3.06.2025

CURIOSIDADE

Em 13 de setembro de 1969, quando eu estava sendo gerado no ventre de minha mãe, Terezinha Monteiro, pois ela me deu à luz em maio do ano seguinte, foi ao ar o primeiro episódio do desenho animado original Scooby-Doo (Cadê você?) naquele momento ocorria também o auge da moda hippie.

Scooby-Doo é um cão (dougue alemão) falante que compõe uma turma de adolescentes – Fred, Velma, Dafhne e Salsicha – que se aventuram em um furgão chamado Mystery Machine (Máquina de Mistério) investigando casos misteriosos com pitadas de comédia. Nos episódios do Scooby-Doo comumente quem dirige a van Máquina de Mistério é Fred, mas acontece exceções vezes por outra. O dono da Máquina de Mistério é o pai de Daphne.

Tive oportunidade, em minhas poucas andanças por aí, de encontrar uma imitação\cópia da Mystery Machine e não deu outra, resolvi registrar esse momento com meu amado neto Téo Lopes. Daí resolvi trazer essa breve curiosidade para os leitores (as) e seguidores (as) do Blog do Kaká Lopes – Um blog diversificado, interessante e com responsabilidade.

Kaká Lopes

3.05.2025

CAMOCIM E GRANJA - Carnaval competição\rivalidade

O período carnavalesco com sua folia tem se tornado uma competição de atrações e shows de bandas e cantores (as) entre as cidades cearenses de Camocim e Granja. As rivalidades e termos pejorativos entre camocinenses e granjenses já é fato histórico desde quando a população e o natural de Camocim eram apelidados pelos de Granja como coró (peixe) e a população e o natural de Granja eram apelidados de cangati (peixe) pelos de Camocim.

Essa competitividade vem tomando fôlego com os blocos (grupos) políticos de ambas as cidades, principalmente com a ascensão de um novo político de Granja, que não é novo, pois também é da raiz Arruda. E com o advento e o avanço das redes sociais os partidários das oligarquias de Camocim e Granja vem se posicionando radicalmente, em suas redes sociais, em defender seus carnavais, onde cada um puxa mais peixe para sua rede.

Diante do quadro exposto fica alguns questionamentos: Se o carnaval é uma festa popular para todos, para que essa competição? A quem interessa essa rivalidade entre camocinenses e granjenses? Ou é uma competição politiqueira entre os políticos situacionistas de Granja e Camocim? Será que todos camocinenses e granjenses concordam e aprovam essa rivalidade? Quem são os vencidos e vencedores dos carnavais? Será que existem vencedores nessa competitividade? Tudo isso é capricho de quem? Do povo? Das oligarquias? Ou, o que vem acontecendo a cada carnaval é apenas a continuidade da política romana de pão e circo para o povo permanecer alheio aos problemas políticos e sociais de Camocim e Granja? E aí…? Como o povo camocinense e granjense pode tomar um novo rumo, para um novo tempo de amizade e prosperidade entre ambos, até mesmo nos carnavais?

Kaká Lopes

3.04.2025

O CASO DE JÓ

No livro de Jó, encontramos alguns vislumbres fascinantes sobre a realidade do grande conflito.

Que princípios do grande conflito são revelados em Jó 1:1-12; 2:1-7?

Jó apresenta várias verdades: (1) Houve um concílio celestial, não apenas um diálogo entre Deus e Satanás, já que outros seres celestiais estão envolvidos.

(2) Existe alguma disputa, assinalada pelo fato de Deus perguntar se Satanás havia reparado em Jó. Por que reparar em Jó? Essa pergunta faz bastante sentido no contexto de uma disputa mais ampla e que já existia antes.

(3) Enquanto o Senhor diz que Jó era íntegro, reto e temente a Deus, Satanás afirma que Jó temia a Deus apenas porque Ele o protegia. Essa era uma acusação contra o caráter de Jó e contra o caráter de Deus (veja Ap 12:10; Zc 3).

(4) Satanás alegava ser injusto que Deus protegesse Jó com uma “cerca” (Jó 1:10), pois isso tornava impossível que ele provasse suas afirmações. Isso mostra que Satanás tinha limites (regras de engajamento) e que ele queria prejudicar Jó.

Deus respondeu às acusações de Satanás permitindo que o inimigo testasse a sua teoria, mas com limites. Primeiro Deus concedeu a Satanás poder sobre “tudo” o que Jó tinha, mas proibiu que infligisse danos pessoais a ele (Jó 1:12). Depois, Satanás afirmou que Jó só se preocupava consigo mesmo. Deus permitiu que Satanás atingisse Jó pessoalmente, mas ordenou que sua vida fosse poupada (Jó 2:3-6).

Satanás trouxe calamidades contra a família de Jó, mas o patriarca continuou a bendizer o Senhor (Jó 1:20-22; 2:9, 10), mostrando que as acusações eram falsas.

A história de Jó ensina várias coisas: (1) Existem regras de engajamento no conflito; (2) Existem parâmetros na corte celestial pelos quais as acusações contra o Senhor são respondidas, sem que Ele viole os princípios do amor, o fundamento do governo de Deus e Sua maneira de dirigir o Universo e as criaturas inteligentes.

As cenas celestiais descritas no livro de Jó nos oferecem uma visão fascinante da realidade do grande conflito e de como ele se desenrola aqui na Terra.

Fonte: https://mais.cpb.com.br/licao/regras-de-engajamento/#licaoTerca

3.03.2025

Inteligente o suficiente

Não seja sábio aos seus próprios olhos; tema o Senhor e afaste-se do mal. Provérbios 3:7

Por que algumas pessoas são tão arrogantes? Elas passam a ilusão de que estão sempre certas, que possuem muita experiência e têm sempre a melhor solução! Certamente, a experiência fornece muitas soluções e respostas, mas será que às vezes não é o orgulho que fala mais alto? A tristeza de Sarai e a impaciência de Abrão fizeram com que eles seguissem em frente com um plano que só trouxe dor e problemas para a família deles. Por não acreditar na promessa de Deus de que eles teriam um fi lho, Sarai sugeriu que seu marido se relacionasse com sua serva egípcia e criasse o filho dela como se fosse seu. Abrão concordou, e o resultado disso tem sido disputas familiares e guerras desde então.

Há muitos anos, meu marido queria trocar de emprego, mas o medo me fez discordar. Meu marido até pediu um sinal de Deus. E, embora o sinal “tenha acontecido”, meu medo era muito grande. Um dia, ouvi um programa de rádio religioso e fui convencida a entregar tudo nas mãos de Deus. Meu coração foi tocado. Ajoelhei-me e fiz uma oração de entrega. Quando me levantei, o diabo trouxe novamente o medo e a ansiedade ao meu coração. O medo superou meu lado racional. Convenci meu marido a não seguir em frente na direção que ele sentia que Deus o estava guiando. Os resultados da minha opinião de “sabe-tudo” e da decisão que tomamos por causa disso causaram estragos em nossa vida. A dor e os resultados daquele medo insensato acabaram com a nossa paz.

Mas, louvado seja Deus, que restaura e transforma os nossos erros. Ele pode transformar a dor e as decisões ruins em algo maravilhoso – e Ele o fez de uma maneira fantástica! A versão A Mensagem diz: “Confie no Eterno do fundo do seu coração; não tente resolver tudo sozinho. Ouça a voz do Eterno em tudo que fizer, aonde for. Ele manterá você no melhor caminho. Não pense que você sabe tudo. Corra para o Eterno! Fuja do mal!” (Pv 3:5-7).

Sempre podemos confiar em Deus para nos dar as respostas necessárias em cada situação. Se a fé lhe faltar, preencha sua mente com as promessas do Senhor. Deixe que o poder e a paz de Deus encham seu coração até transbordar, a ponto de você permitir que Ele resolva as coisas como achar melhor.

Valerie Hamel Morikone

Fonte: https://mais.cpb.com.br/meditacao/inteligente-o-suficiente/

2.28.2025

O Conflito Cósmico não é uma batalha entre dois poderes onipotentes

Existem versões distintas do conflito cósmico em diferentes meios religiosos e filosóficos. Uma versão não cristã bastante influente é conhecida como dualismo. Como explica C. S. Lewis, o dualismo é “a crença de que há dois poderes iguais e independentes por trás de tudo, sendo que um deles é bom e o outro, mau, e que esse universo é um campo de batalha onde eles travam uma luta infindável”. Dizer que esses poderes são iguais e independentes significaria que “ambos existiram desde toda a eternidade” (Cristianismo Puro e Simples [Thomas Nelson Brasil, 2017], p. 74, 75). 

Esse combate entre dois poderes iguais não é o tipo de conflito cósmico ensinado pela Bíblia. De uma perspectiva bíblica, o ser que atualmente é chamado de Satanás “foi criado por Deus e [...] era bom por ocasião de sua criação, mas se corrompeu”. Semelhantemente ao dualismo, o entendimento cristão afirma que “esse Universo está em guerra”. Mas, ao contrário do dualismo, “não pensa que se trata de uma guerra entre potências independentes. Pensa que se trata de uma guerra civil, de uma rebelião, e que vivemos numa parte do Universo ocupada pelos rebeldes” (p. 79).

Assim, em vez de um conflito cósmico travado entre dois poderes onipotentes e independentes, o que temos é uma rebelião da criatura contra o Criador. De acordo com o que aprendemos sobre o papel da serpente enganadora em Gênesis 3, o conflito gira em torno da percepção do caráter de Deus conforme refletido em Sua lei. Em outras palavras, surge a pergunta: Deus é confiável? Podemos crer em Sua Palavra? Obviamente, essas duas questões são essenciais para que exista um relacionamento de amor. É impossível desenvolver um relacionamento de amor autêntico e profundo com alguém em quem não confiamos. 

A rebelião de Lúcifer contra Deus, que marca o início do conflito cósmico, começou no Céu e é mencionada em Isaías 14:12-15 e Ezequiel 28:12-19. O início e o desenvolvimento do conflito são descritos também em Apocalipse 12, e o início do conflito na Terra é visto em Gênesis 3. Embora os textos de Isaías e Ezequiel façam referência direta, respectivamente, aos reis de Babilônia e Tiro, “em cada passagem há um movimento do domínio local e histórico dos reis terrenos para o domínio sobrenatural celestial, descrevendo Lúcifer/Satanás e o surgimento do grande conflito” (Richard M. Davidson, “Cosmic Narrative for the Coming Millennium”, Journal of the Adventist Theological Society, v. 11, n. 1-2 [2000], p. 107). Essencialmente, Lúcifer/Satanás desejava se colocar acima de Deus. Mais precisamente, queria usurpar a posição e o poder que pertencem a Deus, mas não o Seu caráter amoroso, uma vez que tentou se exaltar por meio da “multiplicação do seu comércio”, que também pode ser traduzido como “calúnia” (Ez 28:16), e por meio da mentira (Gn 3:4; Jo 8:44).

Fonte: https://mais.cpb.com.br/licao/o-conflito-cosmico-2/#licaoAuxiliar

2.27.2025

MEIO AMBIENTE

MT é estado que mais desmatou Amazônia em janeiro; cidades com prefeitos fazendeiros lideram. Devastação no bioma aumentou em 68% em comparação ao mesmo período de 2024

    O desmatamento na Amazônia teve um aumento de 68% no mês de janeiro, em comparação com o mesmo período do ano passado, de acordo com dados do Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon).


Mato Grosso lidera desmatamento na Amazônia

Entre os estados que mais derrubaram a floresta, o Mato Grosso lidera a lista, sendo responsável por 45% da devastação no período. Em segundo lugar, está Roraima, responsável por 23% do desmatamento e, em terceiro, o Pará, com 20%.

Dos dez municípios que mais desmataram o bioma, seis são mato-grossenses: Juína, Nova Maringá, Feliz Natal, Porto dos Gaúchos, Aripuanã e Tabaporã. Desses, cinco têm prefeitos fazendeiros, de acordo com as declarações de bens apresentadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Já a prefeita de Aripuanã, Seluir Peixer Reghin (União), informou à Justiça Eleitoral não ter bens em seu nome.

Juína, Nova Maringá, Feliz Natal, Porto dos Gaúchos e Aripuanã estão na lista dos 81 municípios que mais desmatam a Amazônia, dentro do Plano de Ação para Prevenção e Controle do Desmatamento na Amazônia Legal (PPCDAm), do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA).

Juína e Nova Maringá são os municípios mato-grossenses que mais perderam área de floresta em janeiro de 2025, com 800 hectares derrubados em cada um desses lugares. Em Feliz Natal, a área derrubada foi de 600 hectares e, em Porto dos Gaúchos, 500 hectares, aproximadamente. Aripuanã e Tabaporã perderam, em um mês, cerca de 400 hectares de floresta cada.

O Mato Grosso é o estado com a maior produção de soja do Brasil e destaca-se também pela extensa área de pastagem. Embora o estado tenha mais representação no ranking do Imazon, o primeiro lugar da lista é o município de Amajari (RR), que perdeu uma área de floresta de quase 1,2 mil hectares.

Para Larissa Amorim, pesquisadora do Imazon, os números do desmatamento no bioma evidenciam uma crescente pressão sobre a Amazônia e servem como um sinal de alerta para a necessidade de fortalecer as ações de monitoramento na região. “Para reverter esse cenário, é fundamental intensificar a fiscalização, ampliar as operações de combate aos crimes ambientais e fortalecer políticas que incentivem a proteção e o uso sustentável da floresta”, afirma.

Prefeitos fazendeiros

Com exceção de Aripuanã, os municípios mato-grossenses mais desmatados têm na chefia do executivo pessoas cujo patrimônio milionário inclui fazendas.

Em 2024, a prefeitura de Feliz Natal aderiu ao Programa União com Municípios pela Redução do Desmatamento e Incêndios Florestais na Amazônia, que prevê investimentos de R$ 785 milhões para promover o desenvolvimento sustentável e combater o desmatamento e incêndios florestais.

Embora seja signatário do programa, o prefeito de Feliz Natal, Toni Dubiella (MDB), tem o nome cadastrado no sistema do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Renováveis (Ibama) por danificar mais de 260 hectares de floresta amazônica no município de Nova Ubiratã (MT), onde tem duas fazendas.

Dono de uma madeireira, ele também foi multado por ter no depósito da empresa madeira extraída de árvores de espécies protegidas, como cedro e sucupira. As multas foram aplicadas em 2015 e, juntas, ultrapassam R$ 1,3 milhão, valor que ainda não foi pago, porque os processos continuam em tramitação na Justiça.

Segundo a declaração de bens apresentada à Justiça Eleitoral para as eleições municipais de 2024, o patrimônio de Dubiella ultrapassa os R$ 12 milhões e inclui, além de terras, investimentos e veículos terrestres, uma pequena aeronave.

Entre os municípios do Mato Grosso que lideraram o desmatamento da Amazônia em janeiro de 2025, somente Tabaporã fica de fora da lista do MMA. A cidade, no entanto, não foge ao padrão recorrente no estado de ter prefeitos fazendeiros. Estreante na política, Carlos Eduardo Borchardt (PL) foi eleito com 53% dos votos em seu primeiro pleito, em 2024.

Mais rico entre os seis prefeitos da lista apresentada pelo Imazon, ele acumula um patrimônio que ultrapassa os R$ 135 milhões. A fortuna é composta por fazendas, terrenos, veículos e maquinários agrícola.

Somente a prefeita Seluix Pexier foge à regra dos gestores ruralistas. Nas eleições de 2020 e 2024 ela informou ao TSE não ter bens em seu nome. Em 2016, no entanto, quando concorreu à prefeitura pela primeira vez, ela declarou um patrimônio de R$ 800 mil, que incluía 200 cabeças de gado bovino.

Programa União com Municípios

Podem participar do programa União com Municípios as prefeituras dos 81 municípios que mais desmatam a Amazônia, dentro do Plano de Ação para Prevenção e Controle do Desmatamento na Amazônia Legal (PPCDAm).

A lista de municípios monitorados pelo Ministério do Meio Ambiente é atualizada anualmente e, em 2024, contava com 70 localidades.

As prefeituras de Juína, Nova Maringá e Aripuanã optaram por não aderir ao programa de compromisso de redução de desmatamento. Porto dos Gaúchos não estava na lista quando o programa União com Municípios foi lançado, em abril de 2024.

O Brasil de Fato entrou em contato com as prefeituras dos municípios mato-grossenses que mais desmataram a Amazônia, mas não teve retorno até a publicação deste texto. O espaço segue aberto.

Por Carolina Bataier – Brasil de Fato

Fonte: https://iclnoticias.com.br/mt-e-estado-que-mais-desmatou-a-amazonia/

2.26.2025

CONHECIMENTO E INTIMIDADE

Conheçamos e prossigamos em conhecer o Senhor! Oseias 6:3

que significa conhecer a Deus? Seria o Altíssimo um objeto de estudo para que possamos conhecê-Lo? Um cristão com muitos anos de igreja conhece melhor a Deus do que um novato recém-convertido?

Essas questões são intrigantes, pois o conhecimento de Deus não é um curso que se pode classificar em iniciante, intermediário e avançado. O maior perigo, por exemplo, para um teólogo é achar que seu estudo o transforma em um especialista em Deus. Muitos caíram nesse erro. Um autor medieval chamado Evagrius Ponticus escreveu que a teologia era a forma mais elevada de conhecimento do Altíssimo, e outro apelidado de Pseudo-Dionísio ensinava que o Criador Se revelava no Céu pela hierarquia dos anjos e, na Terra, pela hierarquia da igreja.

A distinção entre teólogos e leigos chegou ao ponto de o primeiro ser chamado de “reverendo” – título que só compete a Deus. Seminários passaram a conferir títulos de doutor em divindade, como se Deus fosse uma ciência.

A necessidade de professores e líderes que guiem o povo na Palavra é um claro princípio bíblico. Também é importante que todos sejam bem instruídos na fé, e os mais novos se aconselhem com os mais experientes, sejam eles pastores ou leigos. No entanto, nenhum diploma, cargo ou anos de experiência garantem maior conhecimento de Deus. Para isso, é crucial manter um relacionamento diário com o Senhor.

Você pode saber tudo sobre uma pessoa famosa, estudar sua vida, conhecer suas músicas e até liderar o fã-clube dela. Nada disso, porém, lhe dará a autoridade para entrar livremente em sua casa e comer à sua mesa. Ser especialista em alguém não o torna íntimo dessa pessoa. O oposto também pode acontecer. Você pode ser “circunstancialmente” íntimo de uma pessoa e não ter comunhão com ela. Isso ocorre com muitos casais que compartilham a mesma casa, dividem a mesma cama, mas perderam a conexão há muito tempo. O segredo, portanto, é conhecer, relacionar-se e renovar diariamente o amor em relação ao outro.

Assim deve ser nosso conhecimento de Deus, lembrando ainda que, para conhecê-Lo, é imperativo que também amemos nosso irmão. Pois “quem não ama não conhece a Deus” (1Jo 4:8).

Fonte: https://mais.cpb.com.br/meditacao/conhecimento-e-intimidade/

"O BRASIL NÃO CABE NO QUINTAL DE NINGUÉM", diz Lula em discurso na ONU

P residente defendeu a soberania dos paíse s. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a defender a soberania dos países, citando esp...