5.15.2026

Operação PF CONTRA GRUPO DO SETOR DE COMBUSTÍVEIS

Polícia Federal deflagra operação contra grupo do setor de combustíveis. Operação Sem Refino apura esquema de dissimulação de bens, evasão de recursos e prejuízo ao Fisco.

A Polícia Federal deflagrou, nesta sexta-feira (15/5), a Operação Sem Refino, para apurar a atuação de conglomerado econômico do ramo de combustíveis suspeito de utilizar estrutura societária e financeira para ocultação patrimonial, para dissimulação de bens e para evasão de recursos ao exterior.

As investigações apuram possíveis fraudes fiscais, ocultação patrimonial e inconsistências relacionadas à operação de refinaria vinculada ao grupo.

Na ação, foram cumpridos 17 mandados de busca e apreensão e 7 medidas de afastamento de função pública nos estados do Rio de Janeiro, de São Paulo e no Distrito Federal, por determinação do Supremo Tribunal Federal. Também foi determinada a inclusão de nome de investigado na lista de Difusão Vermelha da INTERPOL.

A Justiça ainda determinou o bloqueio de, aproximadamente, R$ 52 bilhões em ativos financeiros e a suspensão das atividades econômicas das empresas investigadas.

A investigação integra as apurações conduzidas pela Polícia Federal no âmbito da ADPF 635/RJ, relacionada à atuação de organizações criminosas e suas conexões com agentes públicos no estado do Rio de Janeiro.

A operação contou com apoio técnico da Receita Federal do Brasil.

Fonte: https://www.gov.br/pf/pt-br

5.14.2026

STF apura EMENDA PARLAMENTAR para PRODUTORA de FILME sobre o ex-presidente

Repasses foram feitos por deputados do PL, entre eles Mário Frias.

Há mais de um mês, oficiais de justiça tentam cumprir uma determinação do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), e intimar o deputado federal Mário Frias (PL-SP) a prestar esclarecimentos sobre supostas irregularidades na destinação de emendas parlamentares a empresas da produtora artística responsável pelo filme sobre a vida do ex-presidente Jair Bolsonaro, a obra Dark Horse.

Em 21 de março, o ministro Flávio Dino deu cinco dias para o parlamentar responder à denúncia da também deputada federal Tabata Amaral (PSB-SP). Tabata acusa Frias de ter destinado ao menos R$ 2 milhões à organização não governamental (ONG) Academia Nacional de Cultura (ANC), presidida pela empresária Karina Ferreira da Gama.

Karina também está à frente de outras entidades e empresas, como o Instituto Conhecer Brasil (ICB) e a Go Up Entertainment, responsável por produzir o filme biográfico sobre o ex-presidente, previsto para estrear nos cinemas brasileiros em meados de setembro, semanas antes do primeiro turno das eleições.

Segundo os autos da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) nº 854, a oficial de Justiça Federal encarregada de intimar Frias esteve no gabinete do deputado, na Câmara dos Deputados, em Brasília, em ao menos três ocasiões entre março e abril. Em todas as vezes, foi atendida por assessores parlamentares que informaram que Frias estaria em São Paulo, em compromissos de campanha, e que não demonstraram “interesse em informar a agenda do parlamentar”.

EMENDAS

A denúncia apresentada por Tabata Amaral foi motivada por uma reportagem de dezembro de 2025, do site The Intercept Brasil. Segundo a publicação, a Academia Nacional de Cultura foi contemplada com R$ 2,6 milhões oriundos de emendas parlamentares destinadas por deputados federais filiados ao Partido Liberal (PL), sigla do ex-presidente. Além de Frias, são citados os deputados Bia Kicis e Marcos Pollon.

A partir da reportagem, Tabata sugere a formação de um grupo econômico composto por diferentes empresas e entidades atuando sob um comando único. Ela defende que isso poderia dificultar a rastreabilidade da execução da verba pública e estar indiretamente financiando produções cinematográficas de cunho ideológico.

Também intimados por Dino, Bia e Pollon entregaram ao ministro seus esclarecimentos dentro do prazo estipulado. O deputado admitiu ter destinado R$ 1 milhão para a Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo viabilizar, por intermédio da Go Up Entertainment, “a produção da série documental intitulada Heróis Nacionais – Filhos do Brasil que não se rendem”.

Contudo, segundo o deputado, devido à “incapacidade da entidade beneficiária de cumprir requisito técnico essencial”, o projeto não avançou e ele redirecionou os recursos para a área da saúde, “especificamente em favor do Hospital de Amor de Barretos” (SP).

A inexistência de execução afasta, por completo, qualquer hipótese de desvio de finalidade ou irregularidade material na aplicação de recursos públicos”, sustenta Pollon.

DECISÃO POLÍTICA

Bia Kicis também admitiu ter destinado R$ 150 mil em recursos públicos para a realização da série Heróis Nacionais, citada por Pollon. E, assim como o deputado, pondera que a indicação não foi executada

A deputada classifica a petição de Tabata Amaral como “maldosa” por, “indevidamente”, associar sua emenda “a supostas irregularidades e desvios de finalidade”, não havendo “qualquer conexão entre a emenda [parlamentar] e a obra cinematográfica Dark Horse”.

A tentativa de realizar uma amálgama entre projetos distintos, apenas por envolverem a mesma produtora ou temas de espectro conservador, constitui um erro metodológico e jurídico grave”, argumenta a deputada.

Bia Kicis refuta a "leviana alegação” de que ajudou a custear, com dinheiro público, um filme sobre o ex-presidente.

A despeito da tentativa de criminalizar a indicação orçamentária realizada por esta parlamentar, é fundamental que este Supremo Tribunal Federal analise o mérito social e econômico do projeto beneficiado, o qual reflete o compromisso deste mandato com a promoção da cultura e da história nacional brasileira”, alega a deputada, reconhecendo que, com sua emenda, além de fomentar o setor audiovisual, tomou “uma decisão política pautada pela potencialidade de geração de valor para a sociedade, especialmente no campo da educação e da economia criativa”.

Provocada pelo ministro Flávio Dino, a Advocacia da Câmara dos Deputados atestou que, do ponto de vista processual, não identificou irregularidades nas duas emendas de Mario Frias – as únicas que Tabata Amaral elencou em sua representação.

MASTER

Na quarta-feira (13), reportagem publicada pelo site The Intercept Brasil revelou que o senador Flávio Bolsonaro pediu a Vorcaro que destinasse cerca de R$ 134 milhões para custear o filme Dark Horse. Deste total, Vorcaro teria liberado ao menos R$ 61 milhões.

Áudios divulgados revelam que o senador e o banqueiro trocaram mensagens sobre a necessidade de aporte financeiro para o filme às vésperas de Vorcaro ser preso pela primeira vez no âmbito da Operação Compliance Zero. Deflagrada em novembro de 2025, a operação aprofunda as investigações de supostos crimes contra o Sistema Financeiro Nacional e fraudes nas negociações entre os bancos Master e de Brasília (BRB).

Em um dos áudios, Flávio menciona a importância do filme e a necessidade do envio dos recursos para pagar “parcelas para trás”.  

Apesar de você ter dado a liberdade de a gente te cobrar, eu fico sem graça de ficar te cobrando. É porque está em um momento muito decisivo aqui do filme e, como tem muita parcela para trás, cara, está todo mundo tenso e fico preocupado com o efeito contrário com o que a gente sonhou para o filme”, diz o senador, em áudio. 

PRODUÇÃO

Roteirista e produtor executivo do filme, o deputado Mário Frias afirmou, na quarta-feira (13), que o senador Flávio não tem qualquer participação societária no filme ou na produtora Go Up Entertainment, de Karina Ferreira da Gama. Segundo Frias, a obra não recebeu “nem um único centavo” do Banco Master ou de Vorcaro.

E ainda que houvesse [recebido], não haveria problema algum: trata-se de relação estritamente privada, entre adultos capazes, sem um único real de dinheiro público envolvido. E, na época, não havia qualquer suspeita a ele e seu banco”, sustentou.

Frias foi secretário especial de cultura (2020/2022) da gestão de Jair Bolsonaro.

Na mesma nota, Frias tenta justificar os custos da produção – superiores, por exemplo, aos valores do filme Ainda Estou Aqui, ganhador do Oscar de Melhor Filme Internacional, em 2025, que totalizaram R$ 45 milhões.

Dark Horse é uma superprodução em padrão hollywoodiano, com 100% de capital privado, ator de primeira linha, além de diretor e roteirista de renome internacional — com qualidade inédita para retratar o maior líder político brasileiro do século XXI. O projeto é real, será lançado nos próximos meses e, para quem investiu, será um negócio bem-sucedido”, acrescentou Frias.

Fonte: Agência Brasil

Flávio Bolsonaro NEGA e depois CONFIRMA COBRANÇA a Vorcaro, em intervalo de POUCAS HORAS

Horas depois de a reportagem do Intercept ser publicada, a versão do senador mudou completamente.

Com diferença de poucas horas, na quarta-feira (13), o pré-candidato à Presidência da República pelo PL e senador Flávio Bolsonaro mudou radicalmente sua versão sobre a cobrança de dinheiro feita a Daniel Vorcaro para realização do filme sobre o pai.

Primeiro, negou que a produção de “Dark Horse”, película que conta a biografia de Jair Bolsonaro, tivesse recebido dinheiro do dono do Banco Master. Pouco tempo depois, quando o site Intercept Brasil já tinha publicado a reportagem com áudios confirmando a história, Flávio admitiu a cobrança e disse que Vorcaro era realmente financiador do filme.

O primeiro questionamento sobre o assunto foi feito pela manhã, em Brasília. O repórter do Intercept perguntou: “Senador, por que o filme do seu pai foi bancado pelo Vorcaro?”. Flávio Bolsonaro responde: “Mentira. De onde você tirou isso?”. Em seguida, sorri constrangido, comenta “Pelo amor de Deus, aí não dá” e se despede dos jornalistas.

Á tarde, horas depois de a reportagem do Intercept ser publicada, a versão mudou completamente.

Em vídeo publicado nas redes sociais, ele confirmou a cobrança a Vorcaro para bancar a produção. “Toda essa história que está sendo veiculada agora nada mais é que um filho procurando investidores privados para fazer um filme privado sobre a história do seu próprio pai. Zero de dinheiro público, zero de Lei Rouanet, como gosta de fazer”, afirmou.

O ICL Notícias procurou a assessoria do senador para que ele explique por que negou na primeira oportunidade que Vorcaro estava bancando o filme, já que alegou que não há nenhuma ilegalidade nisso. Até o momento não houve resposta.

Na mesma postagem, Flávio Bolsonaro diz que é preciso “mais do que nunca” criar a CPI do Banco Master, algo que ele não apoiou antes.

O pré-candidato do PL explica na gravação que conheceu Daniel Vorcaro em 2024. Esta é outra contradição, já que há dois meses, questionado pelo fato de seu número de celular constar na agenda do dono do Master, ele negou que o conhecesse. “O número do meu telefone não é propriamente um segredo”, afirma ele, sugerindo que qualquer outra pessoa pode ter passado seu contato a Vorcaro.

A reportagem publicada na quarta-feira (13) pelo Intercept traz áudios de conversas de Flávio com Vorcaro sobre o financiamento do filme “Dark Horse”. Segundo a matéria, o valor acertado com o banqueiro para bancar a produção foi estipulado em R$ 134 milhões, e R$ 61 milhões já teriam sido efetivamente pagos.

Fonte: iclnoticias

5.13.2026

13 de MAIO

Na última década do período imperial brasileiro o contexto era de instabilidade e tensão social. A questão da escravidão era um ponto importante a ser resolvido e vinha, desde meados do século XIX, causando preocupação e a promoção de leis que tentavam adiar uma solução definitiva, como a Lei Eusébio de Queirós, a Lei do Ventre Livre e especialmente a Lei dos Sexagenários, aprovada apenas três anos antes da Lei Áurea.

Foi votada e aprovada em poucos dias e em 13 de maio de 1888 a escravidão era extinta do país. Com um texto curto, simples e direto, a lei libertava cerca de 700 mil escravos, num país com então 15 milhões de habitantes. O número de escravizados na data não é tão expressivo tendo em vista um grande contingente de libertos já existentes no país.

Uma das questões que mais preocupava o governo imperial era justamente a pressão pelo fim da escravidão. O temor por um possível Terceiro Reinado de Isabel, os avanços do Partido Republicano Paulista eram algumas das questões que rondavam o Império mas, certamente, a escravidão configurava o centro de todas as preocupações.

Neste cenário muitas eram as rebeliões e manifestações em favor da abolição dos escravizados no Brasil. O medo era constante, em especial por parte dos homens e mulheres escravizados que temiam a reescravização e a violência. Em contrapartida os senhores exigiam uma maior jornada de trabalho e aumentavam os castigos físicos, ocasionando em fugas, revoltas e protestos e, em casos mais extremo, no assassinato de senhores e feitores.

Assim a escravidão perdia legitimidade enquanto os escravizados se articulavam cada vez mais. Mesmo que a polícia do Estado atuasse ao lado dos senhores a indisciplina era geral e agentes abolicionistas solidarizavam-se e auxiliavam nas fugas.

O mundo da negociação está cada vez mais presente. Senhores e escravos negociam o pagamento de salários, autonomia e liberdade. A situação da escravidão era mesmo insustentável e, desta forma, o Estado precisava se antecipar.

A Lei Áurea assinada pela Princesa Isabel em maio de 1888 marcou o fim da escravidão, sendo o Brasil o último país independente a findar este sistema. Um dos problemas em torno da abolição é que ela foi apresentada pelo estado monárquico como um presente, e não como conquista e resultado de lutas travadas por atores fundamentais: é preciso destacar o envolvimento decisivo dos escravizados nesta luta.

Mas, a libertação tardia marca também o fim da monarquia por uma crise instaurada neste cenário. Mesmo a assinatura da lei sendo considerada o ato mais popular do Império, não agradou um grupo importante do cenário político: os proprietários rurais.

Mesmos agraciados com o título de baronato a falta de indenização fez com que rompessem com o Estado, já que suas fortunas se concentravam na posse de escravos, e assim aderem à causa republicana.

A Lei Áurea marca um contexto político de pressões para o fim da escravidão e, após quase quatro séculos após o seu descobrimento, o Brasil passou a ser um país sem escravos, fruto da luta política e social.

Fonte: https://www.infoescola.com/historia-do-brasil/lei-aurea/

União Europeia PUNE GRUPOS ligados a ISRAEL após AUMENTO DA VIOLÊNCIA contra palestinos

Segundo a ONG israelense Yesh Din, o mês de março teve 305 ações violentas, uma média superior a 10 casos por dia.

A União Europeia aprovou, por unanimidade, punições a indivíduos e organizações de extrema-direita, como o grupo Regavim, após o fim do bloqueio político da Hungria. As medidas, no entanto, não atingem diretamente o governo de Israel.

Nos últimos meses, a violência contra palestinos na região explodiu. Apenas no último fim de semana, registraram-se 20 ataques com incêndios a casas, veículos e plantações. Segundo a ONG israelense Yesh Din, o mês de março teve 305 ações violentas, uma média superior a 10 casos por dia.

O governo de Benjamin Netanyahu classifica as sanções europeias como antissemitas e alega que os episódios de violência são marginais. Contudo, o isolamento diplomático de Israel cresce: o apoio diminui nos Estados Unidos e, na Europa, pesquisas indicam que 60% da população tem opinião desfavorável ao país. Nações como Irlanda, Espanha e Eslovênia já defendem a suspensão de acordos comerciais com os israelenses.

O cenário tornou-se ainda mais crítico após as operações militares na Faixa de Gaza e no Líbano. Até os ataques ao Irã sofreram reprovação internacional majoritária. Apesar disso, Netanyahu não sinaliza mudanças; analistas apontam que o premiê utiliza o estado de conflito como estratégia para se manter no poder, dada a sua baixa popularidade antes da guerra.

Fonte: https://www.band.com.br/noticias

5.12.2026

Dino pede que TSE analise possível USO DE EMENDAS EM CAMPANHA ELEITORAL

Alerta foi feito ao STF por entidades que fiscalizam uso de recursos.

O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), enviou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e à Procuradoria-Geral da República (PGR) ofícios para que os órgãos apurem a possibilidade de fraudes no direcionamento de emendas parlamentares com objetivos eleitorais.

Dino tomou a medida na ação em que é responsável por supervisionar se a liberação e execução das emendas estão de acordo com a Constituição e em conformidade com decisões anteriores do Supremo.

O ministro atendeu a pedido das organizações Contas Abertas, Transparência Brasil e Transparência Internacional, que alertaram o Supremo sobre possíveis esquemas no direcionamento de emendas com objetivos eleitorais.

Segundo as entidades, o risco é uma empresa receba recursos de emendas indicadas por um parlamentar enquanto outra, controlada pelo mesmo beneficiário final, seja contratada pela campanha do mesmo parlamentar. Dessa forma, essas emendas custeariam as campanhas com dinheiro público.

Este fornecimento geralmente é subfaturado, de modo que, na realidade, as emendas parlamentares estão sendo utilizadas indireta e indevidamente como verba de campanha”, afirma a petição apresentada ao Supremo”.

O ministro mandou que TSE e PGR analisem a possibilidade e tomem “as providências que entenderem cabíveis”.

No mesmo despacho, o ministro mandou que o Tribunal de Contas da União (TCU) informe se já é possível disponibilizar ao público o painel para acompanhamento de execução de emendas que já utiliza internamente.

Dino também mandou os presidentes das Assembleias Legislativas estaduais e distrital informarem sobre a adequação dos processos orçamentários locais ao modelo federal. Outra providência foi para que a Controladoria-Geral da União (CGU) explique a falta de estrutura, em especial de servidores, para supervisionar a execução de emendas.

EMENDAS

Em 2024, após tomar posse no Supremo, Flávio Dino assumiu a condução dos processos que tratam da transparência no repasse das emendas.

Em fevereiro do ano passado, Dino homologou o plano de trabalho no qual o Congresso se comprometeu a identificar os deputados e senadores responsáveis pelas emendas ao Orçamento e os beneficiários dos repasses. A medida liberou o pagamento dos recursos, que chegaram a ser suspensos por falta de transparência. Com Agência Brasil.

Fonte: https://www.band.com.br/noticias/

PF faz MEGAOPERAÇÃO contra facções em 16 estados, entre eles o Estado do CEARÁ, e cumpri 71 mandatos de PRISÃO

Operação Força Integrada II mobiliza FICCOs em todo o país contra o crime organizado. Iniciativa reúne instituições de Segurança Pública no enfrentamento a organizações criminosas em 16 estados.

 A Polícia Federal deflagra, nesta terça-feira (12/5), em 16 estados, a operação Força Integrada II, ação coordenada que mobiliza as Forças Integradas de Combate ao Crime Organizado (FICCOs) de Segurança Pública no combate ao tráfico de drogas e de armas, à atuação de facções criminosas, à lavagem de dinheiro, bem como outros crimes.

Durante ações, busca-se cumprir 165 mandados de busca e apreensão e 71 mandados de prisão nos estados do Espírito Santo, do Ceará, do Amapá, de Minas Gerais, de Rondônia, do Acre, de Sergipe, do Tocantins, do Rio Grande do Sul, de Santa Catarina, do Rio Grande do Norte, do Paraná, da Paraíba, de Alagoas, do Maranhão e do Rio de Janeiro.

Criadas com base no conceito de força-tarefa, as FICCOs têm como objetivo fortalecer o enfrentamento às organizações criminosas mediante integração entre instituições de Segurança Pública. Participam da iniciativa polícias civis, militares e penais, guardas municipais, Polícia Rodoviária Federal, SENAPPEN e secretarias de segurança pública estaduais, em atuação conjunta e coordenada pela Polícia Federal, sem hierarquia entre as instituições participantes.

As FICCOs estão presentes em todos os estados da Federação e no Distrito Federal. Atualmente, 39 unidades atuam em diferentes regiões do país. A seguir, conheça as ações realizadas pelas FICCOs no contexto da operação Força Integrada II no Ceará:

Fortaleza/CE
Operação Custos Legis. Ação destinada ao cumprimento de medidas cautelares em investigação relacionada a ameaças dirigidas à autoridade pública da área de segurança pública no Ceará. Estão sendo cumpridos um mandado de prisão temporária e um de busca e apreensão em Fortaleza, além de medidas de quebra de sigilo telemático e telefônico.

Fonte: https://www.gov.br/pf/pt-br

Operação PF CONTRA GRUPO DO SETOR DE COMBUSTÍVEIS

P olícia Federal deflagra operação contra grupo do setor de combustíveis. Operação Sem Refino apura esquema de dissimulação de bens, evasão ...