Os escritos de Malthus influenciaram Charles Darwin, que atribuiu ao economista a razão de sua teoria. Se a seleção natural consistia na sobrevivência dos mais aptos, as previsões de Malthus implicavam na extinção daqueles menos capazes de competir por recursos alimentares.
Para alívio geral, a teoria estava errada. Malthus não tinha conhecimento dos recursos disponíveis para a humanidade, tampouco das reservas naturais de energia fóssil e da revolução industrial que garantiria um crescimento exponencial da produção de alimentos, compatível com a demanda decorrente do crescimento populacional ou até superior a ela.
Nos 180 anos seguintes, o otimismo prevaleceu entre os cientistas. No entanto, recentemente, outros estudiosos têm reconsiderado se Malthus estava completamente errado. Embora a opinião não seja unânime, há cautela suficiente para admitir que talvez estejamos à beira de uma crise de recursos.
Nesse contexto, surge um controverso experimento da década de 1960, conduzido pelo etólogo americano John B. Calhoun. Ele submeteu uma população de ratos a um ambiente controlado, gradualmente restringindo o acesso à comida. Os camundongos, inicialmente dóceis e socialmente organizados, transformaram-se em criaturas agressivas, predatórias e canibais. O quadro era tão terrível que levou o cientista a interromper o experimento antes que a população de ratos se autodestruísse.
Muitos dizem que isso é sensacionalismo e alarmismo. Pode ser. Mas a Bíblia prevê um tempo em que o Espírito Santo não atuará mais no coração humano, permitindo que a impiedade se manifeste livremente. Que Deus nos ajude, caso estejamos vivos neste tempo, a mantermos um caráter inabalável, demonstrando bondade e permanecendo fiéis, ainda que caiam os céus.
Fonte: https://mais.cpb.com.br/meditacao/o-futuro-da-humanidade/

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