A barreira que existia entre os sexos, naquela época, foi a primeira que Jesus rompeu. Não era socialmente aceitável que homens conversassem publicamente com mulheres. Em um dos tratados da lei oral judaica, é dito que “aquele que fala muito com mulher traz o mal sobre si mesmo” (Mishná Abot 1:4).
A segunda barreira rompida por Jesus foi a racial. Os samaritanos eram vistos pelos judeus nacionalistas como mestiços indignos. Contudo, na mensagem anunciada por Jesus, não há espaço para xenofobia, racismo ou preconceito. Afinal de contas, o reino de Deus é para qualquer um que esteja disposto a aceitar a Cristo.
Por fim, a terceira barreira que Jesus rompeu foi a religiosa. Os samaritanos eram considerados religiosamente impuros, hereges que haviam feito uma caricatura da religião judaica, cujo centro da adoração era o monte Gerizim. Por isso, os judeus consideravam os samaritanos traidores. Mas Jesus passou por cima de 500 anos de rejeição e convidou a mulher samaritana para adorar a Deus em espírito e em verdade (João 4:23).
O tratamento de Jesus foi o mais elevado e respeitoso possível. Nesse episódio, Ele nos convida a deixar de lado todo preconceito enraizado neste mundo, pois Ele escancarou as portas do reino de Deus para todo aquele que Nele crê.
Pense e aja como Jesus. Olhe para todas as pessoas como potenciais cidadãs do reino celestial, pois é dessa forma que Jesus as vê.
Então a mulher samaritana perguntou a Jesus: “Como, sendo o Senhor um judeu, pede água a mim, que sou mulher samaritana?” João 4:9.
Fonte: https://mais.cpb.com.br/meditacao/sem-preconceitos/

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