Em um campeonato de futebol com pontos corridos, como é o caso do brasileiro, o time que soma o maior número de pontos no final é consagrado campeão. Já os times que somam menos pontos são penalizados com o rebaixamento para uma série inferior. No campeonato brasileiro da série A, que é formado por vinte clubes, os quatro últimos colocados são rebaixados para a série B do brasileiro.
Foi assim que, dentro do regulamento do campeonato brasileiro, na última rodada no domingo (07) que o Ceará Sporting Club, o vozão, alvinegro cearense, foi rebaixado para a série B do brasileirão de 2026. Após o trágico rebaixamento do vozão vi, ouvi e até participei de alguns comentários sobre as causas que levaram o alvinegro cearense a queda para a série B. As causas mais apontadas entre elas foram:
Perfil do elenco por ser limitado;
Contratações ruins de jogadores;
Problemas de ordem interna do clube;
Ataque ineficiente;
Erros individuais dos jogadores, mas com destaque a expulsão do Vina num jogo importante no Castelão contra um time gaúcho que posteriormente se manteve na série A;
Desempenho ruins em jogos dentro de casa;
Erros por parte do técnico em alguns jogos na hora de trocar jogador;
Falta de urgência e a sensação de que com os pontos somados, dificilmente iria ser rebaixado.
Portanto, com base nos fatores que causaram a queda do vozão para série B, que lição fica para os dirigentes, comissão técnica, elenco e torcedores, após o time entrar na Z-4 na última rodada do campeonato e ser rebaixado? Não sei! Mas em minhas reflexões veio em minha mente o que o apóstolo Paulo escreveu em sua primeira carta os Coríntios sobre os exemplos da história do Israel bíblico que se achava merecedor da salvação em relação aos gentios. Paulo escreveu “aquele, pois, que pensa estar em pé veja que não caia” (I Coríntios 10:12).
Por Kaká Lopes

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