4.22.2025

CARPE DIEM

Eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância. João 10:10

Em 1989, o filme Sociedade dos Poetas Mortos, estrelado por Robin Williams, tornou-se muito popular entre os jovens. O enredo girava em torno de um professor de literatura que desafiava os costumes de uma escola conservadora. Ele sempre repetia aos alunos o ditado em latim carpe diem, que foi popularizado com o sentido de “aproveite o dia”, inspirando muitos na forma como encaram a vida.

No entanto, especialistas em latim dizem que a frase não significa realmente “aproveite o dia”. Originária das Odes do poeta romano Horácio, escritas há mais de 2 mil anos, a expressão carpe diem é uma metáfora hortícola, que, no contexto do poema, seria algo como “arrancar o dia”, evocando a colheita de frutas ou flores maduras.

A ideia, portanto, seria “colha enquanto há tempo” e não tem nada a ver com um estímulo ao prazer fugaz, obrigando-nos a aproveitá-lo antes que acabe, ou antes que morramos. O sentido é o de ter sabedoria para fazer a coisa certa na hora certa, uma metáfora parecida com aquela usada por Jesus: “É necessário que façamos as obras Daquele que Me enviou enquanto é dia; a noite vem, quando ninguém pode trabalhar” (João 9:4).

Mas será que os produtores do filme não sabiam disso? Seria essa versão imprecisa uma forma de propagar entre os jovens uma ideia hedonista de culto ao prazer momentâneo? Recentemente, um influenciador disse na internet: “Sou da crença de que a vida é curta demais. Logo, seja o que for que tiver de fazer, faça de uma forma intensa. Não se negue ao prazer. A vida é uma só.”

Não é isso o que a Bíblia diz. A vida neste mundo é de fato curta, mas não é a única. Temos a eternidade à nossa espera. Não há renúncia por Cristo que não valha a pena. Ele mesmo afirmou: “Quem ama a sua vida perde-a; mas aquele que odeia a sua vida neste mundo irá preservá-la para a vida eterna” (João 12:25). Para quem tem a visão profética da história, as renúncias são comparáveis ao esforço de um atleta cujo foco está na prova, e não nos prazeres momentâneos. Enquanto alguns curtem, outros se dedicam ao treinamento, mas somente aqueles que se esforçam sobem ao pódio com Cristo.

Fonte: https://mais.cpb.com.br/meditacao/carpe-diem/

CITAÇÃO

Inveja, malícia, ruins suspeitas, maledicências, cobiça são embaraços que o cristão deve pôr de lado se quiser correr com êxito a carreira para a imortalidade” (Meditações Diárias – A Caminho do Lar – p. 131).

4.20.2025

CRISTO RESSUSCITADO

"Ele não está aqui; ressuscitou, como tinha dito. Venham ver o lugar onde ele jazia." Mateus 28:6.

A fé cristã se centraliza não somente na cruz, mas na tumba vazia. A verdade é que a maioria das pessoas, inclusive as não cristãs, creem que um homem chamado Jesus de Nazaré morreu numa cruz. Não muito tempo depois de Jesus ter vivido, encontramos referências históricas como esta, de Tácito (57-117 d.C.), um historiador romano: “Nero […] infligiu as mais requintadas torturas a uma classe odiada por suas abominações, chamada de cristãos […] pela população. Christus, que deu origem ao nome, sofreu a penalidade máxima durante o reinado de Tibério, nas mãos de um de nossos procuradores, Pôncio Pilatos.” (www.causeofjesusdeath.com/jesus-in-secular-history).

Não havia dúvidas naquela época, como não há hoje, a respeito da condenação e crucifixão de uma figura histórica chamada Jesus.

A parte difícil é a ressurreição: a ideia de que Jesus de Nazaré, que morreu numa sexta-feira à tarde, voltou à vida num domingo de manhã. Essa é a dificuldade de muitas pessoas. Afinal de contas, um judeu crucificado pelos romanos na Judeia era uma ocorrência bastante comum. Mas um judeu ressuscitar dos mortos depois de ter sido crucificado? Essa é uma história completamente diferente.

Contudo, sem essa crença no Jesus ressuscitado, simplesmente não temos fé cristã. Paulo escreveu: “Se Cristo não ressuscitou, é inútil a nossa pregação, como também é inútil a fé que vocês têm. […] Se é somente para esta vida que temos esperança em Cristo, dentre todos os homens somos os mais dignos de compaixão” (1Co 15:14, 19, NVI). A morte de Jesus, em si, tinha que ser seguida pela ressurreição, porque em Sua ressurreição temos a certeza da nossa.

Quando chegamos à história da ressurreição de Jesus, temos duas opções. A primeira é considerar essa história uma propaganda sentimental escrita por alguns solitários seguidores de Jesus para manter viva Sua memória, da mesma forma que tentamos manter viva a memória de alguma figura bem conhecida que morre hoje em dia. A segunda opção é tomá-la literalmente, como um relato em primeira mão de um evento extraordinário, um evento mais tarde interpretado como tendo implicações para todo ser humano que já viveu.

Leia Mateus 28:1-15. Por que Jesus disse às mulheres: “Alegrem-se” (v. 9, New King James Version)? Eles estavam alegres porque Ele tinha ressuscitado, porque seu Mestre havia voltado. Mas qual é a verdadeira razão para nos regozijarmos com a ressurreição de Jesus?

Fonte: https://esperancadoadvento.blogspot.com/search?q=ressurrei%C3%A7%C3%A3o+de+jesus

4.18.2025

A cruz de CRISTO

Era desprezado, e o mais rejeitado entre os homens, homem de dores, e experimentado nos trabalhos; e, como um de quem os homens escondiam o rosto, era desprezado, e não fizemos dele caso algum. Verdadeiramente ele tomou sobre si as nossas enfermidades, e as nossas dores levou sobre si; e nós o reputávamos por aflito, ferido de Deus, e oprimido. Mas ele foi ferido por causa das nossas transgressões, e moído por causa das nossas iniquidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados. Todos nós andávamos desgarrados como ovelhas; cada um se desviava pelo seu caminho; mas o Senhor fez cair sobre ele a iniquidade de nós todos. Isaías 53:3-6 

É confortante saber que Deus vê e ouve os clamores dos pobres e oprimidos. É impressionante saber que Deus, em Jesus, suportou o pior da perversidade, opressão e injustiça do mundo. Apesar de toda a compaixão e bondade que Jesus demonstrou em Sua vida e ministério, Sua morte veio como resultado de ódio, ciúmes e injustiça.

Desde as angustiadas orações de Jesus no Jardim do Getsêmani até Sua prisão, julgamentos, tortura, zombaria, crucificação e morte, Ele suportou uma extenuante prova de dor, crueldade, maldade e poder opressivo. Isso foi exacerbado pela inocência, pureza e bondade Daquele que sofreu tudo isso: “Antes, a Si mesmo Se esvaziou, assumindo a forma de servo, tornando-Se em semelhança de homens; e, reconhecido em figura humana, a Si mesmo Se humilhou, tornando-Se obediente até a morte e morte de cruz” (Fp 2:7, 8). Através da lente da história da salvação, vemos a beleza do sacrifício de Jesus por nós, mas não devemos esquecer a brutalidade do sofrimento e da injustiça que Ele sofreu.

Em Jesus, Deus sabe o que é ser vítima do mal e da injustiça. A execução de um homem inocente é um ultraje; o assassinato do Filho de  Deus mais ainda. Deus Se identificou tanto conosco em nossa condição quebrantada e caída que não podemos duvidar de Sua empatia, compaixão e fidelidade: “Porque não temos Sumo Sacerdote que não possa compadecer-Se das nossas fraquezas; antes, foi Ele tentado em todas as coisas, à nossa semelhança, mas sem pecado” (Hb 4:15). Que revelação do caráter do nosso Deus! Como podemos compreender as boas-novas sobre Deus representadas pela cruz?

Em tudo que fazemos para o Senhor, especialmente para alcançar os necessitados, por que devemos sempre manter a morte de Jesus, como nosso Substituto, no centro de nossa missão e propósito?

Fonte: https://esperancadoadvento.blogspot.com/search?q=morte+de+jesus

4.17.2025

A REALEZA DE JESUS

 Por cima da cabeça de Jesus puseram por escrito a acusação contra Ele: “Este é Jesus, o Rei dos Judeus.” Mateus 27:37

Ao decretar a morte de Cristo, Pilatos O acusou de ser o rei dos judeus. Os sacerdotes pediram para que mudasse a sentença para “Ele disse: Sou o rei dos judeus” a fim de que ficasse claro que não reconheciam Sua realeza. Pilatos apenas respondeu de modo lacônico: “O que escrevi escrevi” (Jo 19:22), e a frase não foi alterada.

O objeto da discórdia era uma tabuleta de madeira comumente usada pelos romanos, onde se escrevia a condenação de um preso, para que todos soubessem qual crime ele tinha cometido. A sentença era escrita com giz para que a tabuleta fosse reaproveitada, e quem ficava encarregado disso era o tabellarius, um funcionário imperial que também deveria colocar a tábua no pescoço do condenado. Da palavra tabellarius vem o termo tabelião, que usamos até hoje para nos referirmos ao responsável por atos jurídicos em um cartório. Originalmente, o tabelião era o que escrevia a sentença em uma tábua acusatória.

Vem de João o detalhe de que a tabuleta foi ordenada por Pilatos ou, quem sabe, escrita diretamente por ele. O fato de ela ter sido colocada no alto da cruz, e não no pescoço de Cristo, pode ser um indicativo de que o governador romano queria humilhar os sacerdotes que o tinham forçado publicamente a crucificar Jesus, mesmo contra sua vontade e contra os insistentes pedidos de sua esposa. Esse episódio é contado pelos quatro evangelistas, e cada um oferece um detalhe a mais.

Marcos diz apenas que uma inscrição acusatória foi feita com os dizeres “O Rei dos Judeus”. Mateus acrescenta que ela foi colocada na cruz logo acima da cabeça de Cristo, e Lucas revela que foi escrita em três idiomas: latim, hebraico e grego, ou seja, nas principais línguas, para que todos entendessem o que estava escrito. Jerusalém estava repleta de peregrinos vindos de todas as partes do império por causa da festa da Páscoa, e foi justamente em meio à celebração da liberdade que Jesus entregou Sua vida por nós.

Ora, se até mesmo um homem pagão como Pilatos reconheceu, ainda que inconscientemente, a realeza de Cristo, não deveríamos nós, que dizemos ser Seus súditos, fazer o mesmo com mais fervor e devoção? O Rei dos judeus é também o Rei de sua vida?

Fonte: https://mais.cpb.com.br/meditacao/a-realeza-de-jesus/

4.16.2025

MULTIDÃO AGLOMERADA NO ENTORNO DA PREFEITURA PARA RECEBER CESTA DE ALIMENTOS

Quem foi ao centro comercial de Camocim, na manhã desta quarta-feira (16), presenciou uma multidão aglomerada, em fila, no entorno da Prefeitura Municipal. O motivo era a distribuição de “cesta de alimento” para pessoas com necessidades básicas. Até aí tudo bem que haja ações assistencialistas por parte da gestão pública municipal, aliviar um pouco o sofrimento do nosso povo tão sofrido e esquecido por suas autoridades políticas e até religiosa.

Porém, fica alguns questionamentos a respeito da “caridade” ofertada aos mais carentes moradores de Camocim (se bem que uma pequena parcela da população foi contemplada com a ação da gestão). Por que a entrega das “cestas” não aconteceu nos bairros? Por que tem que acontecer na sede da prefeitura? Já que a gestora e sua vice estavam presentes mais um deputado, por que não tinha um locutor cerimonialista apresentando o evento? Por que um locutor de campanhas eleitorais animava o “show de entregas de cestas básicas”? Por que sempre nestas ocasiões as trombetas (paredões de som ou algo equivalente) são tocadas em alto e bom som? O evento tinha o objetivo de promover a caridade ou os seus supostos caridosos? Por que em determinado momento o locutor de campanhas políticas deu voz, no microfone, a um popular para citar Granja e Camocim e as famílias Arruda e Aguiar numa espécie de provocação? Alguém da organização pensou nas donas de casa e em mulheres com criança de colo na extensa fila sob um sol brilhante com altas temperaturas? Será que os idealizadores do “evento caridoso” são conhecedores do Evangelho de Mateus 6: 2-4? A gestão Municipal sabe como dar assistência social sem alarde? Afinal foi um espetáculo da gestão ou um momento pascal? Quem receberá os aplausos afinal?

Kaká Lopes

"O BRASIL NÃO CABE NO QUINTAL DE NINGUÉM", diz Lula em discurso na ONU

P residente defendeu a soberania dos paíse s. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a defender a soberania dos países, citando esp...