8.06.2026

SUS terá 100 mil TELEATENDIMENTOS mensais para VÍCIO EM BETS

Ministério ampliou oferta em razão da alta procura

O Sistema Único de Saúde (SUS) ampliou para até 100 mil o número de teleatendimentos mensais a pessoas que enfrentam problemas relacionados a jogos e apostas onlineA iniciativa passou a valer na terça-feira (4).

O serviço começou a ser ofertado em março, com uma média de 600 teleatendimentos mensais. A expansão, de acordo com o Ministério da Saúde, se fez necessária em razão da alta procura.

A ferramenta é oferecida por meio do aplicativo Meu SUS Digital, em parceria com o Ministério da Fazenda e a Agência Brasileira de Apoio à Gestão do SUS (AgSUS).

Com atendimento remoto, sigiloso e acolhedor, o serviço oferece orientação e acompanhamento profissional, funcionando como uma porta de entrada para a Rede de Atenção Psicossocial (Raps).

Dados da pasta indicam que mais de 1 milhão de pessoas solicitaram a autoexclusão do CPF de sites e aplicativos de apostas por meio da Plataforma Centralizada de Autoexclusão, ferramenta do Observatório Saúde Brasil de Apostas Eletrônicas.

Os números mostram ainda que 35% das pessoas acionaram a autoexclusão em razão da perda de controle sobre as apostas.

Dentre os sinais de alerta listados pelo ministério estão:

  • mudanças no sono, na alimentação ou no humor;

  • mentir para familiares e amigos sobre apostas;

  • sentimento de vergonha e culpa relacionados a apostas;

  • ansiedade, irritabilidade e inquietação quando não estão jogando;

  • uso do jogo como forma de lidar com o estresse ou frustração;

  • dificuldade de diminuir ou parar de jogar;

  • comprometimento das relações pessoais e profissionais;

  • uso intensificado de álcool e outras drogas; e

  • comprometimento do orçamento pessoal ou familiar devido aos gastos em apostas.

Já os fatores de risco listados pela pasta incluem:

  • exposição precoce a jogos de aposta;

  • facilidade de acesso a jogos online;

  • busca por alívio emocional ou fuga de problemas;

  • histórico de transtorno mentais como depressão e ansiedade;

  • impulsividade e busca por recompensas imediatas;

  • influências sociais e culturais que romantizam o jogo;

  • solidão e isolamento social; e

  • vulnerabilidade social.

Fonte: Agência Brasil

8.05.2026

RESPEITO

Em respeito aos seguidores (as) e leitores (as) do Blog do Kaká Lopes – simplesmente um blog – e do Instagram do blog, esclareço que em virtude de algumas intencionalidades e não intencionalidades tive que realizar uma pausa nas postagens do início de julho até aqui. Não dispondo de tempo integral para me dedicar ao blog e minhas redes sociais tomei a decisão de desacelerar um pouco para poder reorganizar algumas coisas pessoais e depois voltar com as publicações no blog e no instagram.

Desde já agradeço a compreensão e o carinho de todos que fazem o Blog do Kaká Lopes existir de forma direta e indireta.

7.02.2026

Governador Elmano de Freitas VISTORIOU DESTRUIÇÃO DE DROGAS encontradas em fazenda de Acopiara

Ação reuniu forças de segurança para destruir a plantação localizada após trabalho de inteligência policial.

O governador Elmano de Freitas acompanhou, na tarde da segunda-feira 29 de junho, a incineração de drogas encontradas em uma fazenda no município de Acopiara, após trabalho de investigação das Forças de Segurança. Na ocasião, o chefe do Executivo Estadual esteve acompanhado do secretário da Segurança Pública e Defesa Social, Roberto Sá; do delegado-geral da Polícia Civil do Estado do Ceará (PCCE), Márcio Gutiérrez; do coronel comandante-geral da Polícia Militar do Ceará (PMCE), Sinval Sampaio; e do prefeito do município, Francisco Vilmar Félix.

Essa ação de destruir tudo deixa muito claro o nosso posicionamento. Por isso, fiz questão de vir pessoalmente aqui. Quero parabenizar todos os policiais civis que localizaram esta área com plantio de droga do crime organizado. A Polícia não sai daqui enquanto não destruir toda essa plantação”, assegurou o governador, durante pronunciamento.

No local, profissionais da Polícia Civil, do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará (CBMCE) e da Perícia Forense do Estado do Ceará (Pefoce) atuaram na operação. A Superintendência de Obras Públicas (SOP) também participou da ação, com maquinário utilizado na destruição da plantação.

O governador garantiu transparência e rigor na apuração da denúncia de possível negligência na guarda do material descoberto. “No meu entender, a denúncia é muito grave. Vamos apurar absolutamente tudo, não vamos passar a mão na cabeça de ninguém”, enfatizou Elmano de Freitas. “A nossa determinação é enfrentar o crime de forma implacável. Vamos continuar atuando, confiscando essa área e todas as demais em que houver atuação de facções criminosas no Ceará”, acrescentou.

Reconhecimento ao trabalho policial

Durante o pronunciamento realizado no local, Elmano de Freitas também destacou o trabalho das forças de segurança, que, segundo ele, já bloquearam mais de R$ 3,3 bilhões em bens e recursos de organizações criminosas. “Vamos apoiar, cada vez mais, a Polícia Civil, a Polícia Militar, os policiais e os delegados, porque são eles que estão colocando a vida em risco no enfrentamento ao crime organizado no Estado”, afirmou.

O governador ressaltou, porém, que eventuais irregularidades serão investigadas. “Se alguém comete erro, haverá apuração e punição, caso fique comprovado que agiu de forma intencional”, concluiu.

Maior apreensão de drogas nos últimos anos

A operação realizada pela PCCE, na quinta-feira 25 de junho, resultou na localização de uma extensa plantação de maconha no município de Acopiara. No local, foram encontrados cerca de 160 mil pés de maconha em fase de cultivo e outros 130 mil pés já colhidos, totalizando uma estimativa de 290 mil pés da droga. A ação representa a maior apreensão de plantação de maconha que foi localizada pela PCCE nos últimos anos, evidenciando a capacidade investigativa e operacional da instituição no enfrentamento ao tráfico de drogas e às organizações criminosas que atuam no estado.

Fonte: https://www.ce.gov.br/sspds/ 

PF é acionada após reportagens do ICL SOBRE MANSÃO LIGADA a Flávio Bolsonaro

Deputado Lindbergh Farias pede apuração sobre imóvel de R$ 14,5 milhões financiado pelo BRB e utilizado em articulações políticas do senador.

As reportagens do ICL Notícias assinada por Juliana Dal Piva, Alice Maciel e Heloisa Villela sobre a compra de uma mansão de R$ 14,5 milhões pelo coordenador da pré-campanha presidencial de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e a utilização do imóvel pelo senador em reuniões políticas motivaram uma representação apresentada à Polícia Federal (PF) pelo deputado federal Lindbergh Farias (PT-RJ).

O parlamentar pede a abertura de investigação sobre a origem dos recursos, as condições do financiamento concedido pelo Banco de Brasília (BRB) e o uso político do imóvel localizado no Lago Sul, em Brasília.

A notícia de fato encaminhada ao diretor-geral da Polícia Federal cita expressamente as reportagens do ICL Notícias que revelaram tanto a aquisição da mansão por José Vicente Santini, coordenador da pré-campanha de Flávio Bolsonaro, quanto a utilização do imóvel pelo senador para reuniões e articulações políticas.

Segundo a representação, o imóvel foi adquirido por R$ 14,5 milhões, mediante pagamento de R$ 4 milhões de entrada e financiamento de R$ 10,5 milhões concedido pelo BRB. O banco público do Distrito Federal também financiou a compra da mansão do próprio Flávio Bolsonaro em Brasília.

Lindbergh pede que a Polícia Federal apure a origem dos recursos empregados na compra, a capacidade financeira dos compradores, a regularidade da operação de crédito e a eventual existência de benefício político ou eleitoral decorrente do uso do imóvel.

Reuniões da pré-campanha

O documento destaca que a residência passou a ser utilizada por Flávio Bolsonaro em reuniões e articulações de sua pré-campanha presidencial.

De acordo com a notícia de fato, as parcelas iniciais do financiamento seriam de aproximadamente R$ 128 mil mensais, valor que pressuporia renda estimada em cerca de R$ 429 mil por mês. O deputado afirma que esses números precisam ser confrontados com a renda efetivamente declarada, os vínculos profissionais e a capacidade econômica de José Vicente Santini.

A pergunta investigativa é simples: quem pagou, com que dinheiro, por qual caminho financeiro e em benefício de quem?”, afirma Lindbergh na representação. Segundo o parlamentar, é necessário esclarecer se a mansão utilizada nas articulações políticas de Flávio Bolsonaro foi custeada exclusivamente com recursos próprios de Santini ou se houve participação de terceiros.

A peça também pede que a Polícia Federal investigue eventual conexão entre a operação imobiliária, o Banco Master e o banqueiro Daniel Vorcaro. O documento sustenta que o contexto das investigações da Operação Compliance Zero e a participação do BRB em operações relacionadas ao caso justificam a ampliação das apurações.

Entre as medidas solicitadas estão a requisição dos contratos de financiamento, análises de crédito, documentos cartorários, informações sobre a origem dos R$ 4 milhões utilizados na entrada do imóvel, além da eventual produção de relatórios de inteligência financeira e da apuração da utilização política da residência.

Fonte: https://iclnoticias.com.br/mansao-flavio-bolsonaro-pf-icl-investigacao/

7.01.2026

Noruega e Brasil: DOIS NAVIOS, UM SÓ OCEANO DE ESQUECIMENTO

A remada norueguesa é, no fim das contas, um espelho. Ela nos convida a questionar quais histórias escolhemos contar sobre nós mesmos.

Há um fascínio quase hipnótico na sincronia de uma multidão, e os movimentos de massa do século XX o comprovam. Não à toa a Copa do Mundo nasceu durante a ascensão do fascismo italiano em 1930. Em todo caso, quando os torcedores noruegueses — liderados pelo meio-campista Martin Ødegaard desde o gramado — e inspirados no “Senhor Row Row” (“Senhor Remada”, Ole Frøystad), sentam-se nas arquibancadas e simulam uma remada coletiva, o estádio deixa de ser um mero palco esportivo para se transformar no convés de um drakkar (navio de guerra viking) imaginário. A “remada viking” é plástica, contagiante e inegavelmente épica. Mas o que exatamente estamos aplaudindo quando celebramos o compasso desses remos invisíveis?

A imagem popular do viking — o homem loiro, destemido, adornado por capacetes de chifres (um equívoco arqueológico já desmentido) — é uma construção higienizada de um passado complexo. A Noruega, ao abraçar essa estética como marketing e orgulho nacional, escolhe a dedo qual parte da história deseja lembrar. Exalta-se a tecnologia naval incomparável que permitiu a expansão pelo Atlântico Norte, a coragem dos exploradores e a força dos guerreiros. Esquece-se, porém, que a mesma proa que desbravava mares também aportava para o saque, a pilhagem, o estupro e, de forma central, a escravização.

O ataque ao mosteiro de Lindisfarne (norte da Inglaterra medieval) em 793, marco simbólico da Era Viking, além de uma batalha por território, foi um ato de terror que resultou em mortes e na captura de pessoas que se tornariam thralls, os escravizados da Escandinávia medieval. A remada que hoje embala a festa nos estádios era a mesma que impulsionava o comércio humano nas Ilhas Britânicas e na Europa Oriental.

É aqui que a história da Noruega, congelada nos fiordes do norte, encontra um eco incômodo nas águas quentes do Atlântico Sul. Quando pensamos em Brasil e Noruega — que vão se enfrentar no próximo domingo —, imaginamos antípodas culturais. De um lado, o mito do homem cordial e a miscigenação; do outro, o Estado de bem-estar social e a suposta homogeneidade nórdica. No entanto, se despirmos essas nações de seus mitos fundadores, encontraremos um denominador comum brutal: a violência, o navio e a escravidão.

No Brasil, o navio não é o drakkar heroico, mas o tumbeiro sombrio. A nossa “remada” não é celebrada em estádios, mas agoniza no fundo do mar, onde repousam os ossos daqueles que não sobreviveram à Travessia do Atlântico. Enquanto a Noruega folcloriza seu passado marítimo violento, transformando escravizadores em mascotes de pelúcia e campanhas publicitárias, o Brasil ainda lida com as cicatrizes abertas de um sistema escravista que moldou nossa estrutura social.

O incômodo que a remada norueguesa gera em vizinhos como a Suécia e a Dinamarca é revelador. Os suecos, que preferem tratar os vikings como parte de uma história comercial e não como um épico fundacional, entendem o perigo de romantizar a barbárie. Mais ainda, reconhecem que a apropriação desses símbolos por grupos supremacistas brancos não é um acidente, mas uma consequência direta da exaltação de uma masculinidade guerreira e de uma suposta pureza racial.

Quando o Brasil e a Noruega se encontram — seja em um campo de futebol, seja na reflexão histórica —, o contraste é pedagógico. A torcida norueguesa não está, obviamente, celebrando abusos ou massacres ao remar nas arquibancadas. Trata-se de uma memória seletiva, um recorte nostálgico que serve à coesão nacional. Mas a memória é um campo de disputa. Ao romantizar o navio viking, a Noruega apaga os thralls (escravos) que remavam nos porões. Ao esquecer os navios negreiros, o Brasil tenta apagar o racismo estrutural que ainda dita quem vive e quem morre em nossas periferias.

A remada norueguesa é, no fim das contas, um espelho. Ela nos convida a questionar quais histórias escolhemos contar sobre nós mesmos. Se a Noruega precisa lidar com o peso do machado viking que ainda reverbera em discursos de extrema-direita, o Brasil precisa encarar o chicote que nunca foi totalmente abolido. Duas nações, mares diferentes, duas histórias distintas, mas unidas pela constatação de que, no fundo de cada mito nacional glorioso, há sempre um porão sombrio onde a história dos escravizados foi silenciada ou romantizada. Cedo ou tarde, a maré sempre volta, trazendo à tona vozes que cantam em uníssono nos porões de todos os navios dos tempos do mundo: liberdade!

Por: Lindener Pareto Jr.

Fonte: iclnoticias.com.br 

Polícia Civil prende membros de torcida organizada por ATENTADO CONTRA FILHA do presidente do Ceará

PCCE elucida tentativa de atentado contra filha de presidente de clube esportivo e prende suspeitos envolvidos na ação.

A Polícia Civil do Estado do Ceará (PCCE), por meio da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco), com apoio do Núcleo Operacional do Departamento de Repressão ao Crime Organizado (DRCO) e do Departamento de Inteligência Policial (DIP), elucidou a tentativa de atentado praticado contra a filha do presidente do Ceará Sporting Club, ocorrido no dia 25 de junho deste ano, por meio do envio de um artefato explosivo, dissimulado em uma caixa de chocolates. Durante diligências realizadas na terça-feira (30), dois homens, de 19 e 22 anos, foram presos e materiais de interesse para a investigação foram apreendidos em Fortaleza.

As investigações apontaram que o crime foi praticado por integrantes de uma torcida organizada, que atuavam de forma coordenada e com divisão de tarefas. Conforme apurado pela Polícia Civil, os envolvidos utilizaram motocicletas com placas adulteradas e encobertas, com o objetivo de dificultar a identificação dos autores. A ação criminosa está inserida em um contexto de violência protagonizada por torcidas organizadas no Estado do Ceará. Durante o cumprimento das diligências relacionadas ao caso, equipes da Draco prenderam ainda um homem em posse de aproximadamente nove quilos de skunk e um quilo de cocaína, além de apetrechos utilizados para o tráfico de drogas e vestimentas ligadas à torcida organizada.

Os conduzidos foram autuados pelos crimes de ameaça, explosão, associação criminosa e adulteração de sinal identificador de veículo automotor. Um dos suspeitos também foi autuado por tráfico de drogas. As investigações seguem em andamento com o objetivo de identificar todos os envolvidos na ação criminosa e esclarecer integralmente os fatos.

Denúncias

A população pode contribuir com as investigações repassando informações que auxiliem os trabalhos policiais. As informações podem ser direcionadas para o número 181, o Disque-Denúncia da Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS), ou para o (85) 3101-0181, que é o número de WhatsApp, pelo qual podem ser feitas denúncias via mensagem, áudio, vídeo e fotografia ou ainda via “e-denúncia”, o site do serviço 181, por meio do endereço eletrônico: https://disquedenuncia181.sspds.ce.gov.br/.
As denúncias também podem ser encaminhadas para o telefone (85) 3101-7591, número da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco). O sigilo e o anonimato são garantidos.

Fonte: https://www.ce.gov.br/sspds/2026/07/01/

6.30.2026

Veja lista de CARROS QUE TAXISTAS E MOTORISTAS DE APP podem financiar no MOVE BRASIL

Programa começou na sexta (19/06) e profissional com cadastro aprovado já pode pedir crédito.

Motoristas de aplicativos e taxistas podem financiar carros novos com juros menores desde sexta-feira (19/06) pelo programa Move Brasil, do governo federal. Motoristas de aplicativo e taxistas com cadastro aprovado já podem procurar a concessionária do veículo escolhido para dar início à análise de crédito.

O Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços divulgou a lista de carros que podem participar do programa. Podem ser financiados veículos de até R$ 150 mil flex, elétricos e movidos exclusivamente a etanol. Ficam de fora os movidos a gasolina ou diesel.

Taxistas registrados e motoristas de aplicativo com cadastro ativo há pelo menos 12 meses podem pedir o crédito. Os últimos devem comprovar a realização de, no mínimo, cem corridas no período. O cadastro para verificação da elegibilidade já está disponível na plataforma oficial do programa.

Veja lista de carros que entram no financiamento

Carros flex, híbridos flex, elétricos e veículos movidos exclusivamente a etanol. Modelos movidos apenas a gasolina ou diesel ficarão de fora. O valor máximo do automóvel será de R$ 150 mil:   BYD Dolphin; BYD Dolphin Mini;

  • Chevrolet Montana; Chevrolet Onix; Chevrolet Onix Plus; Chevrolet Sonic; Chevrolet Spark EUV; Chevrolet Spin; Chevrolet Tracker; GWM Ora 03

  • Honda City Hatchback; Honda City Sedan; Honda HR-V; Honda WR-V

  • Hyundai Creta; Hyundai HB20; Hyundai HB20S

  • Nissan Kait; Nissan Kicks; Nissan Versa

  • Geely EX2

  • Renault Duster; Renault Kardian; Renault Kwid

  • Citroën Aircross; Citroën Basalt; Citroën C3

  • Fiat Argo; Fiat Cronos; Fiat Fastback; Fiat Mobi; Fiat Pulse

  • Jeep Compass; Jeep Renegade

  • Peugeot 208; Peugeot 2008

  • Toyota Yaris Cross

  • Volkswagen Nivus; Volkswagen Polo; Volkswagen Saveiro; Volkswagen T-Cross; Volkswagen Tera; Volkswagen Virtus.

De acordo com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, o financiamento para seguro não entra na composição do preço do carro, e não conta para o valor máximo de R$ 150 mil. No caso das mulheres, acessórios de segurança também não contam.

Como pedir o financiamento?

  • Cadastro:
Motoristas devem acessar a plataforma https://www.gov.br/mdic/pt-br/assuntos/sdic/move-brasil e autorizar o uso de dados para o sistema verificar se têm direito.

  • Confirmação:
A resposta da análise será enviada por meio da caixa postal do portal gov.br
    Escolha do veículo:
Os motoristas que tiveram o cadastro aceito poderão escolher um dos veículos que se enquadram no programa Mover. Os profissionais com o cadastro aprovado já podem procurar uma concessionária

  • Contratação:
O banco escolhido pelo motorista fará a análise de crédito e, se aprovada, concluirá a contratação com as condições do programa.

Quem pode participar?

Taxistas registrados e em atividade, cooperativas de táxi e motoristas de aplicativos com cadastro ativo há pelo menos 12 meses que tenham realizado ao menos cem corridas nesse período na mesma plataforma.

A validação dos motoristas de aplicativo será feita pelas próprias plataformas. No caso dos taxistas, a confirmação ocorrerá via Receita Federal e gov.br.

Como saber se me enquadro nas regras?

Para motoristas de aplicativo, segundo o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), a confirmação de que o motorista está apto a acessar o financiamento será dada pela própria plataforma para a qual ele trabalha.

No caso dos taxistas, a validação será feita pela Receita Federal a partir dos dados da pessoa no próprio Gov.br. Em até cinco dias úteis após o pedido, a pessoa receberá, via caixa postal do site, resposta sobre se ela atende às condições.

Qual será o valor dos juros?

O governo anunciou juros finais de até 11,5% ao ano para mulheres e 12,6% ao ano para homens. As mulheres também poderão financiar itens extras de segurança, limitados a 10% do valor total da operação.

O financiamento terá entrada?

As regras publicadas até agora não estabelecem entrada mínima obrigatória. No entanto, os bancos poderão exigir condições próprias durante a análise de crédito, incluindo valor de entrada, garantias e comprovação de renda. Em financiamentos, o valor da prestação e do crédito liberado dependem, por exemplo, da renda do motorista.

Fonte: https://iclnoticias.com.br/economia/veja-lista-de-carros-motoristas-app/

SUS terá 100 mil TELEATENDIMENTOS mensais para VÍCIO EM BETS

M inistério ampliou oferta em razão da alta procura O Sistema Único de Saúde (SUS) ampliou para até 100 mil o número de teleatendimentos...