6.02.2026

CEARÁ faz 112 anos em momento de crise, com poucos motivos para COMEMORAR

Cenário adverso se arrasta desde o rebaixamento inesperado do clube em 2025.

Do apito final do jogo Ceará x Palmeiras, em 2025, quando o clube foi rebaixado em plena Arena Castelão em um cenário completamente impensável durante todo o Campeonato até a presente data, os dias têm sido diferentes para os torcedores do Alvinegro. Uma clara quebra se estabeleceu ali, uma ferida que se abriu e não foi fechada até o momento. 

Seis meses depois, no dia do aniversário do Vovô, que completa 112 anos de fundação, o cenário ainda é o mesmo daquele apito final. Terra abalada de um time sem treinador, em crise política e financeira, com mais dúvidas que certezas.

O aniversário do Ceará acontece em um dos piores momentos que o clube atravessa em sua longa trajetória vencedora. E não é o momento futebolístico que mais preocupa, em que pese o vice-campeonato estadual contra o maior rival, a eliminação precoce na Copa do Nordeste e Copa do Brasil e a posição mais próxima da zona de rebaixamento do que da zona de classificação na Série B.

O que realmente preocupa no Vozão é a falta de perspectiva do clube para sair das situações de crise que o futebol impõe e também do cenário financeiro que foi estabelecido no último ano. O balanço apresentado no último mês, com déficit de R$ 85 milhões, é preocupante e exige da atual gestão alvinegra algum tipo de plano pra minimamente estancar a sangria.

No futebol, a saída de Mozart foi inevitável, mas fica claro o clube se encontra atualmente sem também um plano definido com relação à gestão de futebol. Treinador, contratações. São grandes incógnitas para o torcedor.

O único alento é que a história do Ceará é grande demais e a torcida também é gigante ao ponto de suportar tamanha crise. Certo é que dela, em algum momento, o clube há de se reerguer. A receita sempre será a mesma. A força da torcida que empurra e que fará o clube voltar aos dias de glória.

Fonte: https://diariodonordeste.verdesmares.com.br/jogada 

6.01.2026

FICCOs efetuaram 87 PRISÕES e apreenderam mais de 1,4 TONELADAS DE DROGAS pelo PAÍS

Entre 25 e 31/5, as Forças Integradas de Combate ao Crime Organizado (FICCOs), compostas pela Polícia Federal e por forças de segurança estaduais, realizaram ações de enfrentamento ao crime organizado em diferentes regiões do país. Confira o resumo das principais ações no período.

Combate ao tráfico de drogas
A FICCO/SP realizou, em Santa Cruz do Rio Pardo, a apreensão de mais de 1,4 tonelada de entorpecentes no âmbito da Operação Impacto. A droga estava em um caminhão abordado pelas forças policiais.

Já a FICCO/SE desarticulou um esquema de tráfico interestadual de drogas e de lavagem de dinheiro. Foram cumpridos 11 mandados de prisão temporária e 14 de busca e apreensão, além de ordens de sequestro de bens e de bloqueio de ativos financeiros. Além disso, foram apreendidos, aproximadamente, 5 kg de entorpecentes.

A FICCO/MG também atuou contra uma organização criminosa ligada ao tráfico de drogas. Na Operação Fake Rice, foram cumpridos 37 mandados de prisão temporária e 39 de busca e apreensão, além do sequestro patrimonial de até R$ 120 milhões. 

Já a FICCO/RR prendeu em flagrante dois suspeitos de tráfico de drogas. Com eles, foram apreendidas porções de cocaína, de crack e de skunk, parte delas já fracionadas para venda, além de dinheiro em espécie. 

Ainda no combate ao tráfico, a FICCO/PA cumpriu 11 mandados de prisão preventiva contra mulheres apontadas como integrantes de organização criminosa envolvida com tráfico de entorpecentes, extorsões e ataques contra agentes da segurança pública.

A FICCO/PI deflagrou a Operação Boca do Lobo, com o objetivo de desarticular organização criminosa atuante no litoral piauiense voltada ao tráfico de drogas. Foram cumpridos 12 mandados de prisão temporária e 9 de busca e apreensão nos municípios piauienses de Parnaíba, de Luís Correia e de Piripiri.

Já a FICCO/ES prendeu em flagrante uma das principais lideranças do tráfico em Vila Velha. Outra prisão também foi efetuada, além da apreensão de drogas, material destinado ao embalo e à comercialização dos entorpecentes, aparelhos celulares, uma arma de fogo e munições.

Por fim no Ceará, a FICCO/CE participou de ações integradas que culminaram no cumprimento de dois mandados de prisão preventiva contra investigadas por envolvimento com organização criminosa, tráfico de drogas e associação para o tráfico. 

Prisões e cumprimento de mandados
A FICCO/Ilhéus prendeu um suspeito de envolvimento em latrocínio contra um idoso no município baiano de Teolândia. Além de apreender aparelhos celulares e um simulacro de arma de fogo, os policiais recuperaram um aparelho celular identificado como um dos bens subtraídos da residência da vítima.

Já a FICCO/MT desarticulou um grupo criminoso infiltrado em uma associação de moradores situada em Poxoréu/MT. Foram cumpridos três mandados de busca e apreensão e um mandado de prisão preventiva, expedidos pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juiz das Garantias – Polo Rondonópolis/MT.

A força mato-grossense também apurou fraudes no cumprimento de penas de condenados vinculados a uma organização criminosa. Foram cumpridos três mandados de busca e apreensão.

No Ceará, a FICCO/CE, por sua vez, cumpriu quatro mandados de prisão preventiva e cinco de busca e apreensão contra integrantes de organização criminosa com atuação no estado. A investigação busca responsabilizar envolvidos em atividades de organização criminosa e em um homicídio ocorrido em 2025.

Em Roraima, a FICCO/RR prendeu em flagrante três pessoas investigadas por prática de golpes financeiros contra idosos, em Rorainópolis. A Justiça Estadual converteu prisões em flagrante em prisões preventivas.

Por fim, a FICCO/AL localizou um foragido que respondia a processos judiciais em diversos estados da Federação, com registros de envolvimento em crimes contra patrimônio, roubo a instituições financeiras e transporte de valores. Ele também era investigado por organização criminosa, uso de explosivos, porte de arma de fogo de uso restrito e possuía histórico de evasão do sistema prisional. Em confronto com as equipes, o foragido foi atingido e não resistiu aos ferimentos.    

Fonte: https://www.gov.br/pf/pt-br/assuntos/noticias 

Conselho decide PUNIR CIRO NOGUEIRA por propina INVESTIGADA NA Lava Jato

Ciro Nogueira foi acusado de corrupção em diferentes ocasiões após investigações da Lava Jato e seus desdobramentos.

Acuado por investigação sobre o Banco Master, o senador Ciro Nogueira (PP-PI) tem uma outra pendência jurídica de peso, relativa ainda aos tempos da Operação Lava Jato.

Carf (Conselho Administrativo de Recursos Fiscais) decidiu manter multa e cobrança de imposto a ele em decorrência de propina que teria sido recebida em esquema na Petrobras e do grupo J&F, na década passada.

O senador nega as acusações e afirma que vai apresentar recursos tanto no conselho quanto na Justiça comum.

Ciro Nogueira, que preside o PP desde 2013, foi acusado de corrupção em diferentes ocasiões após investigações da Lava Jato e seus desdobramentos. Entre as suspeitas estavam o recebimento de dinheiro de empreiteiras e também da J&F, dos irmãos Batista, de modo ilegal.

Na esfera penal, a defesa conseguiu a rejeição de quatro denúncias que tinham sido apresentadas no STF (Supremo Tribunal Federal), de 2016 a 2020.

Na seara administrativa, porém, a Receita Federal analisou a movimentação financeira do parlamentar daquela época e concluiu que ele recebeu quantias que nunca tinham sido declaradas às autoridades.

Para isso, se baseou em depoimentos de delatores, cruzou informações e fez diligências.

Segundo a Receita, o parlamentar recebeu ilegalmente R$ 1,4 milhão da empreiteira UTC, que tinha negócios na Petrobras, e outros R$ 5 milhões da J&F. A maior parte desse valor teria sido entregue em espécie.

A multa e o imposto devido foram estimados em 2018 em R$ 6,3 milhões.

O parlamentar recorreu e apresentou contestação no Carf, órgão do Ministério da Fazenda que funciona como uma “tribunal” que recebe recursos contra autuações.

A defesa dele contestou as acusações. Disse que não havia provas de corroboração dos depoimentos dos delatores e que, mesmo que tivesse sido recebida alguma doação eleitoral, os valores se destinariam ao partido, não para ele.

Também argumentou que as denúncias foram rejeitadas na esfera criminal e que o processo administrativo, dessa maneira, não deveria seguir adiante.

O teor das denúncias já foi alvo de inquérito no Supremo Tribunal Federal, que arquivou todas as acusações”, disse Ciro Nogueira à reportagem, por meio de sua assessoria.

Segundo consta na movimentação processual, o caso foi a julgamento no Carf no dia 10 de dezembro, e os seis conselheiros decidiram, por unanimidade, manter as penalidades.

O acórdão (resumo da decisão no julgamento) foi publicado no último dia 4 de maio.

O parlamentar, porém, teve uma vitória parcial na ocasião ao conseguir mudar o cálculo da multa a seu favor, com base em uma lei que foi assinada em 2023, após o início do processo. O valor atualizado a ser cobrado não consta nos documentos públicos.

Em voto, a conselheira relatora, Lílian Cláudia de Souza, disse que o processo se pautou por “todo o conjunto probatório dos autos, e não apenas nas delações”, mencionando indícios “veementes, graves, precisos e convergentes”.

Também rechaçou o argumento de nulidade devido ao desfecho dos processos criminais,
citando “a independência entre as esferas penal e administrativa”.

Aliado do presidenciável Flávio Bolsonaro (PL), Ciro Nogueira voltou a ser alvo da Polícia Federal no último dia 7, quando sofreu buscas em fase da Operação Compliance Zero, que investiga o Master. A suspeita é de que ele tenha recebido mesada de R$ 500 mil do banqueiro Daniel Vorcaro. Pesa contra o senador do Piauí o fato de ele ter apresentado uma proposta legislativa de interesse do Master, ampliando a cobertura do FGC (Fundo Garantidor de Crédito).

Na Lava Jato e nas investigações sobre a J&F, o parlamentar também foi alvo de buscas. Em 2018, a polícia apreendeu em dois endereços dele R$ 217 mil em dinheiro vivo.

Como ele já tinha foro especial, os processos não tramitaram em Curitiba, mas foram conduzidos pela PGR (Procuradoria-Geral da República) e no STF.

No último dia 12, o senador usou o histórico de vitórias contra a Lava Jato para se defender das acusações sobre o caso Master, lembrando que foi alvo de operação policial dias antes da eleição de 2018. “Passaram dias repetindo matérias repercutidas sem parar pela imprensa. A investigação correu, quebraram sigilos, buscaram provas e a conclusão do inquérito foi essa: a PGR não viu elementos suficientes para sustentar a acusação”, afirmou ele em vídeo nas redes sociais.

Ao analisar a movimentação do senador, a fiscalização da Receita afirmou que encontrou “confusão patrimonial” entre firmas dele e de parentes, como a mãe, Eliane, que é sua suplente e assumiu cadeira no Senado na época em que ele foi ministro de Jair Bolsonaro. Ela também foi autuada, em mais de R$ 1 milhão, em procedimento paralelo ainda em tramitação.

Em relação aos valores da J&F, os auditores citaram envolvimento de um supermercado do Piauí.

Segundo a apuração, mercadoria da J&F foi comprada pelo estabelecimento em espécie e o dinheiro foi repassado pelo estabelecimento a uma pessoa indicada pelo senador.

Ciro Nogueira sempre negou todas essas acusações. Executivos da J&F prestaram depoimentos que embasaram as denúncias contra ele, mas a empresa posteriormente passou a pleitear a revisão do acordo de leniência assinado. Integrantes da UTC fizeram acusações contra Ciro Nogueira também na esfera criminal, e a Receita aproveitou isso para a autuação administrativa.

O Ministério da Fazenda, a quem o Carf é subordinado, informou que a unidade de origem da Receita é a responsável por notificar as partes e, caso não ocorram mais recursos, iniciar a fase de cobrança com os cálculos atualizados dos valores.

Fonte: https://iclnoticias.com.br/conselho-decide-punir-ciro-nogueira/

CEARÁ faz 112 anos em momento de crise, com poucos motivos para COMEMORAR

C enário adverso se arrasta desde o rebaixamento inesperado do clube em 2025. Do apito final do jogo Ceará x Palmeiras , em 2025, quando ...