4.01.2025

No reino satânico da MENTIRA

No reino das ações satânicas, diariamente é comemorado o dia da mentira não apenas no 1° de abril de cada ano, pois como pai da mentira (Evangelho de João 8:44) Satanás é homenageado com mentiras e fake news espalhadas de boca em boca e pelas redes sociais e antissociais todos os dias, infelizmente. O governo satânico das mentiras é de farsa, avareza, adultérios, cobiças, vícios, assassinatos, desobediência, idolatria, glutonarias, brigas diversas, conflitos entre nações, disputa desleal de poder, perseguições, preguiça de fazer o certo, abusos de autoridades, racismo, preconceito, intolerância, palavrões, corrupção, pornografias e promiscuidades.

No mundo das fake news nas redes sócias e antissociais é de maucaratismo, mentiras, enganações, acusações levianas e infundadas e de tiranias. Que o Deus Altíssimos nos livre desse mundo de maldades e mentiras, para vivermos em Jesus Cristo que é o Caminho, a Verdade e a Vida.

Kaká Lopes

3.31.2025

Chamar tentativa de GOLPE de trapalhona é equivocado

Ridicularizar a tentativa de golpe de 8 de janeiro e classificá-la como "trapalhona" é um "equívoco", afirma o professor Carlos Fico, da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro).

O QUE ACONTECEU

"Todo golpe fracassado é ridicularizado", disse o historiador, em entrevista ao UOL. Ele está prestes a lançar "Utopia autoritária brasileira: como os militares ameaçam a democracia brasileira desde o nascimento da República até hoje", pela editora Planeta.

Segundo o professor, um eventual caráter "trapalhão" não torna a tentativa de golpe "inofensiva".

Quando vistos retrospectivamente, mesmo os golpes vitoriosos se iniciaram com ações ousadas que seriam consideradas inviáveis se tivessem fracassado”. Carlos Fico, professor e historiador.

Segundo Fico, um exemplo disso é a ação militar que instaurou a ditadura em 1964 - e que completa 61 anos hoje. "Os golpistas seriam tratados como loucos, fanáticos e trapalhões. A versão que prevalece é a dos vitoriosos", diz.

Bolsonaro réu é ação '‘pedagógica’' para militares golpistas.

Carlos Fico afirma que a decisão do STF (Supremo Tribunal Federal) de tornar o ex-presidente Jair Bolsonaro e outros sete ex-integrantes do governo réus por tentativa de golpe de Estado é "pedagógica" para as Forças Armadas.

Dentre os indiciados há três generais do Exército: Augusto Heleno, ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional; Paulo Sérgio Nogueira, ex-ministro da Defesa; e Braga Neto, ex-chefe da Casa Civil.

Pela primeira vez na história política brasileira militares golpistas foram submetidos a um inquérito conduzido corretamente pela Polícia Federal”.
Carlos Fico, professor e historiador.

Fico considera, no entanto, que a "pedagogia" não será suficiente para impedir novas tentativas de golpe. Mais eficiente, afirma, seria a mudança do artigo 142 da Constituição brasileira, tirando da lei a "atribuição excessiva de garantia dos poderes constitucionais pelos militares".

Ele afirma que se trata de resquício do Império, quando os militares atuavam com poder de arbitrar conflitos entre os poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, e chegou à República, ganhando "poderes excessivos" com a Constituição de 1891.

Desde então os militares atribuem a si o poder de intervir nas crises e administrar conflitos. Mas não acho que a mudança na Constituição tem chances de ocorrer, não com esse Congresso". Carlos Fico, professor e historiador.

"Preparados, patriotas e incorruptíveis"

No livro —que será lançado em maio— Carlos Fico desenvolve a tese de que os militares se consideram superiores aos civis e estaria a cargo deles, na avaliação dos próprios, a missão de transformar o Brasil em uma potência.

Essa crença numa superioridade e "desprezo pelos civis", analisa o professor, está na raiz das inúmeras tentativas de golpe militar na história brasileira, e se explica pela formação em escolas e rotina dentro e fora dos quartéis.

Por viajar pelo Brasil – e servirem de apoio para o acesso a diversos pontos do território nacional –, os militares pensam conhecer melhor a realidade do país do que os civis, afirma o professor.

"Militares não devem ocupar cargos".

A "mítica" em torno da superioridade militar, avalia Carlos Fico, foi abalada durante o governo de Jair Bolsonaro.

Militares foram colocados em posições decisivas e se conduziram muito mal. O governo deu transparência ao fato de que militares não devem ocupar os cargos que ocuparam”. Carlos Fico, professor e historiador.

Como exemplo, ele cita a presença de Eduardo Pazuello (atual deputado federal pelo PL/RJ) à frente do ministério da Saúde durante a pandemia de covid-19. "Foi catastrófico", afirma.

Esse "abalo", afirma o professor, também foi sentido durante o governo militar.

A economia brasileira saiu da ditadura em frangalhos, com alta dívida externa e inflação. A regra geral é que, quando ocupam cargos indevidamente, militares demonstram a incapacidade deles para gerir a coisa pública”. Carlos Fico, professor e historiado.

Adriana Negreiros do UOL, em São Paulo.

Fonte: https://noticias.uol.com.br/politica/ultimas-noticias/2025/03/31

3.30.2025

DOI-CODI

DOI-CODI é uma sigla utilizada para se referir aos Destacamentos de Operação Interna (DOI) e aos Centros de Operações e Defesa Interna (CODI), órgãos criados no contexto da ditadura militar que vigorou no Brasil entre os anos de 1964 e 1985.

Os DOI eram subordinados aos CODI, motivo que leva alguns historiadores a utilizarem a expressão CODI-DOI. Esses órgãos foram criados a partir da institucionalização da Operação Bandeirante (OBAN), que tinha como objetivo garantir a segurança nacional a partir do controle das informações e da repressão aos opositores do regime militar. A OBAN resultou na integração de órgãos das Forças Armadas e das polícias federais, estaduais e da Polícia Militar (PM), além de contar com a atuação do Departamento de Ordem Política e Social (DOPS). Financiada por empresários nacionais e internacionais, a OBAN funcionou de forma extraoficial e, por isso, teve amplo espaço para burlar a legislação vigente e praticar torturas e prisões indevidas sem sofrer punições legais.

Anos de chumbo

Esse conjunto de ações surgiram durante o ano de 1969, marcado pelo fim do Governo de Costa e Silva e pela entrada do General Médici na presidência. Não é por acaso que seu governo foi apelidado de “anos de chumbo”, afinal, a máquina de repressão estava em pleno vapor, perseguindo estudantes universitários, censurando a mídia, operando o fechamento de instituições da oposição e reprimindo manifestações trabalhistas. O controle da informação nesse contexto era fundamental para coibir as ações da oposição, sejam de cunho ideológico ou pela via armada.

Para garantir ampla atuação, esses órgãos foram criados nas principais cidades dos estados brasileiros e também foram utilizados como centros de tortura e aprisionamento ilegal daqueles que pudessem fornecer informações que contribuíssem para o combate ao comunismo no país. A base ideológica de tal atuação encontrava-se na doutrina da Segurança Nacional, interpretada na Escola Superior de Guerra (ESG), mas com bases norte-americanas no National War College.

A forma de atuação dos DOI-CODI ganhou maior repercussão pública a partir dos assassinatos de Vladimir Herzog, jornalista da TV Cultura que recentemente havia assumido cargo de chefia na emissora, e do operário Manoel Fiel Filho. Os órgãos tentaram sustentar a versão de suicídio de ambos, entretanto, não convenceram a opinião pública, sobretudo porque as características registradas nos laudos não condiziam com situações plausíveis para casos de suicídio. Ocorridas no contexto do Governo Geisel, tais mortes mostram a força e autonomia que esses órgãos conquistaram ao longo do tempo, uma vez que o momento era de abertura política e tais ações não foram amparadas pela presidência da república. As mortes ocorreram em São Paulo e promoveram enorme comoção pública que se espalhou para outras cidades do país, ampliando as lutas pelo retorno à democracia.

Somente no Rio de Janeiro e em São Paulo, cidades em que concentraram-se a maior parte das ações de oposição armada ao governo, os DOI-CODI prenderam 2.541 pessoas e mataram 51 pessoas apenas entre 1970 e 1975.

Comissão Nacional da Verdade

Esses órgãos foram desativados ao fim do governo de João Figueiredo através de uma portaria interna do Ministério do Exército, sem grande divulgação. Entretanto, os crimes cometidos nessas instalações são alvo, desde 2011, da Comissão Nacional da Verdade (CNV), que procura averiguar violações aos Direitos Humanos ocorridas entre os anos de 1946 e 1988.

Por Michelle Viviane Godinho Corrêa

Fonte: https://www.infoescola.com/historia-do-brasil/doi-codi/

3.28.2025

O caso do CHOCOLATE

Quero trazer à memória o que pode me dar esperança. As misericórdias do Senhor são a causa de não sermos consumidos, porque as Suas misericórdias não têm fim; renovam-se cada manhã. Grande é a Tua fidelidade. Lamentações 3:21-23

A cozinha parecia uma cena de crime ocorrida depois de uma guerra entre o chocolate e o arroz! A tigela estava virada para baixo. Todo o seu conteúdo estava espalhado pelo chão, pelas paredes, entre os armários e nos eletrodomésticos da cozinha, enchendo tudo com bolinhas de arroz marrom! Mesmo que eu fizesse a melhor limpeza da minha vida, essa tarefa só seria fácil para uma equipe de perícia policial, pensei.

Olhei horrorizada para as poças de bolinhas de arroz, salpicando tudo com faixas de leite amarronzado, adocicado e pegajoso. O que ele pretendia fazer? Eu estava prestes a expressar minha decepção, mas parei. Olhando para os olhos arregalados do meu filho, percebi sua preocupação em receber uma bela bronca, e por quê? Por tentar fazer seu próprio café da manhã? A bronca foi suprimida, e expressei minha satisfação com seu esforço em preparar o próprio desjejum. Depois, assegurei-lhe que a bagunça parecia pior do que realmente era. Então, juntos, limpamos estrategicamente a lambança com folhas de papel-toalha, pois eram fáceis de amassar e jogar fora.

Todas nós fazemos bagunça às vezes, não é? Ficamos desanimadas e tristes quando apenas os nossos erros são reconhecidos, em vez dos nossos esforços e conquistas. Isso pode nos desencorajar a tentar novamente, impedindo-nos de crescer e nos desenvolver. Naquela ocasião, lembrei-me de como Deus nos trata quando nos desviamos dos caminhos Dele para fazer as coisas do nosso jeito, ou quando cometemos erros e deixamos para trás algo muito pior do que uma bagunça de bolinhas de arroz com chocolate. Geralmente não é algo bonito de se ver! Mas Deus, que é amoroso, paciente e solidário, mostra Sua infinita misericórdia para conosco. Ele nos ajuda a limpar tudo de um jeito que deixaria até a perícia policial perplexa! Depois, Ele fica conosco, assegurando que podemos confiar Nele. Daí, Ele nos guia, incentiva-nos a tentar novamente e nos faz saber que Ele está sempre pronto a nos ajudar a superar qualquer dificuldade. O Senhor sempre nos dá uma segunda chance, pois as Suas misericórdias se renovam todas as manhãs. A fidelidade de Deus é realmente grande! Que possamos ter o coração grato e permanecer fiéis a Ele!

Denise Roberts

Fonte:https://mais.cpb.com.br/meditacao/o-caso-do-chocolate/

3.27.2025

On-line para DEUS

Orem sem cessar. 1 Tessalonicenses 5:17, NAA

O mundo está cada vez mais digital. As redes sociais têm ditado o ritmo da comunicação. Nesse cenário, como se encaixa a prática de conexão com o divino? Além disso, em que medida a vida espiritual de alguém depende de sua filiação a uma igreja?

Na realidade, ser membro de uma igreja e não ter uma vida de oração é o mesmo que ter uma conta na rede social, mas perder completamente o acesso à internet, ou seja, não serve de nada. A oração é a rede wireless que nos conecta ao Céu. Sem essa conexão, perdemos inúmeras possibilidades que estão ao alcance do nosso clamor. Orar é ter acesso ao perfil de Deus e conversar com Ele em particular sobre os últimos stories que você nem sequer postou, mas Ele já visualizou. Oração é mais que uma petição; é uma rede de relacionamento. Por isso, quando você assume essa prática, pode ter certeza de que está na lista de melhores amigos de Deus e de que logo receberá notificações da ação Dele em seu favor. Além do mais, você não pode ignorar que seu engajamento no Reino depende diretamente da constância de sua vida de oração.

Orar é compartilhar suas experiências e emoções tendo o Rei dos reis e Senhor dos senhores como sua audiência. E você não precisa dar nem um clique. Nessa plataforma, sua biografia será totalmente redefinida, não à semelhança de um influencer qualquer, mas à imagem da biografia do próprio Deus. Para ter acesso a tudo isso, você nem precisa de tecnologia de última geração.

A oração tem poder. Foi através da oração que Paulo e Silas desbloquearam, mesmo sem senha, as portas da prisão (At 16:25). O que aprendemos com isso? Se a oração for um destaque em seu perfil, não faltarão curtidas do Céu em sua vida. Por isso, se você não quiser virar um meme de uma religião fracassada, dedique-se a orar. Se você for bem-sucedido nesse propósito, esteja certo de que o algoritmo do Céu sempre vai lhe mostrar o que Deus tem de melhor para sua vida. Lembre-se: é impossível tropeçar quando você está de joelhos. Não fique off-line para Deus; ore “sem cessar” (1Ts 5:17, NAA).

Fonte: https://mais.cpb.com.br/meditacao/on-line-para-deus/

3.26.2025

STF decidiu - Ex-Presidente é RÉU

A primeira Turma do STF (Supremo Tribunal Federal) decidiu aceitar, com os votos dos Ministros Alexandre de Moraes (relator), Flávio Dino, Cristiano Zanin e Luiz Fux e da Ministra Cármen Lúcia, a denúncia da PGR (Procuradoria-Geral da República) e tornar réus, Augusto Heleno, general da reserva e ex-ministro do GSI (Gabinete de Segurança Institucional); Alexandre Ramagem, ex-diretor da Abin (Agência Brasileira de Inteligência); Almir Garnier, ex-comandante da Marinha; Anderson Torres; ex-ministro da Justiça; Bolsonaro, ex-presidente e inelegível; Braga Neto, general da reserva e ex-ministro da Casa Civil do governo anterior; Mauro Cid, ex-ajudante de ordem da presidência e Paulo Sérgio Nogueira, ex-ministro da Defesa, por envolvimento na drama golpista que resultou nos acontecimentos do 08 de janeiro de 2023, que foram vandalismo, invasões e depredações do patrimônio público na Praça dos Três Poderes em Brasília-DF. Os oito acusados agora são réus por unanimidade da primeira Turma do STF e responderão a ação penal na Corte. Assim, o inelegível e ex-presidente Jair Bolsonaro é o primeiro presidente a responder por golpismo.

Portanto, como a tentativa de golpe contra o Estado Democrático de Direito foi frustrado e não se tornou realidade, todos acusados terão seus direitos de defesa garantidos durante o processo legal com a Suprema Corte funcionando em nosso país. Por não estarmos vivendo uma ditadura é que esse singelo blog e toda imprensa está livre para colocar em suas manchetes, editoriais e colunas a notícia de que STF, por unanimidade 5x0, decidiu que Bolsonaro é réu. Viva a Democracia!

3.25.2025

RELÍQUIAS

Certamente a palavra da cruz é loucura para os que se perdem, mas para nós, que somos salvos, ela é poder de Deus. 1 Coríntios 1:18

Durante a Idade Média, a Europa se viu inundada de comerciantes que vendiam supostas relíquias trazidas da Terra Santa. Esses objetos exóticos incluíam desde ossos de apóstolos até palha da manjedoura e fuligem da fornalha ardente.

Frederico, o Sábio, protetor de Martinho Lutero, era um desses colecionadores que lucravam com exposições públicas, cobrando ingressos que prometiam ao visitante uma redução da pena caso fosse para o purgatório.

Sua coleção possuía 24.018 itens, sendo a maioria composta de ossos de santos. Ao ver isso, Lutero exclamou: “Que mentiras existem sobre relíquias! Alguém afirma ter uma pena da asa do anjo Gabriel, e o bispo de Mainz tem uma chama da sarça ardente de Moisés. E como explicar que 18 apóstolos estão enterrados na Alemanha, quando Cristo tinha apenas 12?” (citado por Roland Bainton, Here I Stand: A Life of Martin Luther, p. 296).

Havia tantos “pedaços” da cruz espalhados pela Europa que Erasmo de Roterdã ironizou dizendo que talvez Cristo não tivesse sido crucificado em um madeiro, mas em uma floresta, cujas árvores dariam até para construir outra arca de Noé.

E ainda existiam as lendas contadas pelos comerciantes. Uma delas, retratada no afresco da igreja de São Francisco em Arezzo, na Itália, dizia que, quando Adão morreu, seu filho Sete plantou em sua boca as sementes da misericórdia, que cresceram e se tornaram a árvore da qual fizeram a cruz de Cristo.

O grande problema de tudo isso era a idolatria a objetos tidos como sagrados. No antigo Israel, a serpente de bronze que Moisés ergueu no deserto, mantida por um tempo como símbolo do cuidado de Deus, tornou-se um objeto de culto, e teve de ser destruída (2Rs 18:4).

E hoje? Estaríamos livres de cometer esse erro? Claro que não. A igreja, a tradição e a música, se não forem estimadas na medida certa, também podem se tornar objetos de idolatria. Enquanto os mártires morriam pela doutrina de Cristo, teólogos medievais matavam por ela, ou melhor, pelas distorções que fizeram dela. Lembre-se hoje deste ditado: Mais importante que a cruz de Cristo é o próprio Cristo que morreu pregado nela.

Fonte: https://mais.cpb.com.br/meditacao/reliquias/

"O BRASIL NÃO CABE NO QUINTAL DE NINGUÉM", diz Lula em discurso na ONU

P residente defendeu a soberania dos paíse s. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a defender a soberania dos países, citando esp...