6.06.2026

OBRAS na pista

Geralmente, lemos a placa "Obras na Pista" com os dentes cerrados. Essa placa indica que o tráfego será lento e a estrada estará trepidante e perigosa, com as rodas subindo e descendo sobre a superfície irregular. Os cones amarelos enfileirados na estrada nos dizem que a maior parte das obras será realizada durante a escuridão da noite, mas como queremos que acabe logo! Como ansiamos por uma estrada plana!

Alguns dias depois, ao passarmos pela rodovia recapeada, notamos a diferença. Pode não haver nenhuma placa proclamando: "Ei, seu desejo foi atendido!" Ou: "Agradeça a um operário por ter coberto as ranhuras" mas o sofrimento acabou. A lembrança da irritação anterior com trepidação e buracos se esvai ao desfrutarmos o conforto do novo trajeto.

Espiritualmente falando, às vezes não nos impacientamos com as "obras na pista" na jornada de nossa vida, aquelas provações que nos irritam? Os incômodos que nos fazem perguntar Por que eu? Queremos gritar: "Quando é que essas provas passarão? Quando voltarão nossas rodovias planas?" Queremos uma viagem fácil, agradável, esquecendo-nos de que, antes do conforto, deve acontecer a “obra na pista” para refinar nosso caráter.

Primeiramente, um trecho da estrada é escolhido e marcado para o conserto e recapeamento. Assim como aqueles que trabalham nas superfícies das estradas, o Espírito Santo faz escavações profundas para remover as camadas antigas. Isso pode machucar! Esse processo de remoção expõe os danos causados pelas gélidas tormentas e as tórridas temperaturas das experiências da vida. Expõe, inclusive, o dano resultante de nossos pecados secretos. O Espírito Santo atua constantemente em nosso caráter, escavando, fazendo sulcos, examinando e nos preparando para o novo fundamento e a superfície. Mesmo assim, sou grata a Deus pelo “asfalto” aquecido e aplicado por pressão – aquelas provas abrasadoras da nossa fé – que repetidamente nos levam ao pé da cruz. Estou disposta a tolerar obras nas pistas da minha cidade porque sei que, com o tempo, apreciarei ruas planas. Que Deus também cure minha impaciência durante a reconstrução do meu caráter.

Senhor, dá-me paciência para esperar, sabendo que estás trabalhando na minha vida e que o trabalho ainda está longe de acabar. Ajuda-me a ter fé na Tua liderança, mesmo quando a pista for esburacada. Ajuda-me a lembrar que, após noites escuras de reconstrução, a alegria virá pela manhã.

Por Annette Walwyn Michael

Fonte: https://esperancadoadvento.blogspot.com/

6.05.2026

FILHOS, não IMPOSTORES

A história do príncipe Joás é emocionante. Sua tia salvou sua vida quando tinha um ano de idade e o escondeu no templo do Senhor durante seis anos, no reinado da usurpadora rainha Atalia. Somente Jeoseba, a tia, e o sumo sacerdote, Joiada, sabiam que ele era filho do rei. O que teria acontecido se tivessem morrido de repente sem que ninguém mais soubesse o segredo?

Um caso semelhante envolveu o nome de Anna Anderson. Milhares de pessoas chegaram a crer que ela não era uma simples empregada de uma fábrica. Na realidade, seria a grã-duquesa Anastácia Romanov, filha mais nova do último czar da Rússia.

Durante a revolução bolchevique, o czar Nicolau II e toda a família foram assassinados. Circularam rumores de que seus dois filhos mais novos, Anastácia e Alexei, talvez tivessem escapado. A partir disso, surgiu o boato de que Anna Anderson seria Anastácia. Isso provocou um circo midiático que durou anos e deu origem a livros e filmes. A ideia de que uma camponesa pudesse ser uma princesa parecia um bom argumento para uma novela. Anna teve defensores até mesmo entre parentes de Nicolau II. Apesar de que jamais se pôde demonstrar suas alegações perante um tribunal, Anna nunca negou sua pretensão de ser a grã-duquesa Anastácia.

Descobertas recentes, entretanto, comprovaram que Anna não era Anastácia. As provas de DNA puseram em cheque sua pretensão e especialistas forenses russos comprovaram isso verificando as tumbas e os restos mortais do czar e de toda sua família. Apesar de suas reivindicações, Anna não era uma princesa. Foi uma charlatã. A revista Time a inclui entre os dez maiores impostores da história.

Graças a Deus não ocorre o mesmo conosco. Somos filhos do Rei do Universo. O apóstolo Paulo afirma: “Pois todos vocês são filhos de Deus mediante a fé em Cristo Jesus” (Gl 3:26). Por isso, somos príncipes e princesas. Você está disposto a crer nesta grande notícia e aplicá-la hoje à sua vida?

Fonte: https://mais.cpb.com.br/meditacao/filhos-nao-impostores/

6.04.2026

Vídeo de LUZES MISTERIOSAS atribuídas OVINs viraliza; FAB SE PRONUNCIA

Postagem foi publicada pelo influenciador Mayk Leão.

Um vídeo do influenciador Mayk Leão, 31, viralizou nas redes sociais após ele registrar luzes estranhas e sons misteriosos em uma área rural de Campo Largo, no Paraná. O caso tem gerado grande debate por suspeita de um possível óvni.

O que aconteceu

No domingo (31/05), Mayk estava em um sítio quando percebeu movimentações incomuns no céu durante a noite. Assustado, ele afirmou que os animais do local começaram a ficar agitados.

Depois, avistou e começou a gravar pontos luminosos se movendo ao longe, no meio da mata. “Eu acho que acabei de ver uma nave alienígena gigantesca. Aquilo não era um avião, não era um drone. Era muito grande e tinha muitas luzes coloridas”, afirmou.

Durante o vídeo, Mayk relata que o objeto parecia redondo e cercado por várias luzes. Segundo ele, a estrutura ficou parada por cerca de 20 minutos antes de desaparecer.

Gente, ali não tem estrada, não tem serra, não tem nada. Eu não sei o que é isso. Meu celular não consegue focar, eu tô com medo. Tem muitas luzes, é muito lindo e está se movimentando… Mayk Leão
O influenciador também contou que, antes da aparição, ouviu barulhos próximos ao sítio, “como se alguém estivesse engasgando”. Em seguida, os animais ficaram inquietos e as luzes surgiram no céu.

Eu não sei o que aconteceu. Se alguém souber o que é isso, pode me ajudar? Porque eu tô bem assustado”, relatou.

Caso gera debate

Logo após ser publicado, o vídeo começou a repercutir nas redes sociais. No Instagram, a gravação já ultrapassou 12 milhões de visualizações e tem dividido opiniões entre os internautas.

Mayk afirmou que trabalha com resgate de animais e que não possui conhecimento sobre ufologia. Segundo ele, tudo foi gravado com um iPhone 15, à noite e usando o zoom máximo, o que explicaria a baixa qualidade das imagens.

Ele também negou qualquer tipo de edição ou tentativa de autopromoção com o caso, que está despertando curiosidade nas redes. “Faz muito sentido ser a presença de algo que não é desse planeta”, escreveu um internauta em um comentário com mais de 40 mil curtidas.

Outros usuários, porém, ironizaram as imagens. “Só aparece para quem tem TekPix”, brincou um perfil, fazendo referência à qualidade da gravação. Já outro comentou: “As pessoas estão tendo mais um surto coletivo”.

Apesar das críticas, muitos internautas demonstraram interesse pela história. “Acho que foi o melhor relato que eu já vi”, escreveu uma pessoa. Outros chegaram a compartilhar relatos de experiências semelhantes e até conselhos ao influenciador.

Peça proteção”, comentou uma usuária. Já outra pediu uma investigação mais detalhada: “Dá um jeito de ir até onde eles estavam para ver se deixaram marcas”.

O que diz a FAB

O caso chamou a atenção até de especialistas em ufologia, que pediram para Mayk entrar em contato para compartilhar mais detalhes sobre a situação. Após viralizar, a história também passou a ser repercutida por veículos da imprensa nacional.

A FAB (Força Aérea Brasileira), porém, se pronunciou e negou qualquer ocorrência anormal. “A Força Aérea Brasileira, por meio do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA), informa que, no dia 31 de maio, nenhum objeto foi identificado pelos radares de defesa aérea ou reportado por aeroportos locais com informações de objetos desconhecidos”.

Segundo o órgão, nenhuma atividade fora do comum foi detectada. “O controle do espaço aéreo ocorreu dentro da normalidade”, concluiu a FAB em nota ao UOL.

Fonte: iclnoticias 

PARTIDOS aguardam divisão dos valores do FUNDO ELEITORAL 2026

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) recebeu do Tesouro Nacional na segunda-feira (1º) o repasse dos R$ 4,9 bilhões do Fundo Eleitoral para as eleições gerais deste ano. Em breve, o órgão divulgará os valores a serem destinados a cada partido, conforme os critérios pré-estabelecidos.

O Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC), mais conhecido como Fundo Eleitoral ou Fundão, foi instituído em 2017, quando as doações empresarias para campanhas políticas foram proibidas pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Com repasses concentrados somente nos anos de eleição, o Fundo Eleitoral tem seu valor definido na Lei Orçamentária Anual (LOA). Cabe ao TSE fazer a distribuição aos diretórios nacionais dos partidos.

A adição

Pode-se dizer que o Fundo Eleitoral reúne as operações básicas da matemática. Adição, porque veio somar-se ao Fundo Partidário como um dos mecanismos de financiamento público das campanhas eleitorais no Brasil. Apesar de ambos funcionarem com recursos públicos, cada qual tem suas regras.

Bem mais antigo — instituído pela Lei 9.096, de 1995 —, o Fundo Partidário é destinado primeiramente à manutenção e às atividades dos partidos, como pagamento de serviços e despesas administrativas. Mas os recursos também podem ser utilizados para as campanhas eleitorais. Antes da criação do Fundo Eleitoral, o Partidário era a única fonte pública de recursos divididos entre as agremiações.

A adição do Fundo Eleitoral ao financiamento de campanha teve objetivo de garantir mais transparência e reduzir influências externas no processo eleitoral.

— O Fundo Eleitoral foi criado quando acabou a doação de pessoa jurídica, para não haver influência de empresários na eleição, evitando que o candidato ficasse refém de interesses privados. A finalidade é ser financiado pelo Estado para não haver essa dívida, que pode levar à corrupção, e também proporcionar um maior equilíbrio econômico nas disputas — afirma a consultora legislativa do Senado Flávia Magalhães, da área do direito Constitucional, Administrativo e Eleitoral.

A subtração

Uma questão que ainda recebe críticas é a distribuição dos recursos feita dentro do partido. Cada agremiação distribui o montante recebido como quer. Ou seja, subtrai-se de alguns, em benefício de outros.

— O partido distribui como quer, assim como era quando recebia de doações de pessoas jurídicas. Questiona-se porque um recurso público acaba sendo distribuído de uma forma não necessariamente justa entre os candidatos. Os diretórios é que vão definir quais os candidatos que receberão mais ou menos recursos.

A multiplicação

A destinação de quase R$ 5 bilhões ao Fundo Eleitoral chama atenção pelo fato de o montante ter quase triplicado em um período de oito anos, desde 2018, quando foi distribuído R$ 1,7 bilhão. Há quem questione o montante do fundo, argumentando que o valor poderia ser usado em outras finalidades essenciais do Estado. Outras vozes, porém, lembram que também é fundamental garantir a lisura do pleito, a independência dos eleitos e o financiamento das eleições.

— Os partidos podem até renunciar ao valor, se quiserem. Em 2022, o Partido Novo recusou o Fundo Eleitoral. Mas isso deve ser feito até 1º de junho. Neste ano, nenhum recusou — explica a consultora Flávia Magalhães.

A divisão

A divisão do valor do Fundo Eleitoral entre os partidos segue critérios regulamentados por resolução de 2019 do TSE. 2% são garantidos a todos os partidos registrados no Tribunal. Na sequência, 35% são distribuídos entre os partidos com, pelo menos, um deputado federal. E essa divisão será feita na proporção do percentual de votos obtidos na última eleição geral para a Câmara.

Flávia Magalhães lembra que a Constituição define que os votos dados a candidatas mulheres ou a candidatos negros para a Câmara dos Deputados nas eleições realizadas de 2022 a 2030 devem ser contados em dobro para a divisão de recursos.

Outros 48% serão divididos na proporção dos deputados federais titulares eleitos na última eleição e 15% na proporção dos senadores titulares e que estiverem nos primeiros quatro anos de mandato.

Assim, toda a base de cálculo para o repasse referente às eleições gerais de 2026 vai considerar os resultados das eleições gerais de 2022. Serão incluídas nesse cômputo as retotalizações — a partir de cassações de deputados, por exemplo — processadas até 1º de junho deste ano.

Em 2024, 29 partidos dividiram o montante de R$ 4,9 bilhões. Ao final do pleito, todos os partidos tiveram de apresentar prestação de contas detalhada. Os recursos que não forem utilizados nas campanhas eleitorais devem sempre ser devolvidos ao Tesouro Nacional.

O PL levou a maior parte dos recursos (17,87%) em 2024, seguido do PT (12,49%). Na sequência aparecem os partidos União (10,81%), PSD (8,48%), PP (8,41%) e MDB (8,15%).

Novas operações

Alguns projetos em tramitação nas duas Casas Legislativas têm objetivo de mexer no Fundão. No Senado, por exemplo, o PL 573/2020, de iniciativa da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH), a partir de uma ideia legislativa, reduziria à metade do valor de 2020 (quando foram destinados R$ 2 bilhões) para as eleições de 2022, com congelamento desse montante até 2042. É o que propõe também o PL 4.775/2019, do senador Eduardo Girão (Novo-CE).

Já o PL 2.538/2023 determina a devolução ao Tesouro Nacional dos recursos do Fundo Eleitoral nos casos de cassação de registro, diploma ou mandato. Autor da proposta, o senador Styvenson Valentim (Podemos-RN) argumenta que “não há razoabilidade em permitir que se empenhe recursos públicos em campanhas de candidatos que não possuam todas as condições de elegibilidade ou que tenha alguma das condições de inelegibilidade no ato do registro de candidatura, sem a possibilidade de que os valores sejam restituídos aos cofres nos casos citados”.

O senador Jayme Campos (União-MT) apresentou no ano passado projeto que destina recursos do Fundo Eleitoral a programas de educação cidadã e letramento democrático, sob gestão do TSE (PL 6.469/2025).

— Não há uma democracia forte sem uma sociedade bem informada. Não há cidadania absoluta sem compreensão dos direitos e deveres, do funcionamento das instituições e do papel de cada indivíduo na vida pública. Assim, o projeto que apresento propõe a destinação de 2% do Fundo Eleitoral para ações permanentes e estratégicas de educação — disse o senador em Plenário.

Os fundos Eleitoral e Partidário também poderiam ter sofrido alterações pelo projeto de lei complementar (PLP) 112/2021, debatido pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) no ano passado. A matéria, aprovada pelo colegiado, acabou não sendo analisada pelo Plenário, de forma que pudesse trazer alterações para a eleição de 2026.

Na Câmara, o PL 2.652/2022, do ex-deputado Nereu Crispim (RS), propõe a distribuição dos recursos do Fundo Eleitoral de forma igualitária entre os candidatos. Outros mais radicais, como o PL 2.722/2019, da ex-deputada Paula Belmonte (DF), e o PL 4.910/2019, do deputado Diego Garcia (União-PR), simplesmente extinguem o Fundão.

Fonte: Agência Senado

6.03.2026

Eduardo Girão CRITICA caso em BARBALHA

O pré-candidato ao Governo do Ceará, o senador Eduardo Girão (Novo) criticou o episódio de manifestações políticas na missa em Barbalha. O político tem sido um dos críticos do apoio do PL à pré-candidatura de Ciro Gomes ao Governo do Ceará.

Via redes sociais, Girão condenou o que chamou de “inoportuno uso politiqueiro da religião”. “Pense numa cena patética que chocou quem ainda tem o mínimo de bom senso hoje em Barbalha, no Cariri Cearense. Não contem comigo para esse tipo de política hipócrita que não respeita o altar dos que têm Fé na “Terra da Luz”, evidenciou o senador. 

Por sua vez, ao ser questionado pelo Diário do Nordeste sobre os gritos no interior da Igreja, o governador Elmano afirmou que a festa religiosa não deve ser associada à disputa eleitoral. “A igreja é um lugar para unir os filhos de Deus, não é lugar para fazer política eleitoral, é lugar para a gente fortalecer a fé”, declarou. 

Já Ciro Gomes defendeu a bronca dada pelo religioso após as manifestações, mesmo entendendo o contexto. “Com a iminência da campanha, os ânimos meio acirrados e tal, impossível que as lideranças, seja do lado do Camilo, seja da nossa, controle a espontaneidade das pessoas. Eu mesmo fiz sinais para parar e tal e acho que consegui algum êxito e apressei a saída”, pontuo

Fonte: https://diariodonordeste.verdesmares.com.br/pontopoder/

Lote da água mineral CRYSTAL SEM GÁS tem recolhimento voluntário

Unidades do produto foram distribuídas nos estados de SP, GO, TO e DF.

O lote LZ1 VAL200127 3 P 200126 da Água Mineral Natural sem Gás da marca Crystal, fabricado pela Mineração Bom Jesus Ltda. (CNPJ: 07.245.544/0001-62), em Luziânia (GO), está sendo retirado voluntariamente do mercado. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou nesta quarta-feira (3/6) a Resolução 2.247/2026, que comunica o recolhimento voluntário do produto pela empresa.

De acordo com a fabricante, o lote é composto por 374,4 mil garrafas de 500 ml. As unidades foram distribuídas no Distrito Federal (230.443), em cidades vizinhas de Goiás (66.768), em Tocantins (1.439) e no interior de São Paulo (75.750). Ainda segundo a empresa, até o momento não há registro de reclamações de consumidores relacionadas a esse lote nos canais oficiais de atendimento.

A medida de recolhimento voluntário foi iniciada após a emissão de laudo do Laboratório Central de Saúde Pública do Distrito Federal (Lacen-DF), que identificou a presença da bactéria Pseudomonas aeruginosa em amostra do produto coletada durante ação de rotina da Diretoria de Vigilância Sanitária do Distrito Federal (Divisa/DF) para análise de alimentos.

O teste de contraprova, que gerou o Laudo de Análise Fiscal Definitivo, foi realizado conforme previsão do Guia para Harmonização de Procedimentos no Âmbito do Sistema Nacional de Vigilância Sanitária (SNVS), e o resultado confirmou a presença da bactéria na amostra analisada. Com isso, a Divisa/DF determinou a interdição local e comunicou o caso à Anvisa.

Tem o produto em casa?

A orientação é que os consumidores verifiquem se possuem unidades do lote LZ1 VAL 200127, fabricado em 20/1/2026 e com validade até 20/01/2027. Caso tenham o produto em casa, não devem consumi-lo e precisam aguardar as orientações públicas da empresa sobre devolução e reembolso

De acordo com as informações apresentadas pela empresa à Anvisa, o recolhimento do produto foi iniciado imediatamente em distribuidoras, e cerca de 99,2% das unidades do lote já não estariam mais disponíveis nas prateleiras para compra pelo consumidor.

Fiscalização

A Anvisa reforça que a medida se aplica exclusivamente às unidades do lote LZ1 VAL 200127, fabricado em 20/1/2026, com data de validade em 20/01/2027, produzido na unidade de Luziânia, município localizado a cerca de 60 km de Brasília. Além do recolhimento, a medida impede a venda, a distribuição e o uso das unidades desse lote.

A empresa também protocolou documentos junto à Anvisa demonstrando a realização de investigação interna abrangente para avaliar a ocorrência e suas possíveis causas. Representantes da empresa se reuniram com a Agência, prestaram esclarecimentos e vêm cooperando com as autoridades sanitárias, adotando providências de forma diligente.

A investigação sobre o caso segue em andamento, com acompanhamento da Anvisa e das vigilâncias sanitárias envolvidas. Até o momento, as informações disponíveis, incluindo o laudo fiscal e as evidências apresentadas, indicam ocorrência restrita ao lote informado.

Fonte: ttps://www.gov.br/anvisa/pt-br/assuntos/noticias-anvisa/2026

6.02.2026

EUA ATACAM PIX para favorecer empresas de pagamentos estadunidenses

Relatório do governo Trump pode subsidiar medidas contra Brasil.

O escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) atacou o Pix brasileiro, acusando a tecnologia nacional de prejudicar “injustamente” as empresas estadunidenses que prestam serviços de pagamento eletrônico. Entre as empresas prejudicadas estariam a MasterCard, Visa e o Whatsapp Pay.  

Os atos, políticas e práticas do Brasil relacionados ao tratamento preferencial concedido ao Pix são injustos e discriminatórios. É injusto exigir que os concorrentes ofereçam vantagens ao Pix, como disponibilidade, visibilidade e limites de tarifas, e o Brasil discrimina os fornecedores de serviços de pagamento eletrônico dos EUA ao conceder essas vantagens apenas à empresa líder nacional [o Pix]”, diz o documento.

Segundo a recomendação da conselheira jurídica geral do USTR, Jennifer Thornton, o Brasil favorece, por meio de políticas, sua “campeã nacional, o Pix”, criado pelo Banco Central (BC).

O papel duplo do Banco Central do Brasil como regulador e proprietário/operador do Pix cria um conflito de interesses, na ausência de salvaguardas processuais adequadas. O banco agiu para prejudicar os provedores de serviços de pagamento eletrônico dos EUA e dar preferência ao Pix”, acrescenta o documento

O relatório, publicado na noite da segunda-feira (1º), é resultado de uma investigação iniciada há um ano no governo de Donald Trump contra supostas “práticas desleais” do Brasil no comércio com os EUA. O relatório sugere, entre outras ações, a taxação de 25% sobre parte dos produtos brasileiros. 

Agora, o governo brasileiro e empresas prejudicadas poderão se manifestar sobre o relatório final da USTR até o dia 15 de julho, quando os EUA poderão passar a adotar “medidas corretivas” contra o Brasil.

O professor do Instituto de Economia da Unicamp Pedro Paulo Zahluth Bastos avalia que a ação do governo Trump busca disputar o mercado de pagamentos eletrônicos do Brasil e usar o caso como “efeito demonstração” para que outros países não busquem criar mecanismos que prejudiquem empresas dos EUA. 

O problema é que o PIX já é um sistema soberano, público e gratuito, que oferece uma alternativa a essas redes privadas, que geram muitos lucros, que são controlados pelos EUA”, explicou o especialista. 

Zahluth rejeitou o argumento dos EUA de que haja uma discriminação contra as empresas do país norte-americano.  

O PIX mostrou que uma infraestrutura pública pode deslocar o modelo privado. que extrai tarifas. E esse modelo está se espalhando, como na Índia. O interesse dos EUA é essa renda de intermediação que os comerciantes pagam entre 2% a 5% na transação dos cartões de crédito”, completou.

Ele lembra que o Pix tem movimentado mais recursos que cartões dos EUA como Visa e Mastercad. 

O Pix não está impedindo a operação dos cartões. Ele compete, claro, oferecendo um bem público, gratuito e que funciona. Não existe nenhuma proibição de que um bem público não possa ser oferecido por um Estado soberano”, disse o professor. 

Pix como alvo

O relatório da USTR cita que o Banco Central exige o uso do Pix por instituições financeiras com mais de 500 mil contas, além de que o mecanismo de pagamento gratuito seja exibido nos sites e aplicativos dos bancos e empresas financeiras com destaque semelhante a qualquer outro tipo de transferência.

Além disso, o Banco Central incentiva o uso do Pix em detrimento de outros serviços, exigindo que as instituições participantes (incluindo as instituições que ela exige para participar do mecanismo) ofereçam o Pix gratuitamente a indivíduos”, afirma a investigação dos EUA.

Para a conselheira Jennifer Thornton, o Pix representa um ônus ou uma restrição ao comércio dos EUA, “impondo custos aos provedores de serviços americanos e forçando-os a promover sua concorrente brasileira sem qualquer compensação”.

Segundo o professor da Unicamp Pedro Paulo Zahluth Bastos, a ação dos EUA contra o Pix busca assegurar os lucros dos monopólios das empresas estadunidenses, formando parte de uma disputa distributiva pela renda dos brasileiros. 

A sociedade brasileira está querendo evitar que o capital financeiro estrangeiro absorva rendas monopólicas e, ainda por cima, usando o Estado para impor isso contra outro Estado que é soberano. É mais uma expressão do imperialismo americano que o Trump está implementando”, disse o economista.

Um ano de investigação

A ação contra o Pix brasileiro começou nos Estados Unidos (EUA) em 15 de julho de 2025, quando o governo Donald Trump anunciou a abertura de investigação sobre supostas práticas comerciais desleais do Brasil.

As críticas ao sistema de pagamento brasileiro podem ser explicadas pela concorrência do Pix com o Whatsapp Pay e bandeiras de cartão de crédito norte-americanas (como Visa e MasterCard), e por ter se tornado uma alternativa ao dólar em algumas transações internacionais. 

A agência de notícias dos EUA Bloomberg, especializada em economia e finanças, tem divulgado que as bandeiras de cartões de crédito como Visa e MasterCard, além das big techs, grandes empresas de tecnologia, tem pressionado o governo de Donald Trump para agir contra o Pix brasileiro.

Fonte: Agência Brasil

OBRAS na pista

G eralmente, lemos a placa "Obras na Pista" com os dentes cerrados. Essa placa indica que o tráfego será lento e a estrada estará ...