.

QUEM FICA ISENTO DO IMPOSTO?

A nova tabela do Imposto de Renda ampliou a faixa de isenção para rendimentos mensais de até R$ 5 mil, mas a regra só valerá para rendimentos recebidos a partir de 2026. Por isso, o efeito prático aparecerá apenas na declaração entregue em 2027.

Atualmente, o limite oficial de isenção do imposto é de R$ 2.428,80 por mês. Com os ajustes aplicados na tabela, que criou deduções adicionais, a isenção efetiva alcança rendimentos mensais de até R$ 3.036, valor equivalente a dois salários mínimos em 2025.

DOCUMENTOS NECESSÁRIOS PARA DECLARAR

Para preencher a declaração, o contribuinte deve reunir documentos pessoais e comprovantes de renda e patrimônio.

Documentos de identificação:

  • Documento oficial com CPF (RG ou CNH);

  • Comprovante de endereço atualizado;

  • CPF do cônjuge;

  • Número do título de eleitor;

  • Recibo da declaração do ano anterior;

  • Número do PIS, NIT ou inscrição no INSS;

  • Dados de dependentes e alimentandos.

Comprovantes de renda:

  • Informes de rendimentos do titular e dependentes;

  • Extratos bancários e de aplicações financeiras;

  • Relatórios de aluguéis recebidos;

  • Informes de previdência privada;

  • Rendimentos de programas de incentivo à nota fiscal.

Comprovantes de renda variável:

  • Notas de corretagem;

  • DARFs pagos;

  • Informes de rendimentos de investimentos.

RESTITUIÇÕES

Seguindo o padrão dos últimos anos, o pagamento das restituições deve começar no fim de maio. A expectativa é que o primeiro lote seja liberado em 29 de maio, enquanto o quinto e último lote tende a ser pago em 30 de setembro.

INFORME DE RENDIMENTOS

Documento essencial para preencher a declaração, o informe de rendimentos foi repassado por empregadores e pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) até 27 de fevereiro, último dia útil do mês passado. O mesmo vale para as instituições financeiras, que eram obrigadas a enviar os rendimentos de aplicações e o saldo em contas até a mesma data.

Caso não tenha recebido o documento, o contribuinte deve pedi-lo diretamente à empresa ou utilizar a declaração pré-preenchida disponível no sistema da Receita Federal a partir do primeiro dia de declaração.

OUTROS COMPROVANTES

Os comprovantes usados para deduções no Imposto de Renda também foram enviados até 27 de fevereiro. Os informes de pagamentos a planos de saúde individuais e recolhimentos a fundos de pensão serão usados pelo contribuinte para deduzir os valores cobrados no Imposto de Renda e aumentar a restituição.

Fonte: Agência Brasil

RAZÃO e FÉ

Em uma era tão excepcionalmente iluminada pela ciência e a razão, as ‘boas- novas’ do cristianismo tornaram-se uma estrutura metafísica cad...