3.02.2026

Resultado das eleições suplementares em POTIRETAMA, CHORÓ E SENADOR SÁ

Eleitorados de três municípios do Ceará escolheram ocupantes das prefeituras ontem, domingo 1° de março, as eleitoras e eleitores dos municípios de Potiretama, Choró e Senador Sá, foram às urnas para eleger ocupantes dos cargos de prefeito e vice-prefeito em eleições suplementares. Os candidatos eleitos exercerão os mandatos até 31 de dezembro de 2028. As eleições foram convocadas pela Justiça Eleitoral devido aos afastamentos dos eleitos no pleito de 2024.  

RESULTADOS

Potiretama

Em Potiretama, Solange Campelo (PT) foi eleita prefeita, com 52% dos votos válidos (2.681).  Já Cleverlandio Pereira (PP) obteve 48% dos votos (2.474). Os votos nulos representaram 0,78% (41) e, em branco, 0,57% (30).  

Choró  

O eleitorado de Choró escolheu Paulinho (PSB) para a prefeitura. Ele foi eleito com 62,8% dos votos válidos (5.900). Professor Antônio Delmiro (PT) recebeu 32% dos votos (2.802). Os votos nulos representaram 3% (281) e, em branco, 1,3% (121).  

Senador Sá 

Em Senador Sá, apenas uma chapa concorreu aos cargos de prefeito e vice-prefeito. Sabrina do Bel (PP) foi eleita prefeita, com 100% dos votos válidos (3.891). A vice na chapa é a Professora Maria (PP). Os votos nulos equivaleram a 6,2% (295) e, em branco, 11,5% (544).  

JUSTIFICATIVA

As eleitoras e eleitores que não apresentaram justificativa no dia da eleição suplementar deste domingo devem justificar a ausência pelo aplicativo e-Título ou apresentar um requerimento de justificativa, no prazo de 60 dias após o pleito, pelo sistema Justifica ou no cartório eleitoral. 

ELEIÇÕES SUPLEMENTARES

As eleições suplementares são reguladas pela Lei nº 4.737/1965 (Código Eleitoral). Elas ocorrem quando há nulidade de votos que atinja mais da metade da votação para os cargos majoritários de presidente da República, governador e prefeito. 

Também poderão ser convocadas novas eleições quando decisão da Justiça Eleitoral resultar em indeferimento do registro, cassação do diploma ou perda do mandato de candidato eleito em pleito majoritário, independentemente do número de votos anulados. Nesta última hipótese, o pleito será direto, exceto se a vacância ocorrer a menos de seis meses do fim do mandato. 

Fonte: https://www.tse.jus.br/comunicacao/noticias/2026

3.01.2026

Brasil registra 88 casos de MPOX EM 2026; saiba com evitar a doença

O Brasil registrou 88 casos confirmados do vírus Mpox, com a maioria sendo no estado de São Paulo, que desde janeiro contabiliza 62 casos. Os outros registros aparecem no Rio de Janeiro (15), em Rondônia (4), em Minas Gerais (3), no Rio Grande do Sul (2), no Paraná (1) e no Distrito Federal (1). Os quadros leves a moderados predominam e não há óbitos. Em 2025, foram registrados no país 1.079 casos e 2 óbitos. Os dados são do Ministério da Saúde. 

O QUE É MPOX E QUAIS SÃO OS SINTOMAS?

Causada pelo vírus Monkeypox, a doença tem seu contágio por meio de contato pessoal próximo com lesões na pele, fluidos corporais, sangue ou mucosas de pessoas infectadas. O sintoma mais comum da doença é a erupção na pele, semelhante a bolhas ou feridas, que pode durar de duas a quatro semanas. O quadro pode incluir febre, dor de cabeça, dores musculares, dores nas costas, apatia e gânglios inchados. A erupção cutânea pode afetar o rosto, as palmas das mãos, as solas dos pés, a virilha, as regiões genitais e/ou anal.

COMO A MPOX É TRANSMITIDA?

O vírus se espalha de pessoa para pessoa por meio do contato próximo com alguém infectado, incluindo falar ou respirar próximos uns dos outros, o que pode gerar gotículas ou aerossóis de curto alcance; contato pele com pele, como toque ou sexo; contato boca com boca; ou contato boca e pele, ou mesmo o beijo na pele.

O compartilhamento de objetos recentemente contaminados com fluidos ou materiais de lesões infectantes também podem transmitir a doença.

ENQUANTO TEMPO A DOENÇA SE MANIFESTA?

O intervalo de tempo entre o primeiro contato com o vírus até o início dos sinais e sintomas da Mpox (período de incubação) é tipicamente de 3 a 16 dias, mas pode chegar a 21 dias.

Ao notar os sintomas, é preciso procurar uma unidade de saúde para fazer o exame laboratorial, que é a única forma de confirmação. O diagnóstico complementar deve ser realizado considerando as seguintes doenças: varicela zoster, herpes zoster, herpes simples, infecções bacterianas da pele, infecção gonocócica disseminada, sífilis primária ou secundária, cancroide, linfogranuloma venéreo, granuloma inguinal, molusco contagioso, reação alérgica e quaisquer outras causas de erupção cutânea papular ou vesicular.

Pessoas com suspeita ou confirmação da doença devem cumprir isolamento imediato, não compartilhar objetos e material de uso pessoal, tais como toalhas, roupas, lençóis, escovas de dente, talheres, até o término do período de transmissão”, orienta o Ministério da Saúde.

QUAL É O TRATAMENTO?

O tratamento consiste no alívio dos sintomas, na prevenção, no manejo das complicações e em evitar sequelas. A maioria dos casos apresenta sinais e sintomas leves e moderados. Não há medicamento aprovado especificamente para Mpox.

A prevenção consiste em evitar contato direto com pessoas com suspeita ou confirmação da doença. Caso seja necessário ter contato, a recomendação é a de utilizar luvas, máscaras, avental e óculos de proteção.

Também é recomendado lavar as mãos com água e sabão ou utilizar álcool em gel frequentemente. As medidas de higiene são especialmente importantes após o contato com a pessoa infectada, suas roupas, lençóis, toalhas e outros itens ou superfícies que possam ter entrado em contato com as erupções e lesões da pele ou secreções respiratórias.

Lave as roupas de cama, roupas, toalhas, lençóis, talheres e objetos pessoais da pessoa com água morna e detergente. Limpe e desinfete todas as superfícies contaminadas e descarte os resíduos contaminados (por exemplo, curativos) de forma adequada”, alerta o Ministério.

MPOX PODE MATAR?

Na maioria dos casos, os sintomas da doença desaparecem sozinhos em poucas semanas. Mas, em algumas pessoas, o vírus pode provocar complicações médicas e mesmo a morte. Recém-nascidos, crianças e pessoas com imunodepressão pré-existente correm maior risco de sintomas mais graves e de morte pela infecção.

Quadros graves causados pela Mpox podem incluir lesões maiores e mais disseminadas (especialmente na boca, nos olhos e em órgãos genitais), infecções bacterianas secundárias de pele ou infecções sanguíneas e pulmonares. As complicações se manifestam ainda por meio de infecção bacteriana grave causada pelas lesões de pele, encefalite, miocardite ou pneumonia, além de problemas oculares.

Pacientes com Mpox grave podem precisar de internação, cuidados intensivos e medicamentos antivirais para reduzir a gravidade das lesões e encurtar o tempo de recuperação. Dados disponíveis mostram que entre 0,1% e 10% das pessoas infectadas pelo vírus morreram, sendo que as taxas de mortalidade podem divergir por conta de fatores como acesso a cuidados em saúde e imunossupressão subjacente.

Fonte: Agência Brasil

Resultado das eleições suplementares em POTIRETAMA, CHORÓ E SENADOR SÁ

E leitorados de três municípios do Ceará escolheram ocupantes das prefeituras ontem, doming o 1° de março , as eleitoras e eleitores dos mu...